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OUF-C3- O Príncipe, a Rainha e a Imperatriz

Once Upon a Fan

Capítulo 3 – O Príncipe, a Rainha e a Imperatriz

[Vila de Storybrooke, Maine. – Escritório do Xerife]

Quando David Nolan, ou Príncipe Charming, como ele agora lembravam quem era, veio bater na sua porta naquela manhã, Regina Mills, a Evil Queen da Terra dos Contos de Fadas, achou estranho a história que ele havia lhe dito, e seguiu com ele para o escritório do Xerife, se por nada mais, para passar algum tempo com Henry.

  • “E então?” – Charming repetiu, insistindo na pergunta.

Regina se aproximou da cela, olhando para os seis forasteiros, que definitivamente não eram seus súditos..

  • “Eu não tenho a menor ideia.” – Ela falou, olhando para um dos presos, ela falou – “Você, quem é você? E de onde você vem?”

Aproximando-se das barras, Allan Al Lugger olhou para a mulher, a qual ele lembrava-se, mesmo não a tendo conhecido antes, e falou:

  • “Drake, meu nome é Allan Drake.” – O Cavaleiro respondeu, usando o nome que ele tinha naquela terra. – “E você é Regina Mills, a prefeita do burgo, certo?”
  • “Burgo?” – Regina repetiu, confusa por um momento.

Ela virou-se para David, que, estava tão confusa quanto ela, e Vynn Dox adicionou:

  • “Ela é a prefeita do burgo e Vila de Storybrook aqui neste lugar, e na Terra dos Contos de Fada, ela é a Rainha Má.” – O Sith falou
  • “Maravilha… outra vilã pra minha lista.”Gioton Windu disse, de forma sarcástica e enfadonha.

Regina virou-se imediatamente e aproximou-se de David, falando em voz baixa pra ele:

  • “Eu não tenho a menor ideia de quem são essas pessoas.” – A Rainha Má falou

David arregalou os olhos, e virou-se de costas para a cela também:

  • “Como assim você não sabe? Eles não foram trazidos aqui pela sua maldição?” – O Príncipe perguntou.
  • “Eu não tenho certeza.” – Ela confessou.
  • “Ei, Príncipe Charmoso!”Alana Mallor chamou atenção dele – “Nós não vamos ter nosso telefonema não? Nesse mundo,  esse é o nosso direito constitucional.”

David olhou para Regina e então para a Legionánia. Ele pegou a chave que estava pendurada no seu cinto e se aproximou da cela.  Mallor olhou para os outros com um sorriso triunfante, se aproximando das barras:

  • “Pra quem você vai ligar?” Lana Lang perguntou.

A forma como a Talokian parou de repente,  e murchou, foi quase cômica. Mallor virou-se para o resto do grupo,  em busca de suporte,  mas o que ela recebeu foram negativas; Gioton balançou a cabeça, assim como Lana e Allan deram os ombros, e Karlla Calrissian, notando alguns olhares dirigidos à ela,  falou:

  • “Eu posso ligar pro promotor babão…” – Ela sugeriu
  • “Isso não vai ser necessário. “ – Uma voz firme soou por trás de Regina.

Todos olharam para a entrada, e viram pela porta aberta, uma mulher vestida com um talieur negro, que tinha um ar gritante de governo nela. Os óculos escuros, o suspeito volume oculto pelo terno e o fone de ouvido semitransparente típico de servicos secretos só reforçavam a idéia para todos eles:

  • “E você,  quem é?” – Regina perguntou
  • “Eu sou Val Waller, agente especial federal.” – Ela falou, ao que a porta se abriu e dois homens de preto mau encarados entraram no escritório – “E vossas altezas saírem da frente,  eu vou lhes aliviar do fardo destes prisioneiros.”

David olhou confuso para Regina, que estava tão surpresa quanto o Príncipe. Dox esboçou um sorriso sombrio ao ver a face familiar de Valeria Pellaeon no recinto:

  • “Espera um minuto.”– David falou,  tentando fazer sentido do que estava acontecendo – “Você não pode simplesmente entrar aqui e fazer o que quer. “
  • “Eu tenho um distintivo e a autoridade que me diz o contrário.” – Pellaeon retrucou

Ela estalou os dedos,  e os dois brutamontes literalmente levantaram Charming do chão pelos braços,  colocando-o no chão  longe da cela,  e no processo um deles jogou a chave para Valeria. Regina imediatamente colocou-se na frente dela,  indignada com o descaso da agente para com a autoridade dela e de David:

  • “Eu não quero saber que autoridade você tem.  Eu sou a Rainha aqui e ninguém faz nada a não ser que eu permita!”

O olhar predatorio que Pellaeon dispensou à Rainha a fez sentir o sangue ferver; a forasteira não tinha medo dela. Regina olhou com raiva para Val, mas por que ela sabia que Henry estava ali,  ela se conteve:

  • “Não fique tão revoltada,  alteza.  Minha lealdade não está  com Príncipes ou Rainhas; Eu sirvo à Imperatriz da Galáxia. “ – Valeria declarou, ouvindo os passos ordenados vindos do corredor.

Pellaeon deu um passo para o lado, virando-se para as portas,  que foram abertas por outras duas mulheres,  vestidas como agentes, e pelas portas,  seguida por dois homens em roupas táticas negras e armados com fuzis,  uma mulher de porte e aura real,  vestida num conjunto esmeralda,  marfim e dourado que serviria igualmente num evento de tapete vermelho ou numa mesa de reunião. Helena Amidala fitou a Rainha Má de cima a baixo assim como Regina era acostumada a fazer com todos ao seu redor.

Ao reconhecerem sua soberana,  o grupo dentro da cela imediatamente se prostrou diante de Helena,  que se dirigiu à mulher a sua frente:

  • “Eu sou Helena Wayne,  Governadora do Distrito de New Troy¹.” – Amidala declarou
  • “New Troy? O que?” – A Rainha Má repetiu, confusa.

Valeria chamou a atenção de Regina para a parede, onde tinha o mural onde o mapa da cidade,  como ela lembrava; mas não o mapa ao mesmo tempo não era como ela percebia. Storybrooke estava lá no mapa,  suas ruas e vizinhanças como ela conhecia,  mas existia mais… Ao norte e ao oeste da cidadezinha, separados pelo rio e uma reserva florestal,  havia uma vasta área urbana onde diversas vizinhanças existiam, e Regina constatou em horror que seu reino terreno era apenas parte do dominio da mulher à sua frente.

FIM DO CAPÍTULO

Notas:

¹ – Distrito consolidado, ou Cidade-Condado consolidado é uma unidade administrativa que incorpora diversos burgos. O exemplo-mór disso é New York City, que tem cinco burgos (Manhattan, Bronx, Brooklyn, Queens e Staten Island). Um distrito pode ter um prefeito (como em NYC), ou um Presidente do conselho executivo (como Amidala é), em termos de autoridade e poder é muito similar.

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OUF-C2- Na Cadeia…

Once Upon a Fan

Capítulo 2 – Na Cadeia…

[Vila de Storybrooke, Maine. – Escritório do Xerife]

[Horas Depois]

  • “Ugh…”Vynn Dox gemeu ao que ele retornou à consciência..

Ao abrir os olhos, a primeira coisa que ele notou foi o teto cinza. O Sith tentou se levantar, mas o mundo ainda estava girando, e ele parou, se apoiando nos cotovelos…

  • “Urgh… Alguém anotou a placa da jamanta?” – Ele falou para sí mesmo, ignorante da presença dos outros…
  • “Jamanta é a senhora sua vó!”Alan Mallor respondeu, claramente de mau humor.

Dox piscou algumas vezes, se acostumando com a luz, e então notou a presença da Legionária, e de Lana Lang e Karlla Calrissian, que estava com um curativo na cabeça, e Allan Al Lugger, que estava com a mão enfaixada, e Gioton Windu, que tinha um olho roxo. E todos os seis estavam numa grande cela.

  • “Por que nós estamos numa cela?” – Dox perguntou, ainda confuso.
  • “O que você acha, Sherlock?” – Gioton perguntou, sarcástico – “Você envolveu o Xerife, e pior de tudo, um que é claramente insano.”

O olhar de indagação do Sith era claro:

  • “Como assim insano?” – Dox perguntou encostando-se na parede.
  • “O cara pensa que é um personagem de contos de fadas.”– Al Lugger explicou – “O cara acha que é o príncipe da Branca de Neve”

Dox fitou de Al Lugger para Gioton, Karlla, Alana e Lana. Eles claramente compartilhavam a mesma opinião.

  • “E por isso ele é louco?” – Dox perguntou, engatando sua análise antes que alguém mais falasse – “Eu conheci essa semana Geppetto,  Red Riding Hood,  Os Sete Anões e Cinderella. Algum de vocês lembra de algum destes personagens ou das histórias deles antes de recobrarem a memória aqui?”

Os outros olharam entre si, e aqueles buscavam na memória nas lembranças deles, descobriam que eles realmente não sabiam sobre esses contos de fadas até após eles recobrarem a memória em Storybrook. Calrissian bateu as mãos no banco onde ela estava sentada, de forma exacerbada, e falou:

  • “Isso eu ridículo!”– Karlla exclamou – “Eles vem de contos de fadas!  Onde existem seres fantásticos e mágica!”
  • “Falou a mulher do povo alado.” – Dox retrucou, já não sentindo-se entorpecido.
  • “E em relação à mágica?” – Gioton perguntou – “Nós não temos mágica em nossa galáxia.”

Dessa vez, o Sith não precisou responder, por que Allan fez isso por ele:

  • “Muitos veem a Força como mágica, Gioton.” – O Cavaleiro das Trevas falou. – “De fato, há registros de usuários da Força que fizeram coisas que rivalizam o conceito de mágica daqui.”

Dox verificou seus bolsos, e retirou de dentro do casaco o seu celular, enquanto Alana argumentava com seu colega:

  • “E como é que você sabe disso, sabichão?” – Mallor perguntou.
  • “Tirando o fato de que eu era bibliotecário no acervo da Cavalaria? Eu tenho uma livraria aqui.” – Al Lugger respondeu.
  • “Zôrra, você tem uma livraria?” – Gioton perguntou, surpreso e indignado – “Cacete, eu sou caixa de supermercado, e você tem uma livraria?”
  • “Você acha que isso é ruim? Tente ser garçonete no bar, com todo bebum da cidade tentando passar a mão em você.” – Alana reclamou.
  • “Você acha que isso é ruim? Tente ser a secretária que fica levando cantadas descaradas do chefe e ter que inventar um namorado fictício pra aquietar o velho babão.” – Calrissian também reclamou.

Lana olhou surpresa para o resto do grupo, e levemente encabulada, ela falou:

  • “Nossa, agora meu me sinto até com vergonha…” – Lang disse
  • “Por que, o que você era?” – Gioton perguntou – “Cafetã?”

A pergunta de Windu lhe valeu um tapa na nuca por parte de Al Lugger, que ele só não protestou por que ele se viu recipiente do bat-olhar do Cavaleiro.

  • “Perdoe meu companheiro bouca-frouxa, alteza.” – Allan se desculpou de forma educada.
  • “Não se preocupe, Sir Allan.” – Lang respondeu com graciosidade – “Na verdade eu era, ou sou, uma viúva de um oficial militar que deixou uma boa pensão, e eu faço artesanato e tricô pra passar o tempo.”
  • “Tricô? Sério?” – Alana perguntou, surpresa
  • “O que tem demais? É divertido!” – Lana se defendeu, levemente ofendida – “Além do que, não é como se eu tivesse escolhido, afinal de contas, nós sabemos quem fez a escolha para nós.”

Novamente, todos os olhares se voltaram para o Sith, que sentindo a tensão, parou de mexer no seu celular:

  • “O que?” – Ele perguntou
  • “Isso explica muita coisa.” – Gioton falou, e se dirigindo ao Sith, ele falou – “Cacete, isso que é guardar rancor na geladeira. Me colocar como caixa de supermercado?”
  • “Eu não tive nada a ver com isso.” – Dox se defendeu.
  • “Dá um tempo, Warlock, isso tem você escrito do primeiro ao quinto.” – Mallor o acusou.
  • “Não apenas isso, eu aposto que ele…” – Karlla falou, apontando para o Sith –”Deve ser um manda chuva da área.”

Dox dispensou um olhar sujo à Legionária, que não se intimidou de maneira alguma.

  • “No mínimo, ele é um milionário recluso.” – Alana especulou
  • “Isso, ou um Juiz.” – Gioton adicionou
  • “Juiz ele não é. Disso eu sei.” – Karlla falou, revelando mais do que ela queria – “Mas eu já o vi no tribunal!”

O olhar de alarme do Sith o traiu, e o resto do grupo notou isso:

  • “Ah-Hah! Ele é advogado.” – Gioton declarou.
  • “Não, não é isso.” – Calrissian falou, tentando resgatar a lembrança específica
  • “Promotor então?” – Lana arriscou um chute.

A Legionária balançou a cabeça em negativa, e o Sith pareceu ficar mais desconfortável a cada momento:

  • “Meirinho?” – Allan chutou
  • “Guarda?” – Gioton tentou de novo
  • “Mensageiro?” – Lana de novo
  • “Membro do Juri?” – Alana

Os chutes continuaram, e Dox sentiu o seu colarinho de repente ficar meio apertado. Não iria demorar muito tempo até que Calrissian se recordasse do encontro dos dois…

  • “Lembrei!” – Dito e feito, Karlla se pronunciou, se levantando do banco, e imediatamente ela se sentou – “Oh…”
  • “Oh?” – Gioton repetiu, confuso

Todos os olhares foram para a Starhavean, que pela primeira vez, olhou para o Sith, com piedade nos olhos. Dox virou a cara, olhando para a parede, por que ele sabia o que estava para vir:

  • “O que? O que que ele é?” – Gioton perguntou.

Karlla sentiu um certo desconforto em se pronunciar, e tentou escolher suas palavras:

  • “Ele é um… técnico…consultor?” -Ela tentou não falar muito.
  • “Técnico consultor? Isso não é tão ruim.” – Lana falou, estranhando a hesitação de Calrissian.
  • “Técnico consultor em que área?” – Allan perguntou, mais direto.
  • “Hã… em…lei fiscal?” – ela falou.

A Legionária fitou o Sith, e seus lábios se moveram num “desculpa” silencioso. Ela realmente estava sentindo pena dele agora:

  • “Lei fiscal. Você quer dizer um técnico em taxas.” – Allan especificou.
  • “Técnico em taxas? É isso? Que tédio.” – Alana falou, perdendo o interesse.
  • “Técnico em taxa não é tão ruim assim.” – Lana falou, tentando olhar pro lado positivo – “Ele ajuda pessoas a lidar com o Imposto de Renda…”

Karlla levou as mãos ao rosto de vergonha,não por ela, mas por Dox:

  • “Ele não ajuda as pessoas, ele trabalha pro governo…” – Ela finalmente revelou tudo.
  • “Você quer dizer?” – Gioton falou, virando-se imediatamente para o Sith

Os olhares de surpresa e espanto recaíram sobre Dox, que fez uma cara de quem tinha acabado de chupar limão com sal…

  • “Ele é inocente.” – Allan declarou, com convicção
  • “Verdade. Até Siths tem um módico de respeito próprio.” – Gioton falou
  • “Puta que Pariu, o cara é Auditor do Imposto de Renda.” – Alana falou, em descrença.
  • “Satisfeitos agora?” – Vynn perguntou, visivelmente corado de embaraço.
  • “Desculpa aí, cara…” – Gioton falou – “Eu achei que eu era um fudido, mas você ganha…”

Dox dispensou mais um olhar sujo, mas sem efeito…

  • “Puta merda… o cara é a mosca no cocô do cavalo do bandido…” – Alana descreveu de forma mais adequada a situação do Sith.

Gioton e Alana olharam um pro outro, e após um segundo de silêncio…

  • “HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!” – O riso da dupla permeou por todo o recinto.

Lana cobriu polidamente o rosto, mas também riu. Karlla, ainda com uma cara de pena, tentou seu melhor para não rir, quase sucedendo em seu intento. Allan não riu abertamente, mas a sombra de um sorriso surgiu no seu rosto taciturno.

  • “Frakk.” – Dox resmungou, uma vez mais sabendo o que viria a seguir…
  • “Se a gente jogar ele numa cova. A terra cospe de volta, HAHAHAHAH.” – Alana começou com o bombardeiro de piadas
  • “Sabe por que a Força criou Os auditores?” – Gioton perguntou
  • “Não, por que?” – Alana entrou no jogo
  • “Por que ela queria mostrar que tinha escória pior que Advogados!” – O Cavaleiro respondeu.

Mais risadas, mais piadas, e Dox começou a cogitar quanto tempo ele levaria para quebrar a trava daquela cela…

  • “Sabe que o Leão mandou uma carta pra simplificar a coleta de taxas no futuro?” – Alana perguntou
  • “Não, o que falava nela?” – Gioton perguntou
  • “Falava primeiro para descrever quanto dinheiro você fez no ano anterior, e então para enviar um valor igual ao que você descreveu antes direito pro leão.”

As barras pareciam meio enferrujadas, talvez Vynn conseguisse forçar uma delas até arrebentar…

  • “O auditor falou pro declarante: Eu sinto muito, mas você não pode declarar o que você pagou no ano passado de taxa como investimento falido.”

Talvez, se ele usasse a corrente que segurava o banco, ele pudesse forçar a porta o suficiente para destrancar…

  • “Se você pensa que ninguém se importa que você está vivo ou não… tente atrasar sua declaração.”

Aquela parede era de concreto, mas o teto parecia ser de alvenaria. Talvez ele conseguisse usar o banco para abrir um buraco no teto…

  • “Você sabe que pílulas anticoncepcionais são deduzíveis né? Basta elas não funcionarem.”

Arrancar a lâmpada do teto era fácil, mas Dox duvidava que ele iria conseguir amperagem o suficiente para se eletrocutar até a morte…

O sith agradeceu silenciosamente à Força quando ele viu Charming entrando no escritório, acompanhando de uma mulher, por que isso acabou com a sua conga da humilhação.

  • “Aqui estão eles.” – Charming falou, e virando-se para a mulher, ele perguntou – “Então, quem são eles, Regina?”

FIM DO CAPÍTULO

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OUF-C1- Era Uma Vez..

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Capítulo 1 – Era uma Vez…

[Vila de Storybrooke, Maine. – Granny’s Diner]

[Uma semana após a Quebra da Maldição]

No pacato diner da cidade que ainda estava se acostumando ao retorno das memórias após a quebra da Maldição da Rainha Má, a vida continuava. Red Riding Hood estava servindo café para Grumpy e o resto dos anões; Cinderella e Príncipe Thomas repartiam uma torta sob os auspícios da nenê do casal, Alexandra; Geppetto e Jiminy Cricket discutiam a situação atual da cidade e seus habitantes, e num canto do balcão, sentado num dos bancos, um outro residente compulsório da cidade estava ocupado no seu tablet e seu café… Ele, como o resto da população de Storybrooke, tinha vindo de outro lugar, mas diferente da maioria da população, ele tinha vindo do universo dos Contos de Fadas, e sim de uma Galáxia Muito, Muito Distante

Desde que suas memórias haviam voltado logo antes da neblina púrpura encobrir a cidade, ele havia entrado em ação, investigando os residentes e buscando respostas para as perguntas que permeavam sua mente. Em particular, duas dessas perguntas tinham prioridade no momento: Quem dentre eles havia sido responsável por eles terem sido transportados para esse mundo, e como eles iriam voltar para a galáxia deles. Foi um segundo tarde demais que ele teve a sensação de que ele não era o único extra-galáctico no recinto.

  • ”Você é um sujeito difícil de se achar, Milorde.”– A voz serena de seu adversário soou ao seu lado, juntamente com o som do banco que ele moveu para sentar-se..
  • ”Aparentemente não o suficiente. Mestre Jedi.” – Ele respondeu, no seu tom cínico usual, desligando o tablet e colocando-o no bolso.

Igor Katarn colocou as duas mãos no balcão, e olhou para Vynn Dox, que calmamente tomou um gole de seu café.

  • ”Eu estou procurando por alguém.” – Katarn falou.
  • ”Não estamos todos?” – Dox perguntou.
  • ”Hilário.” O Jedi respondeu, num tom seco – “Diana ainda está desaparecida. E eu não a ví em local algum na cidade.”
  • ”Tem um mural no centro da cidade para isso, eu creio.” – O Sith informou.

Katarn ignorou o gracejo de Dox e continuou:

  • ”Você é um autocrata compulsivo. Ficar sem controle e sem informação não é uma opção para você.”– Igor declarou – “Eu imagino que você já tenha formulado uma duzia de estratégias e rastreado todos os nossos conhecidos nessa cidade. Conhecidos que muitos de nós estamos procurando, de forma desesperada…”

O Sith se virou para Katarn, tendo lido nas entrelinhas o que ele estava falando..

  • ”Diana não está na cidade.” – Dox falou.
  • “Obrigado.” – Katarn falou, levantando-se do banco. Ele abotoou seu casaco e falou –”Que a Força esteja com você.”

Dox apenas acenou de volta com a cabeça, e ele notou, de forma suspeita, quando o Mestre Jedi decidiu saí pela porta dos fundos. Não se passaram mais que alguns segundos, quando a porta do diner foi aberta de forma violenta.

  • WARLOCK!!A voz irada de Allan Al Lugger soou da porta.

Imediatamente todos os ocupantes do diner olharam para o Cavaleiro Imperial, e então, para o Sith, não por que eles haviam finalmente reconhecido o forasteiro, mas por que para os habitantes da Terra dos Contos de Fadas, “Warlock” significava algo muito ruim… Al Lugger marchou até onde o Executor Imperial estava, e mais duas faces familiares o seguiam; Gioton Windu e Karlla Calrissian apareceram logo atrás do cavaleiro:

  • ”Oh, Frakk!” – O Sith falou, imediatamente antes de chutar o banco contra o Cavaleiro.
  • Humpf!” – Allan grunhiu ao receber o banco na cara, que o fez cair no chão.
  • ”Pra cima dele!” – Gioton gritou.

Calrissian não perdeu tempo, escalando uma cadeira e uma mesa antes de saltar para cima de Dox, que a pegou no ar, redirecionando o salto dela contra a mesa dos anões, onde a Starhavean caiu ruidosamente por cima de Happy e Sneezy. O Sith mal teve tempo de apreciar a cena, sendo o recipiente de um gancho por parte de Windu que o fez cair em cima da mesa de Cinderella e Thomas.

  • Outch!” – Vynn reclamou de dor, olhando surpreso por uma fração de segundos para Alexandra. Ele notou a mamadeira à frente dela e a pegou – “Mil perdões.”

Ele sentiu ser puxado pela jaqueta, e imediatamente esguichou a mamadeira na cara de Gioton, que ficou surpreso e atordoado por um segundo, que foi suficiente para que Dox lhe acertasse uma joelhada no queixo, e uma pezada nos peitos, fazendo-o rolar por cima da mesa de Gepetto e Cricket.

O sith olhou para a porta livre, e rapidamente se locomoveu naquela direção. Agarrando Red Riding Hood pela cintura, ele a moveu do chão de um lado para outro sem cerimônia, buscando a saída, mas a sua decisão de simplesmente não empurrar a moça lhe custou preciosos segundos, uma decisão da qual ele se arrependeu no segundo que ele sentiu a rasteira de Al Lugger, que o fez se desequilibrar, e ele só evitou o chão por ter caído sentado em cima de uma das mesas. Antes que o Sith pudesse se recuperar, no entanto, ele viu, com horror, os dois pés de Karlla se aproximando velozmente do alto…

Do lado de fora do Diner, passantes nem imaginavam o caos que havia se instalado lá dentro momentos antes, mas ao que eles viram um homem voando pela vidraça, batendo e rolando no chão até arrebentar a cerca branca, eles sabiam que algo estava muito errado. Dox parou de rolar no asfalto, olhando para o pneu que se aproximava dele rapidamente. Numa fração de segundos o Sith rolou, evitando ser esmagado, ao que a picape que quase o atropelou parou bruscamente.

Príncipe Charming imediatamente desceu do seu carro, preocupado em ter atropelado alguém, e do lado do passageiro, Henry, neto do príncipe, também desceu. Charming viu o rapaz saindo debaixo do carro, e imediatamente o ajudou a se levantar:

  • Você está bem?” – Charming perguntou, preocupado.

Dox contudo, não perdeu tempo para responder, ao que ele viu Calrissan pulando pela janela arrebentada e Gioton e Allan vindo pela porta…

  • Ei, pra onde você tá indo?Charming perguntou, surpreso, ao que o forasteiro começou a correr.

Karlla saltou por cima do capô da picape, pousando na frente do Sith. Ela imediatamente tentou encaixar um soco, mas o seu golpe foi redirecionado por Dox, que a puxou e a jogou contra a picape. Por trás de Charming, Gioton partiu com uma voadora, da qual o se esquivou e acertou a palma da mão nas costas do cavaleiro, fazendo-o bater contra outro carro que parou no meio da rua. Por trás de Dox, Allan surgiu, e o Sith teve de se defender uma vez mais. O Cavaleiro Das Trevas dispensou uma sequência de chutes e socos que o Sith defendeu. Ele forçou o erro de Al Lugger, esquivando-se num soco que terminou atingindo o vidro do carro, causando muita dor e fazendo-o perder a concentração.

Aproveitando o cachecol que Allan usava, Dox agarrou o braço dele, e saltando, ele rolou em cima das costas do Cavaleiro, acertando dois chutes em sequência em Giotom, que tinha vindo pra cima uma vez mais. Ainda com Al Lugger seguro pelo braço, ele moveu o cavaleiro contra Karlla, que terminou acertando um soco em seu companheiro. Sem perder tempo, Vynn jogou seu ex-companheiro de armas contra a Legionária, fazendo-a perder o equilíbrio. Ela se desvencilhou de Al Lugger à tempo de ver a palma da mão que a acertou bem no plexo, fazendo-a bater contra a picape, e cair perto da porta aberta da cabine. O Sith então bateu com força a porta da cabine da cabeça da Starhavean, colocando-a fora de combate.

Olhando ao redor, Dox viu que ele havia atraído atenção demais, ao que uma multidão começou a se formar, e ele rapidamente decidiu por fugir, mesmo sob os protestos de Charming, Red Riding Hood e de outros… Escorregando por cima do capô de um dos carros estacionados, o Sith alcançou o outro lado da rua e correu em direção a esquina, já formulando sua rota de fuga em sua mente, quando ele foi parado por um bastão de hóquei enfiado no seu estômago.

  • “UGH!” – Dox urrou, quase engasgando e cambaleando para trás.

Ele ergueu os olhos instintivamente, e viu surgir da esquina Lana Lang, com Alana Mallor ao lado dela, com um bastão de baseball . Dox tentou falar alguma coisa, mas ele não tinha fôlego. A Legionária o fitou com um sorriso predatório, e ele sabia que boa coisa não era…

  • Payback, bitch!” – Mallor falou, dando um swing com o bastão.

Dox só sentiu o impacto, e o mundo começou a rodopiar, para logo em seguida, as luzes se apagarem. A última coisa que o Sith conseguiu perceber foi a voz de Charming gritando alguma coisa, e um disparo de arma de fogo…

FIM DO CAPÍTULO

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Dudu Queiroga – Nunca Desistir

Nunca Desistir

By Dudu Queiroga


Escuro da noite, Te sinto perto de mim

Tua luz enche o vazio de dentro

Se calam as vozes; escuto à Ti

Dizendo pra não parar, E nunca desistir

 

Tudo tem seu tempo, A vida nos ensina assim

Seguir enfrentando o medo

Quando procurar alguém, Que me faça sorrir

Te chamo e eu se-ei que Vais estar aqui

 

Faça Luz de trevas , E cura a minha dor

Me enche de Espirito, De Paz e de Amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim Teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

 

Faça Luz de trevas, E cura a minha dor

Me enche de Espírito, De Paz e de Amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim Teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

 

Escuro da noite, Te sinto perto de mim

Tua luz enche o vazio de dentro

Se calam as vozes; escuto à Ti

Dizendo pra não parar, E nunca desistir

 

Tudo tem seu tempo, A vida nos ensina assim

Seguir enfrentando o medo

Quando procurar alguém, Que me faça sorrir

Te chamo e eu se-ei que Vais estar aqui

 

Faça Luz de trevas e cura a minha dor

E enche o meu espírito, De Paz e de Amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim Teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

Faça Luz de trevas, E cura a minha dor

Enche o meu espírito, De Paz e de amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

 

Nunca Desistir

Nunca Desistir

Nunca Desistir

Nunca Desistir

Nunca Desistir

Nunca Desistir

Nunca Desistir

 

Faça Luz de trevas, E cura a minha dor

Enche o meu espírito, De paz e de amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

Faça Luz de trevas, e cura a minha dor

Enche o meu espírito, De paz e de amor

Minha vida dou à Ti

Faz de mim Teu instrumento

Guia os meus passos

Sou Teu filho, SENHOR!

 

Sou Teu filho, SENHOR! Oh-hoh!

 

 

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Homenagem do Mancha PB ao meu Irmão

Está é uma homenagem que a Turma do Mancha Verde PB fez à meu irmão:

(extraído do http://manchaalviverdeparaiba.blogspot.com/2010/12/blog-post.html)

 

Eduardo Queiroga, mais conhecido como Dudu, Xuxa, Salsicha, Magão… O homem que tinha o coração do tamanho dele, Imenso. Pai, filho, cantor,  o Palmeirense Apaixonado que defendia seu time na circunstância que fosse. Amante da música e do esporte, ele dividia seu tempo entre essas atividades, sempre com um sorriso no rosto.
Uma pessoa que buscava sempre dar o melhor de si, fazendo com que seus amigos e as pessoas ao seu redor se sentissem bem melhor, o tempo que fosse, ele fazia isso com louvor. Não é mera coincidência, se você perguntar sobre Dudu, e as respostas serem parecidas ou simplesmente iguais, dizendo que ele foi um homem feliz, um amigo-irmão que muita gente queria… , adjetivos são poucos pra dizer tantas particularidades.
É estranho quando os jovens morrem cedo, fica a sensação que muita coisa ficou ainda a ser feita, mas ele fez tudo no tempo certo, quem conviveu sabe disso, não ficou nada a desejar, o sentimento que nos resta é de saudade, e boas lembranças… Ah as lembranças são muitas e boas, cada um deve ter a sua, o difícil é escolher dentre tantas marcantes, alegres e loucas, que bom que você nos deixou esse misto de alegria e saudade.
Dudu como você mesmo escreveu, que agora você sinta-se eternamente agradecido pelas bênçãos concedidas e pela vida maravilhosa que fostes agraciados por Deus, ele só quer pessoas boas ao seu lado.
Você deixou um vazio imenso por aqui, mas o que acalma o coração dos amigos é saber que onde estiver, estará sempre disposto a estender a mão, abrir os braços para um abraço, sorrir, cantar e se fazer eterno.
A Equipe Mancha Alvi Verde Paraíba, presta essa pequena homenagem, Ao um guerreiro que plantou sementes em toda a Paraíba de como se deve torcer pelo Palmeiras, e hoje graças a você, estamos colhendo os frutos. Obrigado por ter nos dado o prazer de te conhecer.
Saudades Eternas!

 

 

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Sobre a Minha Mãe (Nas palavras do Meu Irmão)

 

Esse foi o Depoimento que Meu Irmão, Eduardo, deixou no perfil da nossa mãe. Aos que ainda tem audácia, o despeito, de abrir a boca para falar de Lucia Helena Stone, da mãe dos meus irmãos e minha mãe, aqui está, nas palavras do meu irmão:

Dudu Queiroga .

A culpa é dela de me colocar no mundo (vou logo dizendo!).

Mas foi ela que me ensionou boa parte de tudo que me transformei hoje.
Cultura, Modo de agir, respeito pelos amigos e a nunca desistir do que quero.

Foi com ela que tive minhas maiores brigas, mas também com ela tive os maiores momentos de diversão.
Foi com ela que chorei ao dizer que ia ser pai, foi com ela que fiquei quando me operei, foi com ela que viajei e aprendi muito do que sei hoje .

Somos tão iguais que nos nossos encontros sempre sái atrito, mas logo depois tudo é resolvido do nosso jeitinho de pedir desculpa.

Sinto falta de seus beijos, seus carinhos, e até de seus gritos.
Sinto falta de sua companhia, de ouvir suas histórias, ou apenas de acordar e vê-la em casa reclamando em inglês de alguma coisa.

sei que hoje tem um oceano de distancia, mas um dia Deus vai recompensar tudo isso e poderemos brigar, fazer as pazes e dizer EU TE AMO novamente.
se cuida Dona Lúcia.

 

 

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União Familiar – Estilo dos Queiroga

Saudacões à todos vocês, que andaram ao lado do Meu Irmão, riram com ele, cantaram com ele, torceram com ele, choraram por ele, sentem a falta dele e agora se revoltam com tudo o que está acontecendo.

Basta apenas que eu me distraia para que os outros pensem que eu desisti…

Vamos por partes… O texto a seguir foi postado no Scrapbook da minha mãe no dia 29 de Novembro, por Brisa, amiga do meu irmão, Eduardo:

Oi Dona Helena, espero que estejas bem…. não tenho dado notícias, estou próxima do final do período na universidade e procurando trabalho, então tenho estado numa correria só..
Estou te escrevendo agora para falar sobre algo chato que aconteceu agora de manhã com a minha mãe. Como eu havia dito a senhora, minha mãe e eu conhecemos Estela, tia de Dudu, ha muitos anos. E hoje minha mãe encontrou com ela no supermercado, e como não conseguimos falar com o senhor José Wilson pra resgatar meu violão que ficou na casa de Dudu, ela resolveu perguntar a Estela…  De uma maneira que eu considerei muito grosseira, a tia de meu brother pediu que minha mãe levasse a nota fiscal do violão e disse que ela fossemos procurar nossos direitos… falou também que só tinha o violão de Dudu na casa e que o playstation dele não estava lá, me desculpa a sinceridade Dona Lucia, mas isso é uma mentira muito feia… na sexta feira, Erika passou o dia com Dudu, viu meu violão no quarto dele, e se não me engano, Elainy também comentou comigo que tinha visto ele lá… enfim… eu sei que a senhora sabe que eu não quero, nem muito menos preciso inventar nada, eu tenho saúde, disposição e graças a Deus, tenho condições de comprar outro violão se eu quiser … não quero mais aquele violão, nem nada que possa me remeter àquelas pessoas que só fazem macular as memórias e lembranças daquele que foi a melhor pessoa que eu conheci… o que me consola, e diminui o constrangimento que eu senti por minha mãe é saber que a lembrança mais importante que eu poderia ter do meu brother, vai ficar guardada no meu coração, o amor e carinho que ele sentiu por mim de graça, e que sempre foi recíproco…
Hoje eu entendo o sentimento que Vinnie sente pelo pai, e o que Dudu sentia… entendo porque no aniversário do pai, ele me ligou e disse que preferia ficar comigo… consigo imaginar o que ele passou pra me ligar dizendo aquilo…
Mas agora ele tá bem e é isso que eu quero, e é isso que importa… as coisas materiais, pelas quais estão fazendo tanta questão… elas vão ficar aqui…. porém os atos… esses não ficarão impunes… nosso Deus é de justiça e misericórdia… e eu só posso lamentar por quem não consegue entender isso….
Fique com Deus… beijos”

Ok… vamos recapitular aqui… uma das amigas de Eduardo, que frequentava a casa dele, que convivia com ele, cuja mãe e ela própria conheciam Maria Estela (a.k.a. Tetela, irmã do Sr. José Wilson, e por conseguinte minha tia). A mãe de Brisa perguntou a Sra. Mª Estela sobre o violão de Brisa, que estava na casa do meu irmão (e que permanece fechada e inacessível para qualquer pessoa fora do círculo de confiança da Honrada e Unida Família Queiroga). Um pedido descabido? Longe disso, ao que o violão pertence à moça, e ela só queria de volta o que pertencia à ela.

Mas, obviamente, este não foi o caso. Tetela Queiroga, numa demonstração de descontrole, grosseria e prepotência, exigiu a nota fiscal do violão, e disse à mãe da moça que elas fossem procurar os direitos dela (na justiça, obviamente).

Muito bem, agora, permita-me voltar no tempo, ao dia 29 de Outubro deste ano, às 8:50 da manhã, horário de Washington D.C. data e horário da conversa telefônica que eu tive com a minha Tia, e que foi, no mínimo, esquentada. Dos 19 minutos em que a ligação durou, o clima “familiar” durou por pelo menos 10 minutos, eu havia ligado para parabenizar o filho mais velho dela, Rodrigo, que estava fazendo aniversário naquele dia, e tudo estava bem, até que ela tocou no assunto do meu irmão.

Nesta data, eu já havia desistido de tentar qualquer solução amigável com o Sr. José Wilson em relação aos pertences do meu irmão, que são por lei, patrimônio do meu sobrinho, Lucas, filho legítimo e assumido do meu irmão, e único herdeiro dele. Para isso, eu já tinha tomado providências, empregando ajuda de um profissional da área jurídica.

Minha Tia tentou, pela enésima vez, colocar as coisas em panos quentes, tentando negar a existência do Playstation 3 do meu irmão (e por tabela, o desaparecimento do mesmo, que estabelece um furto), falando da intenção de comprar outro console para dar para meu sobrinho, e negando a existência de itens pessoais da minha mãe e da minha vó entre as coisas do meu irmão que foram achadas na casa dele (o que vai de contrário à duzias de testemunhos em contrários já coletados entre os amigos que frequentavam a casa do meu irmão).

Eu, numa tentativa de encerrar o assunto alí mesmo (por que eu não tinha interesse nenhum de ficar discutindo com ela), informei a ela que eu não estava mais preocupado com este assunto, por que a assistência jurídia a qual eu estava contratando iria cuidar do assunto. Dai, tudo mudou.

Eu posso facilmente dizer que até este momento, eu estava falando com Maria Estela Queiroga, minha Tia, minha madrinha, e alguém que eu considerava uma pessoa justa e equilibrada. A Tetela Queiroga que passou os passei os nove minutos seguintes gritando, esperneando e usando palavras de baixo calão dificilmente seria considerada justa e equilibrada. Traçando um paralelo com eventos recentes, eu diria que o que houve foi o equivalente de que, se durante um dos debates para o segundo turno para Governador da Paraíba, Maranhão tivesse perdido as estribeiras, e ignorasse as regras do debate, gritando e apontando o dedo para Coutinho, enquanto que este permaneceu impassível, esperando o piti do seu opositor acabar, defendendo-se quando necessário, mas apenas isso.

O comportamento da minha tia foi completamente destoante do normal, e por isso mesmo, suspeito. Até aquele momento, eu achei que ela era uma das pessoas que estavam interessadas em fazer valer os direitos do meu sobrinho, e que ela havia sido contrária à decisão do Sr. José Wilson de permitir o acesso da minha mãe à residência do meu irmão. Ela disse repetidas vezes que eu estava fazendo uma besteira em colocar um advogado no meio (na verdade, o termo que ela usou foi muito mais chulo do que isso, mas em respeito aos leitores, eu não irei reproduzir palavra-por-palavra o que foi dito), acusou minha mãe de ter abandonado meu irmão (outra invenção inverdade fantasiosa que a Honrada e Unida Família Queiroga tenta divulgar como fato), ponto no qual eu defendi minha mãe, e provando mais uma vez naquela ligação que ela é de fato irmã do Sr. José Wilson, ela desligou o telefone na minha cara (de forma infinitamente mais gentil que o Canalha-Mór, mas não deixando de ser uma grosseria.)

E este, foi o último contato que eu tive com qualquer membro da família, até esta manhã. Eu liguei para minha Vó, para dar mandar um beijo para ela e desejar a ela um feliz natal, e um feliz ano novo, perfeitamente ciente de que essa pode ter bem sido a última vez que eu falei com ela. Eu não vou voltar atrás, eu não vou recuar nem vou exercitar moderação. Meu sobrinho é o que resta do meu irmão nesta terra, ele é o legado dele, e eu vou continuar, até que os direitos dele sejam respeitados, custe o que custar.

Agora, voltando ao tópico da minha tia: Creio eu que esta seja a verdadeira face dela, e que por toda a minha vida, aquela que e eu pensava que era minha madrinha era na verdade uma pessoa completamente diferente? Não, por que eu sei que ela foi uma das que mais brigou com o Sr. José Wilson em relação ao meu sobrinho, e ela foi, juntamente com minha Vó, uma das pessoas a aconselhar minha mãe à buscar os direitos dos dois filhos pequenos dela diante de um ex-marido, omisso, irresponsável e cuja namorada abertamente tinha comportamentos completamente opostos em relação à mim e à meu irmão, sendo gentil e toda cheia de sorrisos na presença da presa (i.e. Sr. José Wilson), e sendo uma megera quando o mesmo virava a cara (e aqui está o resto da explicação para o nome “nome oficial” pelo qual os amigos mais antigos e também os amigos mais chegados tem se referido à mesma pelos últimos 20 anos, Mocra, que é uma contração carinhosa de “mocréia”).

Então, por que esta mudança drástica de comportamento da minha tia? Bem, eu não leio mentes, mas eu imagino que o estresse de ser colocada na posição indesejável de defender e justificar a indefensável e injustificável canalhisse do irmão dela tem muito à ver com isso. Especialmente, por que ela não tem de defender o Sr. José Wilson da ex-esposa dele, ela tem de defendê-lo do sobrinho dela, filho do indivíduo em questão, e que ela sabe que (ainda que não vá dizer isso publicamente) tem direito moral e legal de ver os direitos do Filho de Eduardo respeitados.

Bem, Tia, o que eu vou escrever agora é dirigido à Senhora:

Eu sinto muito que a Senhora tenha sido forçada pelas circunstâncias à ter de defender seu irmão, a quem a Senhora criticou diversas vezes por ter sido ausente e deixar a Mocra fazer o que ela queria com os seus dois sobrinhos, e também a quem à Senhora, do jeito que pôde, confrontou para tentar fazê-lo mudar de idéia e conhecer e aceitar o neto dele. Eu realmente sinto muito, a Senhora não deveria ter sido colocada nessa posição, e eu tentei evitar ao máximo trazer a senhora no meio dessa briga. Eu entendo sua posição perfeitamente, e eu sei que a Senhor foi verdadeiramente sincera quando disse no telefone que me amava, antes de desligar às pressas. E eu lhe digo o mesmo: a Senhora é minha madrinha e eu também lhe amo muito, e isso é algo que nunca vai mudar.

Eu entendo, mas não quer dizer que eu aceito. A Senhora está tentando defender o indefensável. A Senhora tentou justificar o injustificável. e agora, a Senhora, emulando o canalha do seu irmão, destratou uma mulher a quem a senhora conhece há anos, somente por que ela, que como o resto de todas as pessoas que conheciam Eduardo, não conseguem enxergar uma razão plausível para o espetáculo deplorável que o Covarde de quem eu tenho nojo de ser filho está apresentando, primeiro com a recusa abritrária de impedir a mãe do meu irmão de visitar a casa onde ele morava, depois com a completa falta de interesse em sequer buscar as autoridades para saber o que estava se passando no processo penal contra o marginal que matou o próprio filho, e finalmente, sendo grosseiro, gritando e desligando o telefone na cara dos amigos de Eduardo, da namorada dele, e do irmão dele, este que vos escreve.

A Senhora, Tia, agora é cúmplice do Canalha do Sr. José Wilson, e a Senhora está acobertando ativamente o crime dele. Sim, crime, por que perante à lei, Meu irmão, Eduardo Sá Barreto de Queiroga tem um filho, Lucas, que é o único herdeiro dele, e impedir que ele tenha acesso ao que é dele por direito é crime.

E ainda que a Senhora tenha dito que meu irmão era um “Pobre de Espírito” e era uma pessoa de Paz, a Senhora ignora o fato que Eduardo é um indivíduo extremamente talentoso, dedicado, e provavelmente a Senhora não saiba que ele estava preparando-se para lançar um CD de Músicas Cristãs.  E sim, meu Irmão é de paz, mas ele também é reto, e não se cala diante de inustiças, e lá, de junto ao Senhor e Salvador da vida dele e da minha, à quem ele entregou a vida assim como eu fiz, e a quem ele servia assim como eu sirvo, Ao lado do Pai, ele está vendo o que eu estou fazendo, e mais ainda, o que a Senhora está fazendo, e o que o Sr. José Wilson está fazendo.

Minha briga nunca foi pelo aspecto financeiro, até por que Sarita NUNCA precisou da ajuda de ninguém para criar o filho, e às próprias custas o mandava todos os anos para passar as férias com meu irmão. As coisas que eram do meu irmão, que pode parecer sem valor para você, mas que para Lucas, vão ser importantes para toda a vida. As letras que Eduardo escreveu, as músicas que ele gravou, as fotos que ele tirou, as coisas de Vovó Jujú e da nossa mãe que ele guardou e das quais NUNCA se desfez não tem valor monetário. Não há uma quantia alta o suficiente para pagar por estas coisas. Elas não tem preço. Elas são as coisas que meu irmão valorizava, guardava e se orgulhava de ter, são a arte que ele criou, aperfeiçoou e que expressou de forma única. E tudo isso pertençe a Lucas.

E se isso significar que nunca mais eu ouça sua voz, ganhe um beijo seu e um sorriso, este é um preço que eu estou disposto a pagar. O legado do meu irmão pertençe ao filho dele, e é o filho dele, e eu irei proteger esse legado, e eu não o farei sozinho, eu farei junto com as centenas de pessoas que surpreenderam à Senhora e aos outros que hoje são cúmplices como à Senhora, quando apareceram naquela casa funerária, e que tem aparecido a cada dia, mais e mais, como a mãe para a qual a Senhora mentiu e mandou buscar os direitos dela.

Eu me despeço, agradeçendo pelos anos de amor, e desejando um feliz natal e feliz ano novo.

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A quem interessar possa….

Hoje, eu soube que o assassino do meu irmão está livre. Ele foi reconhecidos pelos amigos de Eduardo lá no miramar.

O Ministério Público provou mais uma vez sua incompetência ao não dar uma sentença ao marginal dentro do prazo estabelecido pela lei, e sem sofrerem nenhum tipo de pressão por parte da Honrada e Unida Família Queiroga, que estavam ocupados demais enchendo a boca para dizer que minha mãe havia “abandonado” meu irmão, impedindo o acesso dela à casa onde ele morava, e agora, mentindo descaradamente sobre os pertences do meu irmão, mantendo-os ilegalmente do meu sobrinho, filho do meu irmão e único e legítimo herdeiro de tudo que era do meu irmão.

Meu pai, que teoricamente deveria ser um dos mais interessados em que a justiçafosse feita, foje de toda e qualquer responsabilidade nesse respeito, desligando telefone na cara dos outros, sendo grosseiro e covarde (a índole natural dele), se negando a se envolver em qualquer investigação policial e sem exercer nenhuma pressão junto ao MP, como se fosse ele o criminoso e ele estivesse em dívida com a lei.

Mas ele é culpado sim. culpado de muitas coisas: como pai, é culpado de omissão, de irresponsabilidade, de nunca, jamais, representar um modelo decente e desejável para os seus dois filhos mais velhos. Ele é culpado de ser conivente com os maus-tratos e hostilidade de uma mulher ciumenta e insegura que descontou em dois garotos quaisquer que fossem suas frustracões em relação ao casamento fracassado do homem com quem ela eventualmente veio a se casar e ter outros dois filhos.

Ele é culpado de sempre criticar, jamais encorajar, e nunca participar nas vidas de seus filhos. Meu irmão era um músico, um lutador de Jiu-Jitsu, professor na academia, e um Cristão, crente em Jesus Cristo, a quem ele entregou a vida, e por quem ele vivia, e foi um pai atencioso e carinhoso com meu sobrinho, Lucas.

Meu pai NUNCA foi vê-lo tocar, NUNCA foi vê-lo lutar, NUNCA o viu ensinar, fez pouco e foi grosseiro quando soube da escolha do meu irmão em se batizar, e NUNCA o tratou com dignidade e respeito, mesmo quando todos os outros o tratavam assim, e na prova-mór de canalhismo, Ele fez a sugestão de que a mãe de meu sobrinho abortasse a gravidêz, brigou com meu irmão quando ele foi à maternidade ver o filho, depois de tê-lo mantido afastado da mãe do filho dele durante toda a gestação na base do terror psicológico.

Mas meu irmão teve personalidade no final, e mesmo diante das humilhações e grosserias que ele sofreu perpetradas pelo próprio pai, ele se manteve firme, e foi um Pai carinhoso, participativo, e que é o melhor exemplo para um filho que um pai poderia dar. meu sobrinho Lucas é abençoado nisso, por que meu irmão em nada puxou o mau-caráter que ele teve como pai. Em 10 anos, meu irmão foi um melhor pai do que o pai dele foi em 30 anos da vida dele.

E obviamente, a “Família Querida” fica unida em torno deste exemplo deplorável de ser humano e e fracasso como pai, fazendo vista grossa para tudo de errado que ele fez, e como de costume, culpando minha mãe, achando que estas são as palavras dela, não as minhas, e que é a influência dela, fazendo minha cabeça.

Obviamente, eles acham que estão lidando com o rapaz magricela e inseguro que um dia, à 10 anos atrás, deixou para trás tudo que conhecia para começar uma nova vida. humpf… pobres coitados. Eles mal sabem que eu não tenho nenhuma reserva em utilizar quaisquer meios que forem necessários para conseguir o que eu quero, e não me importa quantos caos eu tenha de criar, e quantas ilusões de uma família perfeita eu tenha de destruir para conseguir o que eu quero.

Como não tomam nenhuma atitude, a não ser a de se absterem em tomar qualquer atitude, eu, do outro lado do hemisfério, tenho que fazer o que eles não fazem… ou melhor dizendo, o meu advogado tem de fazer, ao que eu não estou presente, incluindo fazer o possível para que o assasino do meu irmão volte para a cadeia e permaneça lá.

A Honrada Família Queiroga pode ser omissa, mas os amigos do meu irmão não são, e eles por sí próprios, fizeram mais nestes meses desde o assassinato do meu irmão do que qualquer Queiroga residente no território nacional, e por isso eles tem meu agradecimento eterno.

Eles são a família que meu irmão escolheu e prezou por eles, e por isso, são minha família também. Geco, Andre, Cego, Parreira, Tércio, Elaine, Eliza, Erika, e todo so outros que fizeram parte da vida do meu irmão, cantaqram com ele, riram com ele, choraram com ele, e choraram por ele.

E Sarita a mãe do meu sobrinho, uma pessoa íntegra, honrada, decente, independente, que é uma mãe maravilhosa e uma amiga fiel do meu irmão. Qualquer pessoa com o sobrenome Queiroga tem de dobrar a língua e pensar muito bem antes de sequer falar o nome dela, por que ela tem

mais dignidade na ponta do pé do que meu pai tem no corpo gordo e inchado dele.

E Lucas, grande Luke Skywalker, meu sobrinho, filho do meu irmão, de quem ele herdou a inteligência, o carisma o sorriso, e a coragem. Essa semana eu soube que ele foi na polícia lá em Brasilia, sozinho, para denunciar um menino mais velho que tava sendo um bully com ele. SOZINHO, com 10 anos de idade.

Meu Sobrinho, de 10 anos de idade, foi à polícia, sem medo.

Meu pai, com meio século, se borra de medo, desliga o telefone na cara dos outros, fecha a porta, grita e esperneia feito um pirralho de 5 anos de idade para não ir à polícia.

Eu guardo uma foto do meu pai, e toda vez que eu olho para ela, é para me lembrar de tudo aquilo que eu não quero ser, como homem, ser humano, marido e pai. E um dia, ele vai saber disso.

Um dia, ele não vai ter como se esconder, para onde correr, e ninguém para defender o indefensável. Um dia, não vai haver um telefone para desligar rudemente, uma porta para bater na cara, um grito auto o suficiente para assustar, e nenhuma grosseria o suficiente para intimidar. Um dia, ele vai ouvir, da boca do primogênito dele, todos os fracasso dele como pai, todos os atos deploráveis como ser humano, todos os momentos de covardia como homem, e a desonra como marido que ele é,

E então, ele pode continuar com a vida dele, mas desta vez, sem nenhuma ilusão sobre o que ele ou qualquer outra pessoa acha de quem ele é na verdade.

Atenciosamente

Vinnie Sá Barreto de Queiroga

 

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Urubu Hexa (ou Penta, se vc souber contar)

 

Saudações, Cidadãos Imperiais…

Primeiramente, eu devo declarar que o Senhor Meu Pai, Urubu Nato, está em estado de graça… se melhorar, vira purpurina… Depois de 17 anos de espera, o Flamengo chegou lá. (O que eu acho engraçado são as vozes dizendo que, por que o Tricolor Paulista não conquistou o Hepta, que seria o Tetra seguido, a era tricolor acabou). Até hoje estão soltando rojão lá em João Pessoa #Reduto de metade dos Flamenguistas no Território Nacional#, para desespero do Meu Irmão Porco, que além de ter de amargurar um quinto lugar depois de ter passado praticamente o Campeonato inteiro lá em cima, ainda tem que aguentar viver em uma cidade cuja a poluição sonora agora faz Kandahar #Zona de Live Action do Counter Strike RPG, Afeganistão# parecer um asilo para velhinhos.

Mas a vida dos vizinhos de CT do tricolor está ainda muito boa, se comparada à vida do Sr. Silvio Guimarães, presidente do IXXXXXport HELLcife, que além de ter o time rebaixado, ainda está completamente desmoralizado, ao que o pedido dele à imprensa, de não chamar o time carioca de Hexa-campeão (por conta do campeonato de 1987) foi complexamente ignorado.

Resta agora, saber se eles vão realmente levar a diante a ameaça feita dias antes de processar quem chamasse o Flamengo de Hexa…

De qualquer maneira, a vitória sobre o Grêmio (que foi muito bem ensaiada, até com os gauchos marcando primeiro, só pra dizerem que não estavam entregando o jogo)  deu ao Flamengo o título, ainda que o momento mais emocionante do jogo tenha sido no domingo anterior, quando a nação gremista cantou em uníssimo, muito bem afinado, uma ode ao Rubro-negro carioca. E ainda tem gente dizendo que o Grêmio não ia entregar…

De qualquer maneira, Internacional conseguiu o seu honrosso segundo lugar, à frente de São Paulo e Cruzeiro, terceiro e quarto lugar, respectivamente, e à frente do Palmeiras, que literalmente salvou o Botafogo e deixou escapar a Libertadores…

Agora, com o campeonato terminado, resta saber quem será o Cavalo Paraguaio 2009, e o meu voto vai pro Corinthians…

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Brasileirão 2009 37ª Rodada (ou Como o São Paulo perdeu o HEPTA)

Saudações Tricolores!!!

A Penúltima Rodada do Campeonato Brasileiro será para sempre lembrada como “A Rodada em que o São Paulo perdeu o Hepta-Campeonato”. Culpados? Existem muitos, A Diretoria, Os jogadores, o Treinador, E por ai vai… o importante é que o São Paulo, Hexa-Campeão e que levou os últimos três campeonatos brasileiros, não vai fazer um tetra seguido. O Tricolor entrou em campo no Serra Dourada, como o único time que podia ser sagrar campeão por antecipação (ainda que dependendo de resultados que não aconteceram, de qualquer maneira, mas ainda assim, com uma chance), e depois de uma derrota vergonhosa, de virada, por 4×2 para o Goiás, voltando para a capital paulista em quarto colocado, com uma vitória a menos que Inter e o Rubro-Negro, e um saldo de gols menor que o Alviverde,e literalmente, precisando de 4 milagres para ser Campeão uma vez mais. O próprio Superintendente de Futebol, Sr. Marco Aurélio Cunha, já declarou que um título para o São Paulo esse ano não dá mais, e eu concordo com ele.

Melhor para o Meu Pai Urubu, que está em estado de graça, rindo a toa, depois de uma vitória sobre o ulTimão #Segundo no Panteão dos Times mais Odiados#, que nem com a minha boca-de-praga, ligando pro velho no meio do jogo pra dá azar, conseguiu fazer um golzinho… O Flamengo venceu o Corinthians por 2×0 e assumiu a liderança da tabela na penúltima rodada do campeonato, e com sólidos 64 pontos, indo para a rodada final, em casa, no Maracanã, sem depender de ninguém, e ainda contando com a completa boa-vontade do Vice do Inter, que só de despeito ao Maior Time Gaúcho, já avisou que vai colocar o time reserva em campo, e já tem a torcida cantando odes ao time carioca que, teoricamente, eles vão jogar contra (eu prevejo tabelinhas belíssimas entre a defesa gaúcha e o ataque carioca, e o goleiro fazendo um salto espetacular só pra sair bem na foto, já que ele vai deixar a bola entrar mesmo).

Em segundo lugar, o Internacional vem de uma vitória de virada em cima do Ixxxport HELLcife, ganhando do Sport por 2×1, e pulou para a segunda posição com 62 pontos, e vai partir para cima do Santo André na última rodada, jogando contra 33 jogadores (11 do Santo André, 11 do Flamengo e 11 do Grêmio). Considerando que o Presidente do Grêmio já declarou publicamente que o Inter não pode confiar no seu vice, só resta o consolo da vaga garantida para a Libertadores.

Em Terceiro Lugar, o vizinho de CT do Tricolor vem ressurgido das cinzas… Os jogadores entraram em campo sob a ira da torcida, o desapontamento do Meu Irmão Porco, que organizou a torcida alviverde das Terras de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, levou todo mundo pra Terra da Garoa, e ainda de quebra viajou e se hospedou de graça, tudo para apoiar seu time, que contra todas as chances, depois de perder a liderança, despencar na tabela e sofrer na mão de pseudo-árbitros, não decepcionou. O Palmeiras venceu o Atlético Mineiro por 3×1, ficando com 62 pontos também, atrás do Inter com uma vitória a menos, e de quebra, voltou a sonhar com o título (ainda que um sonho difícil, pois também joga contra 44, sendo 11 do Botafogo, 11 do Inter e  22 do combinado Urubu/Vice-Do-Inter), fez as pazes com a torcida e ainda deu um banho de água fria no Galo, que perdeu a chance de brigar pela vaga na Libertadores.

Em quarto,o São Paulo dá adeus ao título, depois da derrota vergonhosa para o Goiás por 4×2 (e eu não estou nem ai se rolou mala branca pra o time Goiano, a obrigação sãopaulina era ganhar), despencando 3 posições na tabela, ficando atrás do Inter e do Porco na tabela com os mesmos 62 pontos, uma vitória a menos que o time gaúcho e com 3 gols a menos que o vizinho carcamano. Resta ao Tricolor agora, terminar o ano com uma vitória sobre o Ixxxport HELLcife no Morumbi, pelo menos para garantir a vaga na Libertadores.

Fora do G-4, mas ainda sonhando com a Libertadores, o Cruzeiro vem de um um massacre sobre o Coritiba por 4×1 e agora sonha com um tropeço dos times paulistas e uma vitória contra o Santos.  no meio de campo, o Atlético Mineiro caiu para Sexta posição após perder para o Palmeiras, o Grêmio subiu para Sétimo após a vitória em cima do Barueri, Goiás também subiu, para Oitavo, depois de estraçalhar os sonhos tricolores, Avaí desceu duas posições depois de empatar com o peixe, ficando e Nono, as Galinhas Pretas continuam em décimo depois de abrirem as pernas pro Urubu (Pássaro Preto com Pássaro Preto se entendem), o Santos subiu para a Décima Primeira. Baruerí, depois da derrota pro Vice do Inter, caiu para a Décima Segunda posição, e na Décima Terceira posição, o Vitória da Bahia se manteve, depois da caridade feita ao Tricolor Carioca (perder de 4×0 pro Flu só pode ser caridade).

Na boca da zona da degola, Atlético Paranaense já comemora por anteçipação o não-rebaixamento, após a vitória por 2×0 que deixou a situação do Bota mais preta que o preto do escudo. O Fluminense subiu duas posições, depois da caridade feita pelo Vitória, que entrou em campo só pra assistir mesmo, e saiu da zona de rebaixamento após 24 rodadas. Logo abaixo, vem o Coritiba, que depois da derrota para a Raposa, vai fazer um jogo de vida ou morte contra o Tricolor Carioca para se manter fora da Zona de Rebaixamento.  Outro jogo de vida ou morte, valendo a permanencia na série A, vai ser o jogo do Botafogo, que perdeu do Atlético Paranaense e voltou ao Z-4.

Na Zona à Espera de Milagres, o Santo André ganhou o último fôlego após rebaixar efetivamente o Náutico, e agora tem pela frente o Inter, e ainda tem de torcer pelo tropeço de Coritiba e Botafogo, e uma combinaçào de resultados que requer um PhD em Física Quântica para se atingir. Já rebaixados, Náutico e Sport jogam só pra cumprir tabela…

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