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Fan Wars 2.0

Episódio I-Capítulo1-Ato I: Chegada (Continuação)

CONTINUAÇÃO…

 

[Espaçoporto de Theed]

 

O resto do percurso até o espaçoporto foi tranquilo, e logo a comitiva Real chegou à plataforma onde um transporte com o emblema da República Galáctica havia acabado de pousar, e a rampa de descida estava sendo baixada naquele momento. Duas outras carruagens estavam à postos, prontas para transportar os recém-chegados, quando a carruagem real parou entre elas.

 

A pequena rampa de acesso se estendeu de imediato, e logo os dois guardas desceram do transporte, sendo seguidos por Pellaeon e Sullivan, Amidala, e finalmente Whiteridge e Naberrie. As cinco notaram ao que um grupo começou a descer a rampa da espaçonave, todos em trajes que os denunciavam de imediato como Cavaleiros Jedi. O grupo era misto, e em meio uma duzia de adultos, havia quase vinte adolescentes que pertenciam à mesma faixa etária de Brianna e Feh.

 

Grant seguiu à frente do grupo, juntamente com Wayne, Adams e Hol, todos eles abaixaram os capuzes, e Grant saudou a comitiva de boas-vindas:

 

  • Majestade – O Grão-mestre falou, curvando-se respeitosamente – Eu sou Ted Grant, da Ordem Jedi, e eu e minha milícia viemos aqui atender o pedido de assistência de Naboo.

  • Bem vindo, Mestre Grant, e bem-vindos a todos – Amidala falou, de forma graciosa – Em nome do meu povo, eu agradeço por sua assistência neste momento tão crítico.

O veterano virou-se, estendendo sua mão para os outros mestres, e falou:

 

  • Estes são Mestres Wayne e Adams, do Conselho Jedi, e esta é nossa estrategista, Mestra Hol. – Ted falou. – Nós estamos prontos à prover suporte as forças de seguranças de Naboo e garantir a segurança da população.

Helena apontou para Valéria, e falou:

 

  • Esta é Comandante Valéria Pellaeon, a nossa chefe de guarnição de Naboo, e que após a tragédia de Chommel, está atuando interinamente como líder das forças de segurança do Conglomerado. – Amidala informou.

  • É bom contar com o talento de um estrategista Jedi – Valéria falou – Minhas milícias estão sob grande estresse com as incursões da Federação nas semanas recentes.

Adams aproveitou o momento para se fazer ouvido:

 

  • Majestade, Eu fui apontado como Liason do conselho nesta missão, e é meu dever informar que nossa missão aqui é assegurar a segurança da capital, e a sua própria, dado o fato que milady é a líder do Conglomerado agora – Nathaniel falou – Mas nossa ação se limita à proteção. Nós não iremos lutar suas batalhas por vocês, ao que a disputa entre o Conglomerado Chommel e a Federação de Comércio ainda continua em tramites no Senado Galáctico.

Valéria e Chloe se olharam, mas antes que uma delas falasse algo, Helena respondeu:

 

  • Eu estou certo que a mera presença da Ordem Jedi em Naboo será o suficiente para desencorajar mais ataques de nossos adversários, Mestre Adams. – Amidala falou.

  • A Federação certamente irá pensar duas vezes em atacar o planeta depois que nós devolvermos os cruzadores deles em forma de sucata. – Jimmy Olsen falou, por trás do grupo.

De imediato os outros olharam para o Herói Sem Medo que começou a descer a rampa, com seu padawan seguindo logo atrás. Os outros padawans abriram caminho ao que o garoto-propaganda da Ordem Jedi desceu a rampa, se aproximando dos outros mestres.

 

  • Nosso papel aqui é garantir a segurança dos locais, não engajar em combate contra forças militares. – Nathaniel falou, com uma expressão severa.

Jimmy olhou para o Mestre Jedi de relance e falou:

 

  • Considerando-se que são as forças militares que estão atacando áreas civis, neutralizar a armada inimiga é a melhor forma de proteger a população. – Olsen falou, com a mesma expressão ousada, e o sorriso fácil que irritava seus críticos.

Antes que Adams pudesse falar alguma coisa mais, Ted se meteu, e falou:

 

  • Permitam-me apresentar-lhes Jimmy Olsen, um dos nossos mais talentosos Cavaleiros. – Grant falou.

  • É difícil não reconhecer O Herói Sem Medo, herói da pacificação de Kashyyyk, Kernus e Korriban… – Amidala falou – Seja bem vindo à Naboo, Mestre Olsen. Nós estamos honrados com sua presença.

  • A honra é minha de poder servir. – Olsen falou, se aproximando da comitiva Naboan.

  • Bem, eu acho que nós podemos seguir de volta para o palácio, afinal de contas, a viagem de vocês deve ter sido exaustiva. – Helena falou.

Grant acenou com a cabeça, e logo, os Jedi começaram a entrar nos transportes.

 

FIM DO ATO I

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Episódio I-Capítulo1-Ato I: Chegada

CAPÍTULO UM: NABOO

 

ATO I – Chegada

#Ano 25031 da República Galáctica#

#Ano 10 Antes da Batalha de Coruscant#

 

[Planeta Naboo] #Setor Chommel – Atualmente em Guerra#

 

Na imensidão negra do espaço, uma explosão de luz ocorreu ao que uma nave de transporte deixou o hiperespaço. Na fuselagem, o símbolo gravado da roldana envolta por arcos denotavam sua origem Republicana, e seus passageiros tinham uma missão em suas mãos:

 

  • Eu não posso lhe dizer o quanto eu considero esse curso de ação perigoso.Shayera Hol #Shayera Hol, 31; Thanagarian; Guerreira Lendária, Mestra da Força, Asas# reclamou, pela trigésima vez desde que eles deixaram a Cidade Galáctica, horas atrás.

  • Sua reclamação foi devidamente registrada, Hol, agora, sente-se e feche o bico. Ted Grant #Ted Grant, 51; Coruscanti; Guerreiro Lendário, Mestre Lendário da Força#, o Grão-mestre Jedi Ex-Aposentado falou, enquanto ele se mantinha concentrado nas plantas esquemáticas que ele estava analisando.

A Thanangarian olhou para o Veterano, e mesmo contrariada, ficou calada, sentando-se na poltrona. Do outro lado da sala, Oliver Queen #Oliver Queen, 28; Alderanian; Guerreiro Lendário, Mestre da Força, Precisão sobre-humana, Arco#, com o seu humor usual, comentou:

 

  • Nada como um Gato para fazer uma ave ficar na dela. – Ollie falou, com uma expressão canalha.

  • Fica na tua, Nerfherder, antes que eu pegue essas suas flechas e as enfie onde o sol não brilha! – Shayera respondeu, nada satisfeita

Queen apenas deu o seu sorriso cafajeste, e recostou-se na sua poltrona. Irritar a Thanangarian de sangue quente era praticamente um hobby para ele, ao que ela sempre reagia da forma errada, o que tornava a rotina de provocação duplamente divertida.

 

  • Basta vocês dois – Grant falou, severo.

Os dois Jedi acenaram com a cabeça para o Grão-mestre, sabendo bem que era extremamente prejudicial para a saúde desobedecer o veterano. O arqueiro decidiu deixar Hol e Grant e os esquemas estratégicos deles, e caminhou pelo corredor, passando para o deck adjacente, onde o replicador de alimentos estava. O sorriso que ele tinha no rosto aumentou, ao que ele viu, em frente ao painel de seleção, um dos padawans cujos mestres haviam sido escolhidos para a missão, e melhor ainda foi ao que ele não precisou nem ver por baixo do manto para saber que era o pulilo de Jimbo… Ollie sabia o que eles davam para as crianças Zodians crescerem tanto, mas devia ter fermento envolvido…

 

Ele observou por alguns segundos ao que o padawan se manteve parado em frente ao console, e o Jedi se dirigiu à ele:

 

  • Eu não sei se Jimbo lhe disse mas, em frente ao replicador de alimentos é um local muito inconveniente para se meditar. – Queen falou, com uma expressão entretida.

Ele notou ao que a cabeça do padawan se moveu de leve, e ainda sem se virar totalmente, ele respondeu:

 

  • Eu não estava meditando. – Ollie o ouviu falar.

Queen se aproximou, ficando ao lado do Zodian, claramente invadindo o espaço pessoal dele, e falou:

 

  • Bem se você está esperando Ração Korribanian aparecer nesse replicador, está perdendo seu tempo. – Queen falou – Essa máquina só serve comida de verdade, e de preferência, bem cozida.

Vynn “Vinnie” Warlock #Vynn Wawr-Lok, 15; Zodian; Força-Sensitivo, Intelecto Nível 12 (em desenvolvimento)# deu um passo para o lado, incomodado com o comentário bairrista do mestre Jedi, mas ele não sabia melhor do que discutir com um mestre por besteira. Ele já entrava em problemas demais discutindo com seus instrutores, e entrar em uma discussão com um malandro-mór como Queen era pedir para ser zoado. Ele observou ao que Queen mudou o menu, ignorando completamente o que ele havia selecionado antes, e fez uma rápida seleção do café que ele tomava costumeiramente. O Arqueiro pegou a xícara que se materializou, e falou:

 

  • Você não vai pedir nada? – Oliver perguntou, o que fez o padawan se virar para ele, com a boca abrindo e fechando, como um peixe fora d’água, como ele sempre fazia quando era provocado.

Ollie sorriu, observando entretido ao que o jovem Zodian uma vez mais tinha dificuldades em se expressar, como ele sempre fazia quando era provocado, e notando a ausência de um certo item que era sempre motivo de zoação, ele falou:

 

  • Ahhh, você tirou seu aparelho! – Ollie comentou, o que fez o Zodian fechar sua boca de imediato. O arqueiro de uma batidinha de cotovelo na costela dele e falou, com uma expressão sacana. – Agora eu tenho certeza que as aulas de sociabilidade vão ser muito melhores e livres de “acidentes”. Eu aposto até que essas espinhas vão sair da cara logo-logo.

Queen teve de se segurar para não gargalhar de rir, mantendo a sua melhor expressão amigavelmente cafajeste no rosto, ao que o Zodian ficou vermelho, e inchou que parecia um peixe baiacu. Warlock virou-se de súbito, e marchou para fora do deck com raiva. Ele mal notou ao que passou pela mestra Josefa Tiik #Josefa Tiik, 21; Twi’Lek; Mestra da Força, Guerreira de Elite, Intelecto Nível 10, Super-Engenharia#:

 

  • Oh, Vynn, olá! – A Twi’Lek falou, e olhou surpresa ao que ele passou apressado por ela – Hã? Alguma coisa errada?

O padawan desapareceu numa das bifurcações, e Josefa virou-se, notando dois padawans sentados numa das mesas do deck, e o Arqueiro olhando para ela, com uma expressão de quem estava se segurando para não rir. Josefa não precisou mais do que um momento para entender o que havia acontecido, e falou, severa:

 

  • Oliver Queen, você não tem vergonha não? – Tiik perguntou – Ficar provocando um padawan! Onde já se viu isso?

  • Que culpa eu tenho se o guri se ofende por qualquer besteira? – Queen perguntou. – Esse padawan parece que já acorda de mal com a vida, eu, héim?

Josefa se aproximou dele, dando um tapa na nuca dele e falando:

 

  • Ollie, se você tivesse crescido sem seus pais, e sem uma família, num orfanato paramilitar, como você acha que você seria? – Josefa perguntou.

Queen levantou os braços em polvorosa, ao que ele sabia que ela iria tocar na mesma tecla de sempre.:

 

  • Ahhh, você é essa mesma velha ladainha… – O arqueiro falou – Então, o menino tem uma história triste… eu sinto muito por ele, eu sinto mesmo, sério! Mas eu não vou ficar passando a mão na cabeça dele como você e Jimbo fazem. Ele tem de aprender a lidar com a vida, como todos nós fazemos, e ficar bancando à ama seca para ele não vai fazer favor nenhum à ele.

Josefa balançou a cabeça, sabendo que Queen era irredutível em sua opinião, e não seria mais aquela discussão que o iria ver a situação de Vynn pelo ângulo dela. Ela virou-se, e ele, sabendo que havia passado dos limites, falou:

 

  • Eu vou pedir desculpas a ele depois, ok? – Ollie falou.

Josefa não respondeu com palavras, mas deu um sorriso agradecido, ao que ela seguiu de volta… A Twi’Lek era a instrutora de sociabilidade do templo, e mais que isso, era considerada informalmente a “irmãzona” dos padawans, ao que ela era uma das mais jovens Mestres da Ordem, e de longe a Mestra mais envolvida nos assuntos pertinentes aos jovens pupilos do Templo, e o fato dos jovens ficarem tão à vontade e a sua própria cultura Twi’Lek, bem mais aberta que os padrões normais da galáxia, fizeram dela a candidata perfeita para ser instrutora de sociabilidade, apesar de sua relativa jovem idade em relação ao resto dos outros mestres.

 

Ela virou numa das bifurcações, e acidentalmente trombou em alguém. A Twi’Lek quase caiu no chão, se não fosse pela mão hábil que a segurou pela cintura, puxando-a para o alto novamente. Ela olhou, surpresa e cativada por um momento para os vívidos olhos azuis do Herói Sem Medo, JamesJimmy” Olsen #Jimmy Olsen, 24; Bastionian; Mestre Lendário da Força, Guerreiro Lendário, Estrategista Lendário#.

 

  • Mestre Olsen! – Josefa falou, ainda em choque.

  • Eu já lhe disse, Zefa, você pode me chamar de Jimmy. – Ele falou, à vontade.

Ele soltou a cintura dela, uma vez que a Jedi estava de pé, mas ela manteve-se colada nele, com suas mãos nos robes do Bastonian.

 

  • Você está bem? – Jimmy perguntou – Você parecia distraída.

  • Eu estava mesmo… – Tiik falou.

Ela notou ao que duas padawans passaram por trás dos dois, escondendo sorrisos marotos por trás das mãos, e se deu conta da posição comprometedora que ela e o Mestre Jedi estavam. Rapidamente ela deu um passo para trás, e falou:

 

  • Eu sinto muito, Mestr… quer dizer, Jimmy. – Josefa falou – Eu estava tentando sentir onde seu padawan estava. Ele saiu meio alterado depois que Queen o provocou.

  • Ahh.. Vynn e Ollie… eu não sei qual dos dois é pior… – Jimmy falou. – Bem, não perca seu tempo tentando sentir meu padawan… ele tem um talento nato para mascarar sua presença.

  • Mas ele saiu irritado, e eu me sentiria melhor sabendo que ele está bem… – Josefa falou.

  • Você realmente é uma “irmãzona” para os padawans, héim? – Jimmy falou, com um sorriso.

  • É o meu jeito… – A Twi’Lek falou, defensiva – Eu sei que nem todos os mestres concordam com minha filosofia…

  • Eu aprovo integralmente o que você faz, Josefa. – Jimmy a interrompeu – E se eles parassem um momento de ficar admirando suas próprias sombras, eles veriam que o que você faz é vital para a Ordem.

A Twi’Lek sorriu agradecida pelas palavras de Olsen, e ele colocou uma mão no ombro dela:

 

  • Meu pupilo deve estar no deck de observação, se você quiser checar como ele está. – Olsen falou – Vynn adora olhar as estrelas…

Josefa acenou positivamente com a cabeça, e ainda com um sorriso, passou pelo Bastonian, mas não sem antes dar uma bitoca de agradecimento na bochecha dele, numa agradável surpresa para Jimmy, que virou-se em tempo de ver Tiik sorridente caminhar de forma graciosa, tomando o tempo para curvar sua cabeça de forma respeitosa para os dois mestres Jedi pelos quais ela passou em seu caminho.

 

O sorriso de Jimmy desapareceu em uma máscara de serenidade ao que ele viu Bruce Wayne #Bruce Wayne, 35; Axxillan; Intelecto Nível 10, Detetive Lendário, Guerreiro Lendário# e Nathaniel Adams #Nathaniel Adams, 38; Corellian; Fusão Nuclear, Pele Metálica, Guerreiro Lendário# caminhando na direção dele. Jimmy curvou a cabeça, seguindo o protocolo, e o gesto dele foi respondido pelos dois Mestres. Adams manteve um olhar severo, e falou:

 

  • O conselho apreciaria se você mantivesse suas críticas sobre a ordem para si mesmo, Mestre Olsen. – Adams falou. – Já é difícil ter de lidar com os perdidos que se afastaram da ordem, sem que nós tenhamos um dos nossos mais prominentes cavaleiros escarnecendo abertamente o Conselho.

Jimmy olhou para o General Jedi, que era pelo menos meio metro mais alto que ele, e falou:

 

  • Não. – Olsen falou, de forma catedrática.

Nathaniel fez uma cara de desagrado, que em nada afetou o Bastonian, que falou:

 

  • No dia em que eu não der mais a mínima para a sobrevivência dos Jedi, eu posso até seguir seu conselho, mas até lá, Átomo, eu vou continuar exercendo meu sacrossanto direito de livre expressão. – Olsen falou, fazendo questão de utilizar o apelido do Mestre, e com um olhar ainda mais cínico, ele completou – E se o conselho estivesse mesmo preocupado com os perdidos, eles teriam cedido e mudado o código como a maioria desejava. Mas eu creio que uma vez mais meu ponto é provado… Adams, Wayne, que a Força esteja com vocês.

O Bastonian passou pelos dois mestres, e virou num dos corredores. Adams olhou irritado, e Wayne manteve a sombra de um sorriso no rosto, o que deixou o outro mestre ainda mais fulo:

 

  • Você acha isso engraçado, Wayne? – Nathaniel perguntou.

  • É fascinante como justamente o garoto-propaganda da Ordem possui concepções tão destoantes do Conselho. – Bruce falou – ele é em muitos aspectos exatamente como Mestre Grant.

  • Até demais para meu gosto. Grant sempre foi um rebelde, se opondo ao conselho quando ele deveria nos dar suporte. – Adams falou – Se ele não tivesse desafiado abertamente o código ao invés de nos dar suporte no caso dos perdidos, nós não estaríamos na situação que nós estamos hoje!

  • Não, nós estaríamos do mesmo jeito que estávamos antes, com Cavaleiros vivendo vidas duplas e divididos entre o dever com a Ordem e o dever com suas famílias. – Wayne respondeu, num tom severo.

Adams não respondeu à Wayne, mas o Mestre Axxillan sabia que o seu companheiro de Conselho era um dos que acreditavam na velha filosofia de desapego à relacionamentos, uma filosofia que Bruce sabia que não deveria perdurar se a Ordem tinha qualquer intenção de sobreviver por mais um século. Ele havia aprendido sua lição com Dick e Babs, e ele não estava disposto a cometer o mesmo erro duas vezes.

 

[Theed – Palácio Real]

 

Os corredores do quadricentenário Palácio Real de Theed, a arquitetura bizantina dos halls e a iluminação etérea da noite davam uma aparência serena e pacífica ao local. A serenidade contudo, era abruptamente interrompida pelos passos apressados de Feh Naberrie #Feh Naberrie, 17 ; Naboan; Forca-Sensitiva#, que usava as duas mãos para elevar a bainha do vestido e não tropeçar em sua corrida pelos corredores. A jovem Princesa Naboan passou pelas portas duplas que levavam aos Jardins Palaciais, quase atropelando um insuspeito guarda que cometeu o erro de tentar passar pela porta ao mesmo tempo que a jovem ama passou.

 

O companheiro de ronda, tendo notado a jovem, e sendo um veterano no palácio, havia saído da frente antes que seu companheiro novato, e agora estava se divertindo as custas dele, ao que Feh virou-se de relance em sua correria e falou:

 

  • Desculpa! – Naberrie gritou, sem parar, prosseguindo em sua correria.

  • Lá vai a traquina… – O veterano falou.

  • Quase que ela me derruba. – O novato reclamou.

  • São sempre assim, essas princesas de Theed… – O veterano falou…

Feh atravessou o palácio, surpreendendo os poucos casais que passeavam pelo local, e atravessou os arcos que davam para a praça central. Ela olhou ao redor e viu, o seu alvo em um transporte passando pelo Arco Triunfante no outro extremo da praça. Com um senso de urgência, ela olhou ao redor, buscando por uma solução, quando ela notou os cavalos utilizados pela guarda cerimonial. Um sorriso maroto surgiu no rosto da adolescente…

 

A praça central de Theed era um dos poucos lugares na Capital do planeta que tinha uma vida noturna vibrante e comparável ao volume de atividades que havia durante o dia, e por isso, cenas com equipes de emergência em trânsito não eram incomuns, e talvez por isso, as pessoas que visitavam a praça estavam atentas o suficiente para saber quando sair da frente de um corcel galopante e sua amazona adolescente…

 

  • YAAA!!! – Feh gritou, segurando firmemente nas rédeas ao que ela conduzia de forma profissional sua montaria pela praça.

A Naboan não se deteve nem ao avistar os banquinhos onde um grupo de jovens da mesma faixa etária dela estavam sentados, e ao que moças e rapazes se esquivavam, ela inclinou-se para cima do pescoço do animal, ao que sua montaria executou um salto perfeito, vencendo mais um obstáculo, dobrando numa das vielas.

 

No chão, uma das moças olhou para os seus amigos, e falou:

 

  • Aquela era Fei-Feh? – Ela perguntou.

  • Parecia… – um dos rapazes que a ajudou a levantar-se falou

  • Tinha de ser uma Naberrie mesmo… – Outro rapaz falou, bem humorado.

Fora da praça, Feh cavalgou pelas vielas que ela conhecia com a palma da mão dela, cortando caminho pela cidade. Ela galopou subindo e descendo escadarias, cruzando terraços e desviando dos poucos pedestres na rua naquelas horas da noite. A Naboan viu a sua “parada” chegando e ficou agachada de pé em cima da sela, se equilibrando como uma malabarista, ao que ela viu mais uma passarela se aproximando. Com um timing digno de um mestre Jedi, ela saltou do cavalo, saltando de encontro a um dos grande baldes na roldana do aqueduto, que coletava água do canal no nível da rua para despejar no canal condutor que levava água do rio para outra das quedas d’água que faziam Theed famosa…

 

A Naboan saltou ao atingir o canal, e o seguiu, equilibrando-se no parapeito estreito, cruzando uma avenida abaixo dela.. o vento quase a fez perder o equilíbrio, e ela parou, buscando seu ponto de equilíbrio novamente. Feh aproveitou o momento para olhar ao redor, e notou o transporte movendo-se pela avenida. Sem perder tempo, ela correu novamente, chegando ao telhado do lado oposto, e correndo na direção oposta do transporte…

 

Helena Amidala #Helena Naberrie Amidala, 25; Naboan; Política Lendária#, soberana de Naboo, estava seguindo em carruagem aberta na direção do Espaçoporto da Capital Naboan, após ter recebido a notícia da chegada do grupo de Jedi que o Senado Republicano havia enviado, após o assassinato dos outros membros dirigentes do Conglomerado Chommel. O pedido por forças de paz havia sido enviado meses antes, mas somente após as trágicas mortes dos outros líderes que Coruscant havia finalmente cedido. A vitória política havia vindo à um preço amargo, e Helena não encontrava nenhum conforto nisso.

 

Ela olhou para Chloe Sullivan #Chloe Sullivan, 26; Naboan; Estrategista de Elite#, sua Conselheira e amiga, que estava sentada num dos outros assentos, e para sua chefe de segurança, Valéria Pellaeon #Valéria Pellaeon, 21; Coruscanti; Estrategista de Elite# que estava sempre atenta ao redor. Ao lado dela, Brianna Whiteridge #Brianna Whiteridge, 18; Naboan; Força-Sensitiva#, a jovem padawan que fazia parte do grupo de Jedi que havia deixado à Ordem para servir a Casal Real de Naboo, estava sentada, também atenta. Helena fechou os olhos, sentindo a brisa da noite, quando ela ouviu a voz de Val falando:

 

  • Eu não acredito… – Pellaeon falou.

A soberana Naboan abriu os olhos, e viu ao que as três mulheres e os dois guardas estavam olhando para o alto, e ela virou-se, em tempo de ver sua prima caçula, Feh, saltar de um telhado para o outro, numa velocidade digna de um malabarista.

 

  • Feh? – Amidala perguntou, incrédula.

  • O que frikk essa maluca tá fazendo? – Brianna perguntou, pra ninguém em particular.

Os ocupantes do transporte exclamaram sons de espanto ao que eles viram a prima caçula da Rainha saltar para fora do telhado, tendo apenas o rio abaixo ela. Feh agarrou uma das extremidades das lanternas que eram penduradas nos postes ao longo da ponte sobre o rio, fazendo com que o pêndulo que as mantinha equilibrada girasse com a força do impulso, movendo em seu próprio eixo, trazendo a jovem acima do transporte. Naberrie largou da lanterna, caindo no transporte. Ela flexionou os joelhos, jogando seu corpo para frente e rolando no piso, indo parar de pé em frente a sua prima, ou pelo menos esse era o plano.

 

A Naboan não havia levado em consideração a movimentação da carruagem, e terminou girando para o lado errado, ficando de pé em cima de uma surpresa Brianna, que tentou segurar as duas, sem sucesso. Brianna e Feh bateram contra o assento, girando por cima dele e caindo aos pés de Helena.

 

  • Aii!! – Brianna grunhiu em dor – O que, em nome da Força, você está tentando fazer? Me matar?

  • Desculpa, Bri, – Feh falou, e segurando na cintura da sua amiga, ela perguntou – Você ganhou peso?

Se o olhar de Whiteridge era antes de contrariedade, agora ela estava indignada:

 

  • Fora! Sai de cima! – Brianna falou, empurrando Naberrie.

Feh levantou-se num pulo, enquanto Brianna rolou para se levantar, reclamando pelos cotovelos, e Amidala olhou para sua prima, com o cabelo desarrumado, vestido encardido e o rosto corado da corrida, e falou:

 

  • Srta. Feh Naberrie, você quer me explicar o que, em nome dos ancestrais, você está fazendo aqui? – Helena perguntou

A jovem bateu a poeira da roupa e apressadamente ajeitou as mechas, e se colocando em posição de sentido, ela falou:

 

  • Guarda-costas Naberrie se apresentando para o serviço, Majestade! – Feh falou, de forma entusiástica.

  • Eu havia deixado instruções claras para que você ficasse no palácio, mocinha. – Helena falou, severa. – Já é complicado demais você ter deixado Coruscant sem falar para ninguém e aparecer aqui de mala e cuia. Eu não vou permitir que você se arrisque desnecessariamente.

Feh olhou para sua prima mais velha, e se aproximou dela, encarando-a:

 

  • Eu voltei à Naboo para proteger a cabeça-dura da minha prima que está com a cabeça a prêmio por causa daqueles desgraçados da Federação – Feh respondeu, enfezada – Eu prometi à mamãe, Tia Jobal, vó Flô e Padmé que eu iria proteger você. Você não quer deixar Lukki-Luke sem a tia favorita dele, quer?

Helena olhou para a caçula do clã Naberrie, detestando o fato dela invocar o nome de sua mãe, sua maninha caçula, a avó delas, tia Sola e mais ainda, em usar usar Luke, o recém-nascido de sua irmã caçula, que ela adorava de paixão, na chantagem emocional dela. A Rainha Naboan levantou o dedo, balançando-o na frente de Feh, com uma expressão de indignação..

 

Mais atrás, Chloe e Valéria estavam observando o duelo verbal das duas Naberrie, e a loira falou discretamente para a morena:

 

  • Se fossem irmãs elas não seriam tão parecidas.. – Chloe falou.

  • Verdade – Valéria respondeu – Está pra nascer duas criaturas tão teimosas.

A Rainha finalmente desistiu de falar algo, sabendo que nada menos que um cataclismo iria impedir sua prima caçula de seguir com eles, ao que ela tinha certeza absoluta que se mesmo que ela a empurrasse para fora do transporte ela iria arranjar um jeito de segui-la. A Soberana Naboan virou-se, com um suspiro de resignação, e falou:

 

  • Sente-se, Naberrie. – Amidala falou, em sua voz oficial, e virando-se para o condutor, ela perguntou – Quanto tempo até o Espaçoporto?

  • Seis minutos, Majestade. – Ele respondeu.

Chloe e Valéria se sentaram de novo, e Feh sentou-se ao lado de Brianna, que olhou para sua amiga e companheira de serviço, e falou:

 

  • Feliz agora? – Brianna perguntou.

Feh não respondeu, ao que ela fechou os olhos e se concentrou na Força, buscando pressentir qualquer perigo…

 

CONTINUA…

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Fan Wars – Episódio I – Introdução

#Holopedia Galáctica Loading……Information Matrix Online……Engine Search Ready#

A nem tanto tempo assim atrás… numa galáxia distante, mas nem tanto….

#Playback Ready……Loading File FW.EI.C1.A1#

EPISÓDIO I: A RAINHA E O ARQUEIRO

GUERRA! Após anos de conflito político e econômico, a rivalidade entre o CONGLOMERADO CHOMMEL e a FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO escalou para o confronto armado, com a Federação recebendo o apoio logístico do CONSÓRCIO LUTHOR visando monopolizar a rotas comerciais com a HEGEMONIA KRYPTONIAN. Após o assassinato de líderes do Conglomerado, a decadente REPÚBLICA GALÁCTICA, visando evitar a total desestabilização da região, enviou um grupo de Cavaleiros Jedi para proteger a única governante restante em Chommel: Rainha HELENA AMIDALA, de Naboo.

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FAN WARS – Nova Versão

Saudações, Damas e Cavalheiros.

Após um hiatus de alguns meses, eu estou trazendo de volta a Fanfic onde os personagens mais importantes dos quadrinhos e meus caríssimos amigos são as estrelas principais: FAN WARS!!

Eu aproveitei este Reebot para consertar alguns furos, e também para enriquecer o universo FW, que por conta da narrativa e da constante introdução de novos personagens, sofreu a “Síndrome do Universo DC”, mas como eu não conto com 20 escritores para poder fazer um mega-evento no estilo Crise nas Infinitas Terras, eu decidi simplesmente re-escrever, do começo, trazendo uma narrativa e um universo mais homogêneo.

A história agora começa 10 anos antes do FW original, nos últimos dias da República Galáctica. Eu desta vez tratei de incluir desde o começo as informações da Holopédia Galáctica, o que trará informações básicas sobre personagens, locais e outras coisas pertinentes, uma vez que muitos dos personagens, especialmente os vindos da DC, são bem diferentes do que eles são 10 anos no futuro.

Então, meus caros, boa leitura, e Que a Força esteja com vocês!

O Autor

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E-I;C-2;Ato IV-a

 

[Ato IV-a]

[Csilla – QG da L.E.G.I.A.O.]

Após as explicações sobre os visitantes de outra dimensão, e o ataque de tiete de uma certa recruta Talokian, agora era a vez de Penny Pallopides (Emerald Princess), Karla Calrissian (Wildstar) e Alana Mallor (Darkstar) se apresentarem e demonstrar por que o Comissário da L.E.G.I.A.O. as havia escolhido para a aquela missão. Todos estavam agora reunidos ao redor da piscina, ao que a sabatina das três recrutas estava apenas começando.

  • Então, Princesa… Rivus Palpatine (Darth Vecticus) iniciou – Você pode começar, nos dizendo seu nome, e explicando sobre este globo flutuando ao seu lado.

Penny levantou-se da cadeira, e falou:

  • Meu nome é Penny Pallopides e… – Penny falou, sendo de imediato interrompida:

  • Pallopides?Cordé Palpatine, reconheceu o nome de família de imediado – P-A-L-L-O-P-I-D-E-S?

  • Exatamente, por que, algum problema? – Penny perguntou.

  • Esse é o meu nome de solteira. – Cordé falou. – Mas minha família é de Naboo, que fica do outro lado da galaxia.

  • Eu não posso lhe falar muito sobre minha família ou planeta, Lady Cordé. – Penny falou – O planeta foi destruído quando eu ainda era um bebê, e o Olho de Erkron foi a única coisa além de mim que restou de meu planeta.

  • Oh, eu sinto muito. – Cordé falou.

Penny contudo não pareceu se abalar, ao que ela falou:

  • Eu realmente não sei nada mais além das imagens que o Olho me passou de meus país e meu povo – A Princesa falou – Eu cresci e fui criada em uma nave-organismo que se especializou em cuidar de filhotes orfãos. Eu não tive uma infância convencional, mas eu tive uma boa infância.

  • Eu sou grata em saber disso. – Cordé falou.

  • Todos nós somos – Rivus falou – Agora, Princesa, sobre o… Olho de Erkron, como você mencionou… o que você pode nos dizer sobre ele.

Penny colocou sua mão sobre o olho, acariciando-o como se fosse um animal de estimação, e falou:

  • É uma tradição de família. Meus pais eram os regentes de Erkron, e os guardiões do Olho de Erkron, que veio para meus atempassados no momento de grande provações, e que tem estado ligado a minha linhagem – Penny falou – Nós compartilhamos pensamentos, e poder.

  • Poder?Thrawn perguntou.

A Princesa olhou para o Imperador-Pai, e decidindo uma imagem valia mil palavras, olhou diretamente para um dos cyborgs de treino. De imediato, o olho girou, fitando o mesmo cyborg, e de sua iris, disparou uma rajada de energia devastadora, que reduziu à pó o robô.

  • UAU!Firmus Piett falou – Uma Death Star em miniatura!

  • Isto não é tudo. – Penny falou, ao que ela emitiu um brilho..

Os presentes viram as roupas da jovem mudarem do uniforme de recruta dela para o que parecia ser uma armadura cristalina, de aspecto nobre, digno de uma Princesa. Penny levantou vôo, com o Olho ao seu lado, e ela então falou:

  • Eu posso ficar em qualquer atmosfera ou vácuo sem precisar de um traje pressurizado, e eu posso viajar entre planetas sem precisar de uma nave. – Penny falou.

Ela se concentrou, e então levantou sua mão… uma aura de energia semi-transparente se formou, e emulando uma mão, levantou uma das cadeiras.

  • Ah-há! A jovem tem mil e uma utilidades. – Piett falou.

  • Muito bem, Princesa, você pode se sentar. – Rivus falou.

Penny aterrisou, e mudou suas roupas de volta para o uniforme. Ao que ela se sentou, Karlla olhou para ela, e não muito satisfeita, falou:

  • Exibida. – Calrissian falou.

  • Pra quem pode… – Penny falou, numa demonstração atipicamente egocêntrica.

  • Wildstar você é a próximaViktor Straussberg (Darth Magnus) falou.

Karlla levantou-se, e falou:

  • Meu nome é Karlla Calrissian, e sim, eu tenho o mesmo sobrenome de Lando Calrissian, e mais nada em comum com ele além disso. – Karlla falou – Eu vim de um planeta chamado Starhaven, que fica a algums parsecs daqui.

  • E quais suas habilidades?Mara Jade Skywalker perguntou, indo direto ao assunto.

A recruta se levantou, e começou a tirar seu uniforme. O grupo notou que ela tinha um segundo uniforme, bem mais revelador e de aparência frágil. Para surpresa da maioria dos presentes, ela emitiu um brilho forte, cegante, que durou um momento, e a luz cessou, Wildstar não mais estava em sua forma orgânica, mas sim em sua forma de energia. Seu corpo era translúcido, com as partes opacas do seu traje de contenção cobrindo as suas partes mais íntimas, pés e mãos. A face e cabelos dela, ainda que familiares, eram claramente mantida por uma membrana de energia.

  • Eu posso transformar meu corpo em energia, que é contida por este traje de contenção. – Karlla falou. – Eu tenho a habilidade inata de meu povo de rastrear qualquer alvo que tenha deixado para trás qualquer forma de resíduo orgânico, independente da distância, até mesmo entre planetas.

  • Esta é uma habilidade definitivamente útil para nós.Luke skywalker falou. – E o que mais você pode fazer, Karlla?

  • Eu posso disparar rajadas de energia, obviamente, e eu posso voar – Ela falou, fazendo suas asas de energia se abrirem – aqui ou no espaço.

  • Muito bem. Obrigado, Wildstar. – Rivus falou.

Karlla se concentrou, voltando a sua forma orgânica, e ela então sentou-se, ao que Alana levantou-se, com sua postura

  • Darkstar, tenha a bondade. – Palpatine falou.

  • Com prazer. – Alana falou – Meu nome é Alana Mallor, eu sou a Campeã das Sombras de Talok VII, um título que vem sendo passado de geração para geração em minha família.

  • Campeã das Sombras…Anakin Skywalker (Darth Vader) perguntou, curioso – E quais são seus poderes, exatamente?

  • Eu tenho controle sobre as Sombras Mysticas, usa-las de forma defensiva ou ofensiva, e me fundir com elas… – Alana falou.

  • Isto é interessante… – Anakin falou – Não foram estes as habilidades que você descobriu ser capaz de fazer aqui, Thrawn?

  • Sim, de fato. – O Grand Almirante falou – Você tem pele azul e cabelos negros, Mallor, mas seus olhos não são como os de um chiss.

Alana olhou para o Gênio Militar Imperial e falou:

  • Talokians são primos genéticos dos Chiss. – Alana falou – Nós fazemos parte da Ascendência, mas as minhas habilidades só são compartilhadas por uns poucos Chiss, em particular s membros da Família Nuruodo, como a Comandante Talita Nuruodo.

  • Fascinante – Thrawn falou – Minha linhagem é responsável por minhas novas habilidades.

  • Isso explica por que Nós duas então tivemos as mesmas habilidades telepáticas aumentadasPadme Skywalker falou para Pooja Amidala.

  • Muito interessante, de fato. – Darth Magnus falou – Darkstar, mostre-nos o que você pode fazer.

Alana foi mais que solícita em atender o pedido. Rapidamente, o redor dela a escuridão de formou, e correndo pelas quinas, frestas e sombras, a sombra viva cruzou o deck rapidamente, surgindo como entidade ao lado dos cyborgs… extendendo tentáculos, a sombra viva agarrou um dos cyborgs, esmagando-o como se fossem feitos de papel, enquanto atravessou outro cyborg, de forma bruta, abrindo um rombo no peito do robô. A sombra que trasspassou o robô se transformou em Darkstar de novo que, mesmo em forma humana, saltou de forma sobre-humana, girandoi seu corpo, e atingindo mais dois cyborgs sem armas, decepando a cabeça de um deles com as mãos nuas, e afundando outro no chão com os pés, saltando uma vez mais e pousando com graça à beira da piscina, sem perder o equilíbrio…

  • Bravo!! – Anakin bateu palmas – Estas jovens tem futuro, Magnus.

  • Realmente impressionantes – Rivus falou – vocês, minhas jovens, são uma grata adição à nossa equipe.

Alana voltou para suas companheiras, que estavam mais que felizes em receber a apreciação do grupo icônico que as havia assistido. Magnus olhou satisfeito, e falou:

Muito bem. Então, nós podemos iniciar o segundo passo de nossa missão. – Magnus falou, e olhando especificamente para Guilherme Exxar’Khun (Darth Revan), ele falou – E eu sei exatamente por onde começar.

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