Arquivo da categoria: FW 1.0

Fan Wars 1.0

Fan Wars Universe – AMILOCK – Parte 3 (Final)

….CONTINUANDO

 

A Imperatriz e seu Executor se despediram de todos, Ela sempre com a mesma façada graciosa e amigável, mas sem se demorar mais que o necessário. Já afastado dos demais, a façada amistosa se desfez e o Chiss pôde constatar que de fato ela estava descontente em encontrar os outros. Ele também estava contrariado, ainda que para o Sith, ter sua irritante contraparte e os outros era simplesmente um contratempo que ele podia lidar, mas Amidala aparentemente estava levando a coisa mais a sério. Foi preciso mais uma garrafa de Vinho de Rosas, algumas palavras bem colocadas, uma massagem nos pés, morangos com calda de chocolate e mas definitivamente, fazer amor na brisa suave da manhã para mudar o humor da Naboan.

Agora, na cama de lençóis alviverdes, Helena Amidala, ex-rainha de seu povo durante a maior crise da história de Naboo, inspiração para toda uma geração de servidores públicos, soberana do primeiro Império Galáctico em mais de 5.000 anos, a Imperatriz Esmeralda detentora de um dos mais poderosos artefatos do universo, e indiscutivelmente a mulher mais poderosa da história da Galáxia estava agora cansada, contente e relaxada. Seu corpo desnudo, semi-coberto pelo lençol amarrotado, recostado confortavelmente no corpo do seu amante Zodian, contrastava com o espírito leve como uma pluma que ela tinha naquele momento. Ali, entretida, seus dedos passeando entre nos pelos abundantes do peito do seu Sith, Helena sorria livremente, com as coisas mais simples, como a sensação gostosa do dedos da mão do seu Executor subindo e descendo ao longo de sua coluna, da nuca até a linha do sutiã, sem pressa, como seda suave acariciando sua pele.

A brisa tropical que invadia o quarto lhe deixava preguiçosa, dengosa, e ela se esticou um pouco,se espreguiçando, só para escalar um pouco mais o corpo do seu Sith, repousando sua cabeça no peito dele. Uma mão cheia de cuidado afastou as mechas que encobriram o rosto da Naboan, colocando-as para trás da orelha, e retornou para as costas dela, subindo e descendo ao longo da coluna. Helena sorriu novamente, contente em ser tratada de forma tão preciosa.

  • Vynn… – Ela falou, num tom feminino.

  • Sim, Amidala? – Ele respondeu, num tom brando.

A Naboan, se olhar para ele, ainda com a cabeça repousada no peito do Zodian, perguntou:

  • Por que você não me chama por meu nome? – Ela perguntou.

  • Você se chama Amidala, não é? – Ele respondeu com uma pergunta.

  • Eu me chamo Helena, Vynn. – Ela respondeu contrariada com a tentativa de desconversar dele – Amidala é um título real, assim como Darth Warlock é um título Sith. Mas você sabe muito bem o que eu perguntei.

Ela levantou a cabeça , virando-se, seu corpo deitando por cima do dele ao que ela o encarou de frente:

  • Por que você nunca me chama pelo meu nome, nem quando eu estou na sua cama? – A Naboan perguntou.

Ela notou os olhos fantasmagóricos lhe fitando ao que ele ficou em silêncio. Ela o conhecia o suficiente para saber que ele não estava se recusando à lhe responder. Seu Zodian estava buscando as palavras certas, e por isso, ela esperou pacientemente. Após quase um minuto de silêncio, ele falou:

  • Eu lhe chamo por seu nome Real para manter a perspectiva entre nós clara. – O Zodian falou.

Helena sabia que havia mais a ser explicado, e por isso ela não falou nada, esperando que ele continuasse:

  • Você é minha Imperatriz, a quem eu fiz um voto de lealdade e servitude. – Ele começou. – Você é o alfa de nós dois, não eu. E se alguém está na cama de alguém, sou eu que estou na sua cama, todas as vezes, por que você assim deseja e me permite.

A Naboan continuou a fitar seu Sith, ponderando as palavras dele:

  • Lhe tratar por seu nome é entrar em um território perigoso; é criar uma intimidade que pode nublar o principio básico do status quo entre nós dois – Warlock falou – Eu sou seu Executor, e você é minha Imperatriz. Por mais privilegiado que eu seja, este princípio fundamental não muda. Eu não sou seu igual, não sou seu consorte, eu sou seu concubino, seu servo.

As palavras do Sith ressoavam fundo na mente de Amidala, e ela sabia muito bem em que ele estava baseando seu raciocínio. Era brutalmente claro para a Imperatriz, a maneira como Warlock abriu mão da sua esfera de poder e influência entre Coluans, Chiss, Zodians e Hutts, quatro governos fortes que formaram uma aliança sob a liderança do Sith, e que constituíam a maior força da Galaxia. Mas ele entregou à ela, Amidala, estas quatro civilizações de mão beijada, solidificando a Imperatriz Coruscanti como a primeira soberana galáctica em milênios.

Ele também se isolou, das pessoas que lhes eram mais importantes; sua prima, Feh, a mulher que ele amava; Carolyna, a cúmplice que a quem ele chamava de alma-gêmea; Josefa, a tutora a quem ele admirava; Ellen, a pupila a qual ele moldou numa líder; Winter e Isaak, os únicos laços de sua vida Zodian; Jimmy e Chloe, a única família que ele conheceu… Warlock estava efetivamente afastado da Cavalaria, e mesmo entre a Ordem Sith, ele se mantinha aparte, deixando à cargo de Anakin e Viktor tudo que dizia respeito aos Lordes Negros da Força.. Para todos os efeitos, o Zodian se limitado e restringido à ser o Executor Imperial, um título cuja autoridade estava ligada diretamente ao Trono.

Seu Executor havia aberto o jogo com ela após a guerra. Ele à havia revelado todas a teia de intriga, mentiras e manipulação que resultaram na ascensão dela ao Trono Galáctico, e todas as atrocidades que ele cometeu em nome desse objetivo. Ela já havia deduzido boa parte do que ele contou antes mesmo do final da guerra. Amidala havia ligado os pontos ao longo do caminho, as prisões arbitrárias, os assassinatos, os atentados. Ela não o repreendeu, não o julgou, assim como ele não há havia repreendido nem a havia julgado quando ela mesmo havia feito tudo isso com ela mesma, em outra vida, lá em Naboo…

Havia vezes em que ela olhava para o Sith e podia se lembrar daquele jovem Zodian, tímido e inocente que um dia decidiu guardar segredo sobre o affair secreto da Rainha de Naboo. Amidala foi uma testemunha privilegiada, talvez a mais privilegiada de todas, na vida do homem que a galaxia conhecia como Darth Warlock, e ela sabia que a essência daquele jovem ainda brilhava firme por trás daqueles olhos fantasmagóricos. Ele havia simplesmente decidido tentar fazer seu melhor com a vida desafortunada que lhe foi dada, sem arrependimentos nem desculpas, e ao final, quando ele podia ser muito mais ainda, ele abriu mão de tudo…. ele abriu mão por ela. A Imperatriz decidiu que o status quo não era do seu agrado:

  • Você não é meu servo, Vynn, você é meu aliado, meu maior e mais importante aliado. Meu parceiro, meu confidente, meu cúmplice. – Amidala declarou – Este Império existe tanto por sua causa quanto por minha causa, por que você fincou os alicerces que sustentam o trono que eu ocupo. Nós dois construímos o Império juntos.

Ela ergueu-se, sentando em cima da barriga dele, e segurando na cabeceira da cama, ao que ela continuou:

  • Você não é meu concubino, você é meu amante. Você é mais que meu consorte, você é o homem com que eu compartilho o que há de mais íntimo em mim, o homem a quem eu confio minha vida. – A Imperatriz falou, e curvando-se, ela aproximou o rosto dele sussurrando no ouvido dele- E você é também o homem cujo nome eu falo quando meu corpo explode em êxtase, o dono dos braços que eu busco para me envolver quando eu quero esquecer do mundo…

  • Amidala… – Ele murmurou em retorno, ao que ela ergueu-se,fitando-o nos olhos.

  • E o mínimo que você pode fazer… (beijando-o no rosto) quando eu estou em sua cama…(mais um beijo no rosto) em seus braços.. (uma bitoca nos lábios)… depois de ter feito amor comigo…(outro beijo no rosto)…e ter me ouvido chamar seu nome entre meus gemidos de gozo, é me chamar pelo meu nome. – Amidala falou…

Warlock encarou a Imperatriz em silêncio, ela com uma expressão maliciosa no rosto, e ele levou uma mão a cintura dela, e outra ao rosto da Naboan, acariciando-a. Ela tomou a mão dele em seu rosto com a sua, e a trouxe até seus lábios, beijando a mão de seu Zodian, enquanto o olhava com malícia e expectativa.

  • Helena. – Vynn Dox a chamou…

A Imperatriz abriu um sorriso satisfeito e falou:l

  • Não foi tão difícil assim, tá vendo? – Ela brincou

  • Eu vi. – Ele respondeu. – Perdão por não ter usado seu nome antes.

Amidala levou um dedo aos lábios dele, silenciando-o, e falou:

  • Sem desculpas… – Ela declarou – Você quer se desculpar, me chame por meu nome.

  • Como queira… Helena – O Sith falou, dando ênfase ao nome dela.

  • Bom, você tá aprendendo… – Ela respondeu satisfeita.

  • Helena, Helena… – O Zodian falou, puxando-a para o colchão..

  • Ahh!! – ela deu um gritinho ao se derrubada, e riu ao que Seu amante a atacou com beijos…

Uma vez mais, Helena Amidala estava contente, tendo seu corpo beijado por seu amante, e ouvindo seu nome ser sussurrado pelos lábios de Seu Sith. Ela sorriu satisfeita, puxando o rosto dele para junto dela, selando o momento com um beijo, longo e romântico.

FIM

Anúncios

1 comentário

Arquivado em FW 1.0

Fan Wars Universe – AMILOCK – Parte 2

 
…CONTINUANDO
 
 

Eles despediram-se rapidamente, ao que os outros também tinham pressa de aproveitar o carnaval, e o Sith e Helena continuaram a seguir pelo calçadão. Ela olhou ao redor, para ter certeza que ninguém estava prestando atenção neles, e falou:

  • Essa foi, e longe, uma das situações mais paradoxais que eu já tive na vida. – Helena falou. – E você, tinha que me beijar daquele jeito?

  • E por que não? Depois de tanto charme que você fez nas fotos, eu tinha de ser firme. – O Executor respondeu – Lordes Sith não podem se mostrar em desvantagem…

  • Sei… – Ela falou, sarcástica. – Caramba, e todo esse povo torcendo para que eu e você sejamos um casal? Que coisa louca!

  • Não exatamente, minha cara. – Ele retrucou – Pense bem… Uma Imperatriz solteira, sem nenhum relacionamento sério, e um Executor que antes era famoso por ser galanteador e agora é praticamente um monge. As massas querem ver semblantes de mundanidade em pessoas em posições de poder, algo que eles possam correlacionar, e que melhor aspecto mundano do que romance?

Helena olhou para o Sith, surpresa com a lógica dele, que por mais clichê que pudesse soar, fazia sentido. Ele simplesmente lhe devolveu o mesmo sorriso egocêntrico de sempre, o que fez a Naboan revirar os olhos, e continuar caminhando. Eles caminharam mais um quarteirão, antes que o aroma de uma comida familiar encheu as narinas da Imperatriz.

  • Eu não acredito… – Ela falou, com grata surpresa.

  • Não acredita no que? – Warlock perguntou, um segundo antes de ser puxado para um dos quiosques.

Amidala arrastou o Sith pelo braço, até parar diante de um quiosque. Warlock ergueu uma sobrancelha de forma inquisitiva, ao sentir o aroma do prato que eles estavam cozinhando, que era agradável, mas não exatamente familiar para ele, o que não era o caso da Imperatriz, que de forma completamente atípica, colocou as mãos no vidro, com um sorriso de orelha à orelha no rosto…

  • Putz, Grilla, Banana Cozida! – Amidala exclamou, com entusiasmo quase infantil

  • O quê que é cozido?? – Warlock perguntou, não reconhecendo o prato.

  • Banana! – Ela respondeu. – Você não conhece?

  • Não é algo que nós tenhamos em Korriban. – Ele falou.

  • Ah, pois você tem que experimentar então! – A Naboan falou, puxando-o para a fila.

O Executor nem perdeu tempo protestando, ao que eles seguiram para o final da fila, que era um pouco longa demais para o agrado do Sith, mas ele não falou nada, já que era raro ver Helena entusiasmada com comida. Os dois seguiram a fila, ela na frente e ele a seguindo. A Naboan aproveitou para recostar-se no peito do Zodian às suas costas, e não se opôs ao que ele a abraçou pela cintura. Era uma sensação estranha para ela se permitir intimidade com alguém em público, ainda mais não estando disfarçada, mas também era gratificante saber que existia um lugar e ocasião onde ela podia ser ela mesma, sem subterfúgios, e agir não como Amidala, a Imperatriz, mas como Helena, a mulher.

Eles passaram cerca de 10 minutos na fila do quiosque que estava meio disputado, para que a Imperatriz pudesse degustar de um dos seus pratos prediletos. A Naboan fez o Zodian carregar uma sacola com mais bananas que ela comprou, e ela tratou de devorar a que estava em suas mãos, ao que os dois continuaram a caminhar. Aquela sensação de anonimato era algo que Amidala estava aproveitando imensamente. Ela ofereceu uma mordida ao Sith, que por educação aceitou, mas não deu nenhum sinal de gostar do prato tanto quanto a Imperatriz. No meio do caminho para a pousada, o Executor parou em uma das barracas, e voltou com uma sacola cheia de algo chamado Tapioca, que era uma espécie de panqueca branca, seca e dobrada que Helena não achou muito atrativa de se ver.

Finalmente, os dois chegaram ao hotel, que ficavam em um prédio histórico, de frente para a praia. Turistas circulavam pelo salão grandioso no piso térreo, que tinha a centro uma belíssima fonte holográfica e plantas locais em vasos pendurados nas colunas. O ambiente em si era pitoresco e confortável, ainda que não contasse com o luxo e sofisticação dos planetas do Inner Rim. De imediato, um droid de protocolo, ornamentado com placas prateadas e rubras, se aproximou dos dois, e os saudou:

  • Bem vindos ao Grand Corellian Hotel. Milordes possuem reserva? – O Droid perguntou.

  • Sim, nós temos uma reserva para um bangalô. – Warlock respondeu. – Nossa reserva está no nome de Vynn e Lenna Jarnen. Nossa bagagem já deve ter sido entregue pelos valetes do espaçoporto.

O Droid de imediato acessou o banco de dados holográfico, e encontrando a reserva, falou:

  • Sim, claro. – O droid falou – Vossos aposentos já estão prontos e vossa bagagem já foi colocada nos roupeiros pelo serviço de quarto. Se milordes me seguirem, eu os levarei ao vosso bangalô.

O Sith ofereceu seu braço para a Naboan, que o aceitou de bom grado, e os dois seguiram o anfitrião, que os levou para fora do prédio principal, em uma plataforma flutuante, que os levou por um trilho sobre as águas, até uma série de cabines que flutuavam rente ao mar, ligadas por passarelas. Eles atracaram-se à varanda de um dos bangalôs, e o droid falou:

  • Bangalô 12. – O Droid informou – Milordes tem um droid dedicado, pronto à atender-lhes à qualquer hora do dia ou da noite, e a carruagem do hotel está a vossa disposição caso milordes desejem ir à algum lugar.

  • Excelente – Amidala falou.- e o serviço de quarto?

  • Nós temos um menu padrão trans-galáctico, e a cozinha fica aberta até das 6 à meia noite para refeições e 24 horas para petiscos e bebidas. – O droid falou, e apontando para a mesa onde havia uma garrafa no balde de gelo e um prato de coquetel, ele falou– Uma garrafa de Vin du Rose Chateau Palio ’31 e crustáceos calamari , cortesia da gerência.

  • Muito apropriado. – O Sith falou, retirando do bolso alguns credichips, e entregando-os ao droid, ele falou – Obrigado por sua hospitalidade.

O Droid curvou-se, e deixou os dois à sós no bangalô. O Executor imediatamente foi até o console na parede, ativou os projetores holocloak, que como um véu, cobriu o bangalô com uma camada translúcida que lhes dava privacidade sem afetar a vista da paisagem, mas que lhes dava total privacidade. Helena retirou seu manto, depositando-o numa das cadeiras, e então aproximou-se da mesa, olhando ao redor…

  • Muito bem, Milorde – Helena falou – Eu estou impressionada. Quando você me disse que você tinha cuidado das reservas do hotel, eu tinha imaginado algo mais… modesto.

  • Os modestos já estavam todos reservados. – O Sith respondeu – Só sobraram os aristocraticamente exclusivos e ridiculamente caros.

Amidala olhou para o Zodian, já sabendo disso, e ela disse, levemente contrariada:

  • Ah, Vynn, eu disse a você que eu iria dividir as despesas com você. – Ela disse – Quanto foi o hotel?

  • Isso, caríssima, não é da sua conta – Ele respondeu, num tom cínico. – Eu lhe convidei para este feriado, e eu disse que iria cuidar do hotel.

  • E eu aceitei sob a condição de nós dividirmos as despesas. – A Naboan deu a tréplica – Eu sei muito bem que o seu soldo militar não lhe permite todas as extravagâncias que você faz, e mais ainda quando você doa quase que todo ele para a fundação da Winter em Korriban.

O Sith se aproximou da mesa, não se deixando afetar pelo olhar reprovador da Naboan, e pegou a garrava de vinho do balde:

  • Eu não sabia que além de Imperatriz, milady era agora tesoureira do Imposto de Renda. – Ele comentou, sarcástico, pegando dois cálices

  • Eu não sei se você notou, mas no seu contracheque tem minha assinatura.– Ela devolveu, pegando um dos cálices que lhe foi oferecido

  • No meu contracheque “oficial” tem sua assinatura, mas meu posto de Executor não é minha única fonte de renda. – Ele falou, ao mesmo tempo que abria a garrafa.

Ele encheu o cálice da Imperatriz, e o seu próprio, e falou:

  • Eu lhe asseguro que minhas finanças não sofreram nenhum revés por causa destas férias – O Sith falou, tomando um gole do cálice – Agora, por que você não tira estas roupas, põe um biquíni e aproveita a água quente do mar?

Ela notou que ele caminhou na direção da porta, e perguntou:

  • Onde você vai? – A Imperatriz perguntou

  • Fazer as reservas para mais tarde, e pegar mais gelo – ele falou, pegando um vaso vazio, fazendo-o de balde de gelo.

Amidala sorriu com a tirada do Zodian, e bebendo metade do seu cálice, ela passou para o quarto, onde encontrou as portas do closet abertas, e suas roupas todas organizadas nos cabides. Usando seu anel para criar dois pares de mãos, que fizeram as vezes de suas criadas, ela retirou sua roupa, e foi mexer no closet.

Do lado de fora, Darth Warlock acionou o terminal holográfico, e verificou rapidamente os relatórios do alto escalão Imperial. Ele não queria dizer à Imperatriz, mas ele não se sentia confortável deixando a administração do Império nas mãos de Val Pellaeon, Chloe Sullivan e Tay Bloom; Pellaeon era uma estrategista brilhante, mas era facilmente manipulável, Sullivan era paranoica demais com seus affairs meta-humanos para ser imparcial, e Bloom passava tempo demais na cama de Winter para notar o que se passava ao redor.

Satisfeito com os reportes, ele caminhou pensativo na direção da máquina de gelo. Ele não havia manipulado toda uma galáxia e construído um Império Galáctico das cinzas de governos galácticos, nem havia forjado de uma ex-rainha a maior líder galáctica da história conhecida somente para ter três cabeças-de-vento ruírem as fundações da galáxia… O Sith estava tão imerso em seus pensamentos, que ele não reparou no indivíduo que estava usando a máquina de gelo, e esbarrou nele. De imediato ele acordou, se desculpando:

  • Perdão, eu não estava prest…. – O Zodian parou na metade da sentença, ao fitar um par de olhos brancos revertidos bem familiares – Você!!?

De volta ao bangalô, Helena Amidala saiu na varanda, vestida no seu biquíni de duas peças, verde e dourado, com um nó de argola unindo o bustiê, uma faixa de seda na tanga, e um robe semitransparente sem mangas até o joelho, que não lhe escondia as formas generosas de seu corpo, e carregando uma bolsa de praia com os essenciais, ao que ela não estava afim de voltar para o quarto desnecessariamente Ela não havia desfeito o coque elaborado de seus cabelos, deixando os cachos livres e naturais, algo que ela sabia que seu Executor apreciava. Ela seguiu pelo pier, indo na direção do atol artificial que era formado com cada conjunto de bangalôs. Ela havia visto por alto algumas redes rentes à água que lhe pareciam convidativas, e a Naboan estava mais que pronta para relaxar.

Ela se aproximou da área comum do atol em forma de pentágono formada pelos cinco bangalôs e notou que duas das redes do lado oposto já estavam ocupadas, uma delas com um casal que estava bastante entretido no romance deles. Amidala escolheu então a rede mais afastada, ao que ela não estava afim de socializar com estranhos, e se agachou no chão, sentando-se e movendo-se para a rede, que era no nível do piso, e diretamente sobre a água. Ela pegou a sua bolsa, e de lá tirou o seu padd. Não era que ela não confiava em Val, Tay e Chloe, mas ela era a Imperatriz da Galáxia… ela não podia se desligar completamente do resto do universo, mesmo em férias.

A Naboan passou uma vista rápida nos reportes do alto escalão, e dando-se por satisfeita, ela guardou o computador antes que o Sith visse e lhe desse uma bronca por trazer trabalho para as férias… Ela exalou, colocou seus óculos de sol, se espreguiçando, finalmente se sentindo relaxada, e contente em estar em paz, no anonimato e…

  • Helena? – uma voz feminina e estranhamente familiar soou.

De imediato ela levantou a cabeça, virando-se para trás, para dar de cara com sua irmã caçula, Padmé Skywalker #Padmé Naberrie Skywalker; Naboan – Senadora de Naboo ; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária; em férias#, com um biquíni parecido com o dela, só que em prata e rubi..

  • Padmé? – Amidala falou, surpresa – O-o que você está fazendo aqui?

A princesa de Theed fez pose, levando as mãos de cima a baixo em seu corpo, como se mostrando a roupa, e falou:

  • O que você acha, Leninha? Eu estou de férias. – Ela respondeu. – A mesma coisa que você está fazendo, pelo visto. Feh e Pooja não lhe disseram que eu vinha também?

  • Feh? Pooja? – Amidala perguntou, ainda mais confusa e surpresa. – Elas estão aqui também?

Neste momento, vindo de um dos bangalôs, Wonder Woman #Diana Troy-Katarn; Amazona – Princesa de Hapes; super-poderes Misticos, Guerreira Lendária; em férias# surgiu, também em um biquíni que parecia uma versão miniatura de seu uniforme de heroína. Ela notou a presença da Imperatriz, e falou:

  • Majestade! Eu não sabia que você estava vindo também. – Diana falou.

  • A surpresa é recíproca, Alteza – Amidala falou – Eu não tinha a menor ideia de que iria encontrar vocês aqui.

Padmé olhou desconfiada para sua irmã mais velha, que notou o olhar da caçula, e de imediato colocou sua face política, disfarçando. Logo, a comoção chamou a atenção do casal que estava aos amassos do outro lado do pier, e não demorou mais que um momento para que A Imperatriz reconhecesse sua prima Rainha Amidala # Pooja Amidala Straussberg; Naboan – Rainha de Naboo; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária; na terceira lua-de-mel# e o consorte dela, Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss – CEO de Kuat Drive Yards; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário, Intelecto Nível 10; na terceira lua-de-mel#. A Imperatriz quase desejou que a rede se rasgasse e ela caísse no mar, só para não ter de responder à bateria de perguntas que ela sabia que estava por vir, tão certo quanto o dia tinha início, meio e fim…

  • Helena? É você mesma? – Pooja perguntou, – Que surpresa maravilhosa!

  • Eu mesma… – Helena falou, ignorando o olhar inquisitivo de Padmé – Olá, Viktor.

  • Olá, Helena – Magnus respondeu, sempre com seu jeito calmo – É realmente uma ótima surpresa tê-la aqui.

Um flash de luz surgiu no pier, que logo deu lugar à Power Girl #Feh Starr Naberrie-Kallor Naberrie; Naboan-Kryptonian – Chairwoman da Sociedade da Justiça; Poderes Super-Humanos na Presença do Sol Amarelo; estendendo a lua-de-mel#, Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean – Operativo Especial Imperial; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário; de férias# e Capitão Marvel #Igor Troy-Katarn; Kuatian – vice-chairman da Sociedade da Justiça; Semi-divindade; super-poderes místicos; guerreiro lendário; em férias# que estavam vestidos como turistas, o Sith com uma camisa de palmeiras e bermudas, o Kuatian com uma camiseta amarela e bermudas, e a Naboan com um biquíni branco de decote mais que generoso com detalhes em dourado. Uma canga florida e chapelão de praia. Os três estavam claramente se divertindo, rindo, eles carregando algumas sacolas, e ela, uma sacolinha mínima

  • …e Obi Wan saiu correndo, praguejando e com as calças na mão, enquanto eu e Igor estávamos nos matando de rir no telhado, assistindo a cena toda… – Anakin continuou a narrativa que ele havia começando antes do teleporte.

  • HAHAHAHAH!!! Putz, Eu não acredito que vocês enganaram o coitado desse jeito, Hehehehe!! – Feh falou, quase chorando de rir – Sabé deve ter ficado fula com vocês depois…

  • Ah, ela ficou um pouco no começo, mas também desandou a rir depois… – Igor falou – Obi nunca mais chamou Anakin quando ele estava de folga com Padmé depois dessa.

Padmé olhou para seu marido, conhecendo bem a história que ele e Katarn estavam contando à sua prima, mas ela tinha outras prioridades naquele momento, mais especificamente, descobrir o que sua irmãzona estava fazendo ali…

  • Ani, Feh e Igor, olha só quem veio também! – Padmé falou, olhando de forma meio cínica para Helena.

  • Lena? – Feh exclamou, surpresa em ver sua prima ali, e foi abraçá-la de imediato.

Amidala se levantou da rede, abraçando sua prima, que apesar de ser capaz de partir destroyers em dois com um murro, se mantinha gentil.

  • Nossa, que surpresa. – A soberana de New Rann falou – O que você está fazendo aqui, Helena?

  • Olá, Lena. – Anakin a saudou, com seu jeito casual.

  • Majestade, é uma prazer vê-la novamente. – Katarn falou, curvando-se.

Helena acenou com a cabeça para seu cunhado e o Campeão do Olimpo, e falou:

  • É bom ver todos vocês. – Ela respondeu.

  • Bem, e quanto ao que você está fazendo aqui? – Padmé insistiu.

  • Pad!! – Feh falou, surpresa com a insistência da caçula.

A Imperatriz respirou fundo, tentando imaginar uma resposta que fosse satisfatória, mas o seu esforço cessou assim que ela viu Warlock se aproximando, com Starman #Vynn Gavyn Kallor; Rannian-Zodian – Príncipe Regente de New Rann; Estrela Viva; Controle de Gravidade, Geração de Calor, Metamorfo, Intelecto Nível 12; estendendo a lua-de-mel# ao lado dele.

  • Ela está aqui à meu convite, Senadora. – O Executor Imperial falou, de forma pouca diplomática.

  • Olha só quem eu encontrei… – O Homem-Estrela comentou, com uma expressão entretida.

Vynn Gavyin se aproximou da super-heroína loira, abraçando-a pela cintura, e beijando-a no rosto. Ele fitou Amidala, que ainda não estava completamente acostumada à ver o homem que um dia compartilhou a essência do seu Executor, e que era praticamente a versão humana do Chiss:

  • Olá, Helena. – O Príncipe Rannian a saudou, tratando-a com casualidade, para a irritação do Chiss

  • Olá, Vynn… Gavyn – Amidala falou, e acrescentou, sabendo que o nome que os dois meio-Zodians compartilhavam ainda era motivo de atrito.

  • Eu não posso dizer que estou surpreso em lhe ver aqui – Gavyn comentou – Afinal de contas, meu bom gosto é compartilhado por meu “gêmeo”.

  • Você quer dizer, meu bom gosto que passou para você. – O Sith retrucou.

  • Se crer nisso lhe faz dormir melhor à noite… – O Homem-Estrela devolveu.

Feh, já conhecendo bem onde aquilo ia levar, advertiu:

  • Vynn… vocês dois… não comecem. – A Super-heroína falou, séria.

Warlock levantou as mãos defensivamente, e retraindo-se da discussão, e Gavyn sorriu de forma maliciosa, beijando o pescoço de sua consorte:

  • A única coisa que eu quero começar é a beijar esse pescoço lindo. – Ele falou, com malícia.

  • Vynn Gavyn Kallor, você é incorrigível! – Feh sorriu, nada imune aos charmes do Rannian.

O Chiss ignorou sua contraparte, e caminhou até Amidala, colocando-se defensivamente ao lado dela, um gesto que não passou desapercebido aos presentes.

  • Eu convidei Amidala para vir ao Mardi Gras comigo, Lady Vader. – O Executor informou – Eu busquei um local reservado onde ela pudesse repousar. Eu não imaginei que vocês todos estariam aqui, mas como Kallor falou, nossos gostos são semelhantes.

  • E você está em que cabine, Milorde? – Padmé perguntou – Só havia um bangalô desocupado nesse grupo, que eu me lembre.

  • E nós estamos ocupando essa cabine, Padmé – A Imperatriz interviu.

Amidala não estava com paciência para rodeios, e ela não pretendia alimentar o desejo de sua irmã caçula de ministrar um interrogatório. Em sua pose imperial impecável, ela declarou:

  • Warlock é eu decidimos tirar férias rápidas, e viemos aqui, nos instalamos no bangalô, e pretendemos relaxar e aproveitar a companhia um do outro. – Helena informou, de forma categórica – Mais alguma pergunta?

Feh e Pooja olharam para a prima caçula delas, torcendo para que ela não mordesse a isca que Helena havia lançado. A Imperatriz Galáctica não havia perguntado se sua irmãzinha tinha mais alguma pergunta… ela havia convidado Padmé à ser recipiente de um cala-boca de proporções galácticas. Feh havia visto Helena fazer isso com Batman, Superman e Wonder Woman, e a expressão de ansiedade no rosto da Princesa Amazona era um indicativo de que ela não queria reviver a experiência.

Padmé, sabiamente ficou calada, e Vader, sentindo a tensão no ar, desconversou:

  • Eu tenho uma pergunta, Lena… – O Sith falou – Vocês topam jantar com a gente?

  • Bem lembrado, Vader – Magnus falou, ajudando seu irmão Sith. Nós temos reservas num excelente restaurante.

Helena e Padmé mantiveram uma disputa silenciosa de olhares por mais alguns momentos, e as duas desviaram o olhar ao mesmo tempo, colocando a máscara política da cordialidade, com sorrisos educados para os presentes. Amidala olhou para o Executor, e perguntou casualmente:

  • O que você acha? – Helena perguntou – Jantar em grupo?

O Sith olhou de relance para os outros dois Lordes Negros da Força, sabendo que aquele seria um evento social que eles não conseguiriam evitar, e respondendo à Imperatriz, ele disse:

  • Por que não? – Warlock falou, retoricamente.

  • Por que não? – Ela repetiu, na mesma voz, secretamente irritada pelo Chiss deixar a batata quente para ela, e virando-se para os demais, ela disse – Jantar hoje à noite. Perfeito.

Ela sorriu de forma educada, e passando sua mão pelo braço de Warlock, Amidala falou:

  • Bem, nós acabamos de chegar de viagem, e nós precisamos descansar um pouco… Nós nos vemos mais tarde? – A Imperatriz perguntou, novamente, retoricamente.

  • Nos vemos mais tarde! – Anakin respondeu, mantendo o clima leve.

  • Bom descanso para vocês. – Pooja adicionou.

CONTINUA…

1 comentário

Arquivado em FW 1.0

Fan Wars Universe – AMILOCK (One Shot) Parte 1

Saudações, Damas e Cavalheiros.

Este é um Companion que eu escrevi, que faz parte do Universo de Fan Wars, mas não é parte da Sequência Oficial. Esta fiz faz parte do Universo-1 de FW, e se passa um ano depois do final da Guerra Civil Galáctica. Alguns personagens são novos, e outros estão bem mudados, mas não é preciso conhecer intimamente os personagens para entender a trama.

Boa leitura 🙂

 

#Holopedia Galáctica Loading……Information Matrix Online……Engine Search Ready#

 

#Playback Ready……Loading File FWU.1s-AW01#

 

FAN WARS UNIVERSE

 

One Shot – AMILOCK

 

#Ano 25041 da República Galáctica#

 

#1 Ano após à Batalha de Coruscant#

 

[Planeta Kernus– Cidadela de Adama – Manhã] #Kuat Examiner: Corellian Run – movimentação comercial no ano fiscal corrente: ¢ 4.5 milhões de TeraCréditos#

 

O céu nublado do verão Kernusiano e a brisa suave do oceano formavam a comitiva de boas vindas aos turistas e visitantes na capital do planeta, no terceiro dia do Mardi Gras de Solstício de Adama, um dos eventos mais populares do calendário galáctico. O festival desse ano trazia um significado a mais, sendo o primeiro evento do Calendário Galáctico Imperial após o final da guerra, e portanto, ganhando ares de celebração pela paz restaurada.

 

Nas ruas da orla, quiosques, estandes e droids vendiam de praticamente tudo para todos os gostos, e em vários pontos bandas ou holoplayback tocavam, atraindo a atenção dos foliões, além dos artistas de rua, que faziam de tudo, desde malabarismos a teatros ao ao livre, para o entretenimento dos presentes. Foliões fantasiados transitavam no calçadão, e os banhistas tomavam conta das praias, como era de se esperar em um feriado quente de verão.

 

Em meio as massas, Imperatriz Amidala #Helena Amidala Naberrie; Naboan – Imperatriz Galáctica; Política Lendária, detentora do Anel Esmeralda; tentando relaxar e não dar bandeira#, Imperatriz Galáctica, seguia seu Executor Imperial, Darth Warlock #Vynn Nuruodo Dox; Chiss-Zodian – Executor Imperial; Mestre Lendário da Força, Tenebrosidade, Intelecto Nivel 12; despreocupado#, que transitava casualmente entre a plebe local. Amidala havia se oposto inicialmente à ideia de sair sem utilizar nenhum tipo de disfarce ou dispositivo de camuflagem, achando que era muito arriscado, e até mesmo o manto encapuzado que ela estava usando havia sido motivo de argumentação com o Sith. Foi preciso alguns minutos de argumentação para que ela aceitasse vestir um de seus vestidos reais, ainda que fosse um bem mais prático, diário, leve e menos espalhafatoso, sob a condição dele não utilizar o traje de gala da Cavalaria e sim os robes Zodians que ele estava trajando. Foi somente após os dois saírem que ela descobriu, com certa surpresa, que o visual deles não era mais “único”, ela ficou menos despreocupada, mas não completamente convencida.

 

·         Você quer fazer o favor de relaxar, Amidala? – Warlock perguntou, sarcástico – Eu já lhe disse que ninguém vai nos reconhecer.

·         Eu ainda preferiria ter um holocloack comigo. – A Naboan respondeu – E aqui, você me chama de Lenna, lembra? Já pensou se alguém ouve você?

·         Se alguém me ouve, vai pensar simplesmente que eu sou mais um das dúzias de cosplays da Imperatriz Amidala e de Darth Warlock que estão perambulando por aqui. – O Zodian retrucou – Ou você estava tão tomada de pânico quando aquele “Warlock” gritou por seu nome para notar as outras cinco “Amidalas” que responderam de volta à ele?

 

Helena olhou para o sorriso cafajeste no rosto do seu Executor, e falou:

 

·         Você tem sempre, que ter razão, não é, Warlock? – Ela perguntou, mal-satisfeita

·         Uma das muitas vantagens em se ter um intelecto nível 12. – Ele respondeu, esnobando.

 

A Imperatriz levou as mãos à cintura, ao que o Sith virou-se para ela, com os braços cruzados no peito,e o mesmo sorriso cafajeste no rosto. A sobrancelha arqueada no rosto da Naboan e o olhar dela era claros sinais de que ela não compartilhava da opinião dele, não que o Sith ligasse muito para esse detalhe. Ele descruzou os braços, e tomou uma das mãos dela na sua, ao que ele voltou a caminhar.

 

·         Por mais que eu adoraria passar o resto do dia apreciando sua beleza, nós dois ainda precisamos tomar o café da manhã antes de nos instalarmos no bangalô. – Warlock falou.

·         Eu pensei que nós íamos tomar café no hotel.– Amidala retrucou.

·         Mudei de ideia – Ele respondeu – Além do que, com tantas barraquinhas ao nosso redor, eu tenho certeza que nós podemos encontrar algo bom pra comer.

 

Ela não fez mais nenhum comentário, seguindo ao lado de seu acompanhante. Ela olhou ao redor, sentindo os diferentes aromas das comidas que eram servidas nos quiosques, e os nomes nos menus expostos nas placas publicitárias. Helena sempre havia se considerado uma mulher cosmopolita, e de bom gourmet, e isso podia ser constatado ao que ela pôde identificar boa parte das comidas que estavam sendo vendidas por ali, e mais ainda, o fato de que a maioria delas eram comidas típicas de diversos planetas da galáxia.

 

·         Hummm… eu não sabia que eles faziam um festival culinário durante Mardi Gras – A Naboan Comentou.

·         Não é parte do calendário oficial, mas já e uma tradição local – O Zodian explicou – Além do que, é uma oportunidade para a comunidade imigrante trazer a culinária deles para o público em geral.

·         De fato… nós temos algo semelhante em Theed também, durante a primavera. – Ela falou. – Mas nada tão grande quanto isso aqui.

·         Kernus é um dos principais pontos comerciais da Zona de Expansão, e está ao longa da Corellian Run.– Ele expôs – O Clima agradável e a localização cartográfica fizeram a diferença.

·         Obrigada pela explicação, “Mister Holopédia” – A Imperatriz agradeceu, usando o apelido que Val Pellaeon tinha dado ao Sith.

 

Ele a respondeu ao apelido não-grato com uma cara de desagrado que era levemente cômica, e a Imperatriz deu uma risada discreta. Ela soltou a mão dele, passando o seu braço no dele, como um casal mais propriamente dito, o que não desagradou ao Sith. Os dois continuaram a caminhar, quando um grupo de turistas, que estava tirando fotos, os parou:

 

·         As fantasias de vocês estão ótimas. – um deles falou – Vocês se importam de tirar uma foto conosco?

 

Helena olhou incrédula para o Sith, que simplesmente falou:

 

·         Claro que não – Ele falou, solícito, e virando-se para ela, ele falou – Minha Imperatriz, você quer fazer as honras?

 

Amidala olhou para Warlock, não crendo que ele falou com ela daquela maneira na frente de estranhos, mas para surpresa dela, outra turista falou:

 

·         Ai, que fofo! – A turista falou – Ele falou igualzinho como Lorde Warlock fala com Sua Majestade.

 

A Imperatriz não pôde deixar de pensar na ironia das palavras da moça, ao que ela tomou posição no meio do grupo junto ao Executor. O droidcam bateu a foto, e um dos turistas sugeriu mais uma foto, desta vez só do casal. Helena era acostumada com sessões de fotos, tendo participado de inúmeras delas durante sua carreira, mas aquela experiência era diferente… Ela estava fazendo papel de uma outra pessoa personificando à ela mesma…

 

·         A Imperatriz está beijando o Executor! – Alguém exclamou, quase fazendo Helena pular de susto.

 

De imediato todos olharam para outro ponto no calçadão, onde outro casal de cosplayers vestidos de Amidala e Warlock estavam posando para fotos, e naquele momento, beijando para a foto, momento que foi aproveitado pela dezenas de câmeras cujos flashes puderam ser notados.

 

·         Nossa, imagina os dois de verdade fazendo isso, héim? – alguém comentou ao lado deles.

·         Ah, mas quando, e se eles ficam juntos, é longe das câmeras. – outra pessoa comentou – Todo mundo sabe como os dois são reservados.

 

Amidala sorriu uma vez mais com a ironia da situação, e o mesmo turista que havia pedido pelas fotos antes, sugeriu:

 

·         Por que vocês dois não beijam para uma foto também? – Ele perguntou – Vocês dois são um casal bem mais bonito que os dois ali.

 

De fato, o “Warlock” e “Amidala” que estavam posando para fotos, ainda que vestidos impecavelmente, ele com a armadura negra e ela com o vestido e robes que a Imperatriz usou na primeira seção do Parlamento Galáctico após o fim da guerra, não eram fisicamente semelhantes aos verdadeiros, a moça sendo na verdade pouco mais alta que o rapaz. O Sith olhou para Helena, com uma expressão inquisitiva no rosto, e ela olhou para ele, sabendo de imediato que ele estava deixando para ela a decisão de posar para a foto ou não. Ele podia ser manipulador e dar um jeito de ter as coisas as suas maneiras na maior parte do tempo, mas ele também sabia quando pedir consentimento.

 

·         Bem, por que não?– Ela falou, após alguns segundos, com um sorriso político.

·         Beleza! – Alguém falou, e logo outra droidcam apareceu.

 

Quando a Imperatriz se deu conta, meia duzia de câmeras estavam apontadas para os dois, e ela ficou grata por não corar fácil, ou já tinha ficado parecida com um Mon Calamari. Uma rodinha se abriu ao redor deles, e ela virou-se para o Zodian, que para a surpresa dela, se prostrou num dos joelhos, ainda segurando a mão dela, e falou:

 

·         Bem, antes de beijar a Imperatriz, o Executor tem que pedir permissão, não é? – Warlock perguntou, gerando risos na plateia.

·         Ótima ideia. – alguém concordou.

 

Amidala olhou para baixo, e com seu nariz empinado, ela falou:

 

·         Bem, a Imperatriz pode ou não dar permissão ao seu Executor – Ela falou, fazendo charme – Ela tem de ponderar.

·         Dá duro nele, Amidala! – Alguém brincou no meio da plateia.

 

Flashes de câmeras surgiram ao redor dos dois, e mais poses, ao que ele levantou-se, e levou uma mão a cintura dela, que virou o rosto, com uma expressão entediada. A verdade é que o absurdo da situação absurda e as poses dramáticas estavam dando a chance à Helena de se divertir como ela tinha poucas chances de fazer normalmente, fazendo ridículo da pompa e circunstância da vida que eles levavam, que parecia tão irracional e fútil do ponto de vista das pessoas normais. Mais flashes, e mais uma pose, ao que ela fez uma expressão séria e irritada frente ao sorriso cínico e canalha do Sith. Entre poses, ele cochichou para que somente ela escutasse:

 

·         Você está adorando isso, não está? – Warlock a perguntou

·         Talvez. – Ela respondeu, de forma enigmática.

 

Ele chegou mais perto, puxando-a para si, colando seu corpo no dela, e com seus rostos meros centímetros um do outros, eles trocaram olhares sérios, em meio aos flashes:

 

·         Eu vou lhe beijar agora. – Ele disse em voz baixa.

·         Por que avisar? – Ela perguntou, num sussurro pausado.

 

Ela alternou seu olhar entre o rubi fantasmagórico daqueles olhos e os lábios dele, em antecipação, já nem mais lembrado da plateia ao redor deles, e suspirou ao notar o rosto dele curvar-se um pouco, no ensaio de uma finalização. Ela notou os olhos dele se movendo, e sabia que ele a estava fitando com a mesma expectativa, ao que a respiração quente dele fez contato com a pele sedosa dela:

 

·         Por educação… – Ele respondeu, antes de vencer a minúscula distância que os separava.

 

Expressões maliciosas de aprovação, aplausos e outros gestos foram gerados pelos presentes que testemunharam ao que os lábios do Zodian tocaram os lábios da Naboan, mas nem a Imperatriz nem o Executor tomaram ciência deles, estando os dois imersos no ato íntimo. Eles começaram de forma madura, sem pressa, com beijos de contato, breves, com os olhos entreabertos. Logo, o contato se intensificou, ao que as sensações se multiplicaram, e o casal se permitiu fechar os olhos, as mãos dela movendo do peito dele até o pescoço, seus dedos entrelaçando-se na nuca do Sith. As mãos dele na cintura dela a puxaram um centímetro mais próxima do corpo dele, uma delas subindo pelas costas, segurando-a de forma firme ao que ele inclinou seu corpo contra o dela.

 

Como um casal de bailarinos tomando posição ao final de uma performance, Amidala se deixou ser inclinada, segurando firme no pescoço do Executor, que a segurou com cuidado pela cintura e pelas costas, e os dois confundiram o brilho dos flashes com a miríade de sensações que eles estavam experimentando naquele momento, e no epílogo daquele momento de intimidade, muito a contragosto, ela sentiu os lábios do Zodian cometerem o sacrilégio de deixarem seus lábios… Warlock manteve sua Imperatriz ainda inclinada em seus braços quando ela abriu os olhos e o fitou, sob palmas e ovações.

 

·         Uau… Isso foi fantástico!!! – O dono da câmera original falou

·         O beijo mais incrível que eu já vi. – Outra pessoa falou.

 

O Casal “Amidala & Warlock” que estavam se beijando antes, estavam agora na plateia, aplaudindo, e “Amidala” falou:

 

·         Nossa, que demais! – A Cosplayer falou – Vocês realmente mostraram como se faz!

 

O Sith a colocou ereta novamente, mas ela manteve-se abraçada à ele ao que ela sentiu pudores com a ovação generalizada. Amidala estava acostumada a ser ovacionada por grandes discursos e feitos monumentais; ser ovacionada por ter sido beijada era algo incomum…

 

·         Obrigada, mas vocês fizeram bem também – A Imperatriz respondeu.

·         Eu e meu gatinho fizemos poses, mas vocês dois tem algo…sei lá, uma química toda especial… – A Cosplayer falou. – Ah, quem dera se a Imperatriz e Lorde Warlock fossem assim que nem vocês…

 

Amidala não estava gostando daquela atenção toda, e trocou olhares com o Sith, que, notando o receio dela, e interveio:

 

·         Bem, é melhor nós seguirmos, minha Adorada. – O Zodian falou – Nós ainda temos muito a fazer antes de nos instalarmos.

·         É verdade, querido. – A Naboan respondeu, aliviada pela saída rápida proposta por Warlock – Eu sinto muito, gente, mas nós temos de encerrar essa seção de fotos por agora.

 

Alguns rostos pareceram decepcionados, mas estes rapidamente buscaram outras atrações no meio da multidão. A Imperatriz e o Executor permaneceram ainda na companhia dos cosplayers e do fotógrafo original, que falou:

 

·         Eu vou postar essa foto no mural do festival, vai que eles sorteiam para algum prêmio. – O turista falou

·         Bem, e nós temos de ir – o “Warlock” falou – Foi um prazer conhecer vocês.

·         Igualmente. – Amidala respondeu, educada.

 

 

  

CONTINUA…

1 comentário

Arquivado em FW 1.0

FAN WARS – Errata

Eu tive de dividir o ATO I em duas partes por causa do tamanho.

Tentarei lembrar dessa limitação no futuro.

O Autor.

2 Comentários

Arquivado em FW 1.0, T.B.D.

E-I;C-3;Ato III-f

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III-f

#Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Octogésimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: Resgate nos céus#

[Céus de Axxilla]

Pooja Amidala #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária# estava na ponte do Transporte, tentando acionar os motores da nave, quando ela foi surpreendida por Luke Skywalker #Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# e Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário#:

  • Tio Ani! Luke! – Pooja falou, surpresa.

  • Alguém chamou pilotos especialistas em pousos forçados? – Anakin brincou, movendo-se rapidamente para o console do navegador, para alívio do civil que estava quase tendo um ataque do coração lá.

Luke fez a mesma coisa, sentando-se no assento do co-piloto, e Vader virou-se para a Naboan:

  • Você senta nos controles de engenharia. – Vader falou – Eu vou forçar uma ligação forçada dos motores e você tem que me avisar quando a pressão passar do laranja nos instrumentos.

  • Ok, entendi. – Pooja falou, sentando-se no console.

  • Luke, abra os latchs! Nós demos que dispersar o combustível que vazou. – Vader ordenou.

Luke fez como seu pai lhe disse, e falou:

  • Você já fez isso antes? – O Jedi perguntou.

  • Uma vez. – Anakin falou.

  • E deu certo? – Luke perguntou.

  • Eu estou aqui, não estou? – Vader perguntou, cinicamente.

  • Ok, Latchs abertos. – Luke falou – Concentração de gás nas ante-câmaras descendo rápido!

Vader acenou satisfeito, e virando-se para Pooja, ele falou:

  • Prepare-se, Pooja! – O Sith falou.

  • Pode ligar! – Amidala falou.

Sem perder tempo, Vader acionou os motores, e de imediato a nave tremeu:

  • Pressão subindo…. – Pooja informou – Passou da primeira marca…

  • Concentração de Gás ainda abaixo dos níveis críticos. – Luke falou – Motores a 5 % de potência.

  • Nós não explodimos, ótimo. – Vader falou – Eu vou elevar a potência nos motores. Luke, acione os retro-propulsores.

  • O que quer que você faça, Pai, é melhor fazer logo, por que o chão está ficando cada vez mais perto.. – O Jedi falou

  • Não se preocupem, Viktor vai nos ganhar tempo. – Pooja falou, olhando para a janela.

Vader e Luke olharam para fora, e viram Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# voando rente à fuselagem:

  • O que diabos esse louco está fazendo? – Vader perguntou.

  • O que ele faz melhor, Tio Ani… – Amidala respondeu.

Magnus se posicionou a frente do transporte, e levando suas duas mãos na fuselagem, ele começou o bico da nave para cima. Não demorou mais que um momento, e os três viram Emerald Princess #Penny Pallopides; Ekroan; Poderes Conferidos pelo Olho Esmeralda# e Wildstar #Karlla Calrissian; Starhavean; Corpo de anti-energia, Vôo espacial, Rajadas de Energia, Super-rastreamento# se aproximarem da nave. A Ekronian manipulou sua aura, criando asas abaixo do transporte, ao mesmo tempo que a Starhavean abriu manualmente os flaps que ainda não estavam abertos:

  • Flaps abertos… nosso ângulo de descida está se estabilizando… – Luke falou.

  • Tio Ani, a pressão está chegando a níveis críticos! – Pooja falou.

  • Droga! – Vader falou – Corte todos os motores, Luke.

O Jedi imediatamente cortou toda a potência dos motores, e Vader falou:

  • Eu espero que estes três sejam suficientes, por que nós só podemos planar agora… – Vader falou.

O transporte atravessou a baia de Gotham City, com a cidade se aproximando rapidamente. Do solo, civis e soldados pararam ao que eles viram a nave e os três heróis tentando salva-la passar por cima deles… O tráfego das hyperlanes parou, abrindo caminho para o transporte e as naves que seguiam em seu rastro…

  • Oh, Kriff!! – Luke falou – nós estamos indo direto para aquela torre!

  • O que diabos? – Vader Disso – Quem tirou o palácio imperial e colocou na nossa frente?

Pooja, Vader e Luke viram ao que Wayne Tower, a gigantesca torre no centro de Gotham, estava se aproximando cada vez mais deles, e o patriarca dos Skywalkers acionou os controles e disse:

  • Manobra evasiva!! – Vader gritou.

  • Flaps de estibordo fechados! – Luke falou – É nossa melhor chance!!

O Transporte começou a se inclinar, e Emerald Princess notou ao que eles se aproximavam rapidamente da torre, e falou:

  • Lorde Magnus, a Torre! – Penny gritou.

  • N-Notei… – Magnus falou, com esforço, ao que ele estava concentrando suas energias na nave…

A legionária e o Sith colocaram suas energias em mover o transporte para o lado, fazendo um esforço tremendo… as pessoas no chão correram em pânico ao que elas viram o transporte se aproximar da Wayne Tower, e Magnus moveu-se para o lado, encostando seu ombro contra a fuselagem e dando o puxãozinho necessário para que a nave passasse triscando no prédio… Penny só teve tempo de criar uma barreira protetora para proteger a ela e ao Lorde Sith, ao que eles se chocaram contra o prédio…

  • Viktor! – Pooja gritou, preocupada, mas Luke e Anakin estavam focados na nave, e gritaram:

  • Nós passamos!!! – Luke gritou

  • Isso!! – Anakin falou…

A alegria dos dois não durou mais que alguns segundos, ao que eles viram logo a frente, uma segunda torre, a sede da guarda Axxillan, diretamente a frente…

  • Esse povo não sabe construir outra coisa não? – Vader perguntou, irritado.

Mais atrás, na Wayne Tower, em o que era um escritório antes do transporte arrebentar com as paredes, Penny Pallopides e Viktor Straussberg estavam ainda se recuperando… o baque havia sido demais para a Princesa, que absorveu o impacto, salvando aos dois, e que agora estava no chão, sendo segura pelo Sith. Wildstar veio logo atrás, pousando rapidamente:

  • Penny!!! – Wildstar gritou, ao ver sua amiga.

  • Cuide dela. – Magnus ordenou, levantando-se de imediato.

A rastreadora não precisou pensar duas vezes, ao que ela se agachou junto a sua amiga, mas quando ela viu, o Lorde Sith havia decolado novamente:

  • Lorde Magnus!!! – Wildstar gritou.

Darth Revan #Guilherme Exxar’Khun; Byssian; Mestre Lendário da Força#, Mara Jade Skywalker #Coruscanti; Força-Guerreira Lendária# e Darkstar #Alana Mallor; Talokian; Tenebrosidade Lendária, Corpo de Sombras, Teleporte, Guerreira Lendária# passaram logo atrás do transporte, e viram o Lorde Sith passar por eles, voando como um alucinado na direção do transporte. Nas escadarias da Guarda Axxillan, Darth Vecticus #Rivus Palpatine; Naboan; Estrategista Lendário, Político Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Cordé Palpatine #Naboan; Espiã Lendária, Força-Guerreira Lendária#, Padmé Skywalker #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária#, Araon Straussberg #Humano-Chiss; Espião Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Firmus Piett #Axxillan; Intelecto Nível 10; Estrategista Lendário, Força-Guerreiro de Elite# e Trawn #Mitt’Raw’Nuruodo; Chiss; Intelecto Nível 12, Estrategista Lendário, Tenebrosidade, Força-Guerreiro de Elite# estavam prontos para usar a Força e evitar o choque da nave. O Imperador-pai ergueu suas mãos, e falou:

  • Concentrem-se agora!! – O Sith ordenou, ao que ele concentrou-se na Força.

De imediato os outros cinco integrantes do grupo fizeram a mesma coisa, se concentrando na Força. No transporte, Luke, Vader e Pooja sentiram manipulação da Força, e largando dos controles, o Lorde Sith falou:

  • Esqueça os controles, Luke… – Vader falou, sereno – É hora de confiar na Força.

Luke viu seu pai fechar os olhos e erguer as mãos, colocando-as sobre o console, e ele disse:

  • Faça, ou não faça. Tentativas, não há. – Luke repetiu as palavras que Yoda havia lhe dito anos atrás…

  • Invocando Yoda, filho? – Vader perguntou, num tom divertido. – O que vem a seguir? Tamanho não importa?

  • Se funcionar… – Luke falou, fechando os olhos…

  • Viktor! – Pooja exclamou, ao que ela viu seu marido passar pela nave, se colocando a frente do transporte.

Luke e Vader abriram os olhos, ao que eles viram o Sith, a ponto de ser atropelado por eles, e Skywalker falou:

  • Ele é louco! – Luke disse…

Como um cometa, a nave atingiu o Sith, que usou toda sua força de vontade, cocnentrando seu campo de energia… Todos na nave sentiram o baque ao que a nave se chocou contra Magnus, e a nave começou a descer… O Executor Imperial sentiu as laçerações em sua mão, ao que ele sabia que estava chegando perto de seu limite, mas o Sith se recusou a ser vencido. O imenso transporte tocou o chão, destruindo o asfalto e concreto em seu caminho, e Magnus colocou os pés no chão, ampliando o seu campo de energia como ele nunca havia feito antes…

  • 200 metros!! – Luke informou, ao que eles se aproximavam da torre.

  • Nós ainda estamos rápidos demais!! – Pooja falou.

  • Acione os retrofoguetes de emergência! – Vader ordenou

Luke acionous os retrofoquetes, que deram uma freada breve nas naves nos poucos segundos que eles ficaram ativos…

  • 150 metros!! Nós perdemos os motores inferiores! – Luke informou…

Mesmo com toda a tremedeira, Pooja deixou seu assento, se segurando num dos consoles, e de lá para a janela inferior… Naquela altura, a única coisa que ela podia fazer era estar ao lado de Viktor, e compartilhar sua força e a fé que ela tinha nele… Da janela, a Monarca Naboan viu o Sith tentando o impossível para salvar o transporte. Ele não precisava levantar a cabeça para sentir a presença de sua esposa tão próxima, nem precisava a Força para saber que ela estava com ele até o final… e que se havia alguém que acreditava nele, era ela… O Sith sentiu sua determinação renovada, ao que suas mãos penetraram na fuselagem, deixando a marca dos dedos no metal…

  • T-Tamanho… n-não… im..importa… – Magnus repetiu as palavras que ele havia ouvido de seu mestre quando ainda era uma criança…

  • 90 Metros!! 80….70…60… – Luke falou…

  • Tamanho…. N-não Importa… – Magnus continuou, ao que ele ergueu os olhos para sua esposa, uma visão que lhe fez esquecer da dor e do esforço, e lhe permitiu dar um puxão final

  • 30 metros!!! – Luke falou, sabendo ele mesmo que era irrelevante, ao que eles já conseguiam distinguir os rostos de seus amigos e familiares nas escadarias da torre…

Todos que estava na escadaria, a exceção dos seis imperiais, correram em pânico, ao que Darth Magnus gritou:

  • Tamanho… Doi… como… o Inferno… MAS… NÃO… IMPORTA!!!!! – O Chiss gritou

Uma explosão de energia ocorreu, ao que a nave freiou bruscamente, parando aos pés da escadaria… O Sith sentiu ao que a fuselagem começou a afundar em suas mãos, mas ele não se deteve, mantendo-se firme nos últimos poucos metros, até que ele não sentiu mais nenhuma resistência. Ele abriu os olhos, e não sentiu nenhuma dor, mas sim, a sensação de serenidade de ser um com a Força. Ele pôde sentir toda a extensão da nave, e a maneira como ela estava inclinada, e ele levitou, nivelando-a com o solo…

O Sith olhou para a janela, onde Pooja o estava olhando com um de seus sorrisos maravilhosos que tornavam o mais cinzento dos dias, claro como os verões de Yoben… Atrás dela, Luke e Anakin estavam de pé, com sorrisos nada discretos.

  • Viktor!!! – Araon gritou, ganhando a atenção de seu irmão caçula.

Magnus pousou uma vez mais, e o primogênito Straussberg agarrou seu irmão, dando um abraço de urso que levantou o nada-baixo Sith do chão!

  • Isso foi incrível!!! – Araon falou..

  • ….ar…araon…ar.. – Viktor o lembrou, ao que estava difícil de respirar.

Araon se tocou e soltou seu irmão, que respirou fundo e colocou a mão no peito:

  • Não precisa me esmagar não… – Viktor disse

  • Ah, deixa de reclamar, Magrelo! – Araon falou – Você acabou de parar um transporte de centenas de toneladas e tá reclamando de um abracinho?

  • Araon… – Viktor o advertiu, sabendo muito bem da força de seu irmão.

  • Brilhante trabalho, Magnus – Piett o parabenizou – Digno dos Holocrons…

  • Eu já fico feliz demais se me mantiver fora do obituário… – Magnus falou… – Vamos ver como estão os civis.

Logo eles viram Wildstar, Emerald Princess, Darkstar, Revan e Mara Jade, que haviam pousado mais atrás… O Sith olhou para a nave enorme no chão,ao que a comporta se abriu, e falou:

  • Ok, Magnus, você tem que me ensinar esse truque também… – Revan falou.

  • Tudo a seu tempo, Lorde Revan, tudo a seu tempo… – Darth Vecticus respondeu por Magnus.

Padmé, Piett e Cordé ajudaram os primeiros civís a descer, e logo os soldados da guarda e outros civís se juntaram a eles, ajudando os feridos a saírem… Mara Jade foi surpreendida por Luke, que a abraçou por trás, levantando-a do chão e girando-a no ar, abraçando sua esposa, e beijando-a… Padmé sentiu o abraço doce de Vader em sua cintura, ao que ela levou uma mào carinhosa ao rosto dele e falou:

  • Luke definitivamente puxou a você, Ani… – Padmé falou, vendo a tentativa frustrada de Mara de brigar com o Mestre Jedi por ter feito aquele ato suicida, que insistia em beija-la.

  • Ele aprendeu com o melhor, o que eu posso dizer? – Vader respondeu, cheio de sí.

Ele recebeu uma cotovelada na barriga que lhe fez perder o ar, e perguntou:

  • O que? Por acaso eu estou mentindo? – Vader perguntou.

  • Anakin Skywalker, você é incorrigível mesmo. – Padmé falou.

  • Só para você, Anjo, só para você… – Ele respondeu.

A Ex-Senadora sorriu, beijando seu marido, ignorante ao fato de que a sobrinha deles passou, com a menina de antes no braço, junto da mãe dela, que estava aliviada por tudo ter terminado bem. Magnus viu sua esposa descer a rampa, e o casal trocou um sorriso, ao que finalmente, os dois tinham a certeza de que tudo estava bem…

2 Comentários

Arquivado em Fan Fic Pt, Fan Fiction, FW 1.0

E-I;C-3- Ato III-e

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III-e

#Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Octogésimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: Forças da L.E.G.I.O.N. e Guarda Real salvam Axxilla#

[Céus de Axxilla]

O gigantesco Droid estava passando acima das hyperlanes, com Pooja Amidala #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária# em seu encalço. Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Darth Revan #Guilherme Exxar’Khun; Byssian; Mestre Lendário da Força#, Luke Skywalker #Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# e Mara Jade Skywalker #Coruscanti; Força-Guerreira Lendária# seguiam ao lado do robô, tentando desviar a trajetória dele para que o transporte que ele mantinha refém não fosse para o espaço, onde a fuselagem danificada iria prover quase nenhuma proteção contra o vácuo. Mara Jade havia acoplado seu B-Wing no R-Wing de Luke para que o mestre Jedi pudesse se concentrar em usar a Força para forçar o Droid para baixo, uma tática que estava tendo sucesso limitado, ao que impediu que ele subisse mais alto, mas que não o fazia descer. Para complicar a situação, droids-Vultures, os caças androides deixados para trás pela Aliança para garantir que eles ficassem ocupados o suficiente para permitir a fuga da armada invasora, agora estavam dando proteção ao Octopus, o que forçava a Vader e Revan se desdobrarem no combate aos droids.

  • Maldição, eles não param de vir! – Vader falou – Essas porcarias continuam irritantes como antigamente.

  • Nós precisamos proteger Mestre Skywalker e a esposa dele! – Revan falou

Um dos Vultures que estava circulando Mara Jade explodiu, e Revan viu o Wraith Assaulter, pilotado por Darkstar #Alana Mallor; Talokian; Tenebrosidade Lendária, Corpo de Sombras, Teleporte, Guerreira Lendária#, surgir por trás das nuvens, juntamente com Wildstar #Karlla Calrissian; Starhavean; Corpo de anti-energia, Vôo espacial, Rajadas de Energia, Super-rastreamento# e Emerald Princess #Penny Pallopides; Ekroan; Poderes Conferidos pelo Olho Esmeralda# e o Olho Esmeralda de Ekron #Origem desconhecida; Indestrutível, Rajadas de Energia, Vôo espacial, Vasta Gama de Habilidades#. O Sith sorriu, e falou:

  • Chegaram na hora, meninas. – O Byssian falou.

  • Nós soubemos da festa e resolvemos nos convidar, gatinho. – Darkstar falou.

  • Wildstar, Princess, dêem suporte à Rainha! – Anakin falou

  • Sim senhor, Milorde! – Wildstar respondeu, acelerando na direção do Octopus.

A frente do grupo, Pooja estava manobrando, esquivando-se dos ataques dos tentáculos, ao mesmo tempo que ela usava Force Pushs contra o androide, mas os ataques dela não faziam mais que danos superficiais na fuselagem do Octopus. Pooja mergulhou uma vez mais, dando um razante no Droid inimigo. Ela se esquivou da multitude de Tentáculos, zigue-zagueando entre eles, e passou por entre o Octopus e o Transporte. Embaixo do transporte, ela liberou relâmpagos, que causavam curto nos tentáculos menores, e que ela tinha certeza que era uma irritação para o androide. Pooja deu uma guinada, ao que ela viu tentáculos menores entrando na nave, e deu Force Pushs neles, forçando-os para fora. A Rainha acelerou, deixando o Octopus e o transporte, quando um dos tentáculos maiores, a surpreendeu e a agarrou..

  • AHHH!! – Pooja exclamou, ao que o tentáculo a enrolou como uma cobra.

Amidala tentou Liberar uma onda de choque, mas o Tentáculo não se afrouxou o suficiente para que ela pudesse sair. Do alto, Wildstar viu o acontecido e mergulhou contra o Tentáculo que prendia a Rainha:

  • Majestade!!! – A Starhavean gritou, disparando rajadas de energia contra o Tentáculo.

Para surpresa dela, o Octopus acionou um campo de energia que absorveu a rajada dela e devolveu contra a Legionária, que só não foi atingida por que o Olho Esmeralda bloqueou o ataque criando uma barreira de energia à frente dela.

  • Ufa, essa foi por pouco! – Wildstar falou.

Darkstar mergulhou com o Wraith Assaulter, disparado os quadri-ion cannons da nave A Talokian mereceu uma reação do Droid, que revelou lançadores de torpedos e disparou seis contra a nave…

  • Zôrra, Zôrra, Zôooooraaa!! – Darkstar gritou, ao que ela iniciou manobras evasivas de emergência.

Emerald Princess, mergulhou atrás da Talokian, ao que ela fez uma série de guinadas para se livrar dos torpedos, deixando Wildstar para atacar o Droid. A Starhavean mergulhou uma vez mais, e ela viu, grata, o TIE Defender de Guilherme no seu rastro.

  • Eu lhe dou cobertura, Calrissian! – Revan falou.

  • Obrigadinha, Exxar’Khun. – Wildstar respondeu.

Os dois amantes aceleraram contra o Octopus, e aos se aproximarem eles viram Pooja ainda presa e lutando para se libertar. O Octopus mandou um sinal para um grupo de Vultures que, de forma sincronizada, formaram duas asas e partiram para cima dos dois legionários… Revan foi obrigado a fazer um manobra evasiva ao que seu caça não era capaz de lidar com todos aqueles droids. Wildstar aproveitou que ela era menor que o TIE de Revan e manobrou por entre os vultures, destruindo muitos deles no processo. A Rastreadora saiu do meio dos droids inimigos em tempo de ver um dos Vultures sair de formação e acelerar na direção do Octopus.

Luke viu o Vulture, e a Força lhe gritou um alerta. Imediatamente ele tentou disparar contra o caça inimigo, mas seus disparos se perderam entre os outros Vultures, que bloquearam sua visão. Com alarde, ele falou:

  • Parem aquele Vulture!! – Luke falou – Ele está indo contra Pooja!

  • O que? – Mara Jade, cujo caça estava voando ao lado de Luke, exclamou.

Vader deu uma guinada para estibordo, girando seu TIE por entre os Vultures e acelerando na direção do caça em questão. Ele porém não conseguiu destruir seu alvo, ao que dois Vultures literalmente bateram contra a nave dele, fazendo-o perder o controle por preciosos segundos:

  • Desgraçados!! – Anakin esbravejou – Alguém vaporize aquela lata-velha!

Luke moveu-se uma vez mais, aproveitando a brecha que seu pai deixou, mas ele anda estava fora de alcançe quando Mara Jade, que estava lhe dando cobertura notou um bip nos seus sensores…

  • O que Frikk?! – Mara Jade exclamou – Tem alguma coisa em rota de interceptação conosco.

  • Eu estou vendo! – Revan falou, e notando a rápida mudança de posição no radar, ele disse – E está vindo rápido!

Darkstar, que estava mais atrás, depois de ter se livrado dos torpedos, olhou para o lado, e exclamou, atônita:

  • Eu não acredito… – A Talokian murmurou e choque

Pooja estava em agonia. O tentáculo que a prendia estava lhe esmagando aos poucos… cada sopro de vida era mais difícil que o anterior, ao que ela estava sendo comprimida. Ela quase podia sentir um prazer perverso emanando do Octopus, quando ela notou o Vulture, com suas lâminas sacadas, manobrando e movendo-se diretamente contra ela, porém…

Ao que eles passaram de um grupo de nuvens, e o sol brilhante de Axxilla iluminou a todos com intensidade, o tempo pareceu parar ao que Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# surgiu ao lado do Vulture… Pooja esqueceu da dor por um momento, ao que seus olhos se arregalaram em grata surpresa, e um sorriso amoroso surgiu em seu rosto. Com a Força ainda desacelerando o tempoi, Amidala viu ao que o Lorde Negro da Força as mãos a frente do corpo, com os punhos cerrados, e atacou o Vulture, atravessando-o sem esforço. Sem perder um momento, ele agarrou o Vulture, girou no ar com ele, usando-o como lâmina e cortando o tentáculo que segurava a Naboan. Magnus agarrou o tentáculo que segurava Amidala, que rapidamente se livrou dele. Toda a cena foi vista em tempo alternado para os que tinha a Força, mas os que não tinham, viram o Executor surgiu de longe, e atravessar o Vulture, e usa-lo para decepar o tentáculo que prendia sua esposa, libertando-a.

  • YEAH!! – Darkstar gritou entusiasmada.

Magnus viu que Amidala estava livre, e imediatamente mergulhou contra o Droid gigantesco. Pooja viu que seu marido não estava parando e o seguiu:

  • Viktor, espere! – Pooja falou.

O Sith no entanto ignorou o chamado da Naboan, ao que ele desviou dos pedaço de fuselagem que o Droid jogou contra ele. O Chiss girou, passando pelo vão num dos pedaços, dando uma guinada forte para desviar de um segundo, e sem paciência, ele simplesmente, agarrou o terceiro pedaço de fuselagem, que era uma enorme viga de uns cinco metros de extensão. Com a viga em suas mãos, ele a usou como bastão, voando ao longo do Transporte, arrebentando alguns dos tentáculos que seguravam a nave… Pooja finalmente o alcançou, e usando a Força, ela falou claramente para ele:

  • Vik, a nave está com os motores inoperantes. – Pooja falou. – Eles só tem capacidade para um pouso de emergência.

O Sith olhou para ela, ao mesmo tempo que segurava nas mãos dois tentáculos menores, e inspecionando visualmente a fuselagem do transporte, ele respondeu:

  • Então prepare-os para o pouso de emergência, querida. – Magnus falou, ao que ele partiu diretamente para cima do Octopus – Por que essa lata-velha super-crescida vai virar sucata agora.

Pooja acenou com a cabeça, e acelerou na direção de uma das aberturas dna fuselagem, ao que ela viu o Executor se colocar embaixo do Octopus. Magnus afastou os tentáculos com uma onda de choque, e se concentrou. Ao seu redor, eletricidade estática e pequenos destroços começaram a orbitá-lo, ao que o zunido característico do uso da técnica avançada da Força que ele estava ministrando se misturou ao som dos motores do Octopus. O Chiss juntou as mãos por um momento, e sua aura brilhou forte por um segundo, se convergindo num disco de luz que expandiu num flash, cortando todos os tentáculos que seguravam a nave ao mesmo tempo. Sem dar tempo para o Octopus se recuperar, ele deu um Force Push turbinado contra o droid, jogando-o para o alto, e concentrando energia em uma esfera em suas mãos, ele liberou Force Destruction contra o robô. A esfera de energia atingiu o Droid, causando uma explosão digna da artilharia de um Star Destroyer…

  • Força Gloriosa!!! – Mara Jade exclamou, tendo ela testemunhado o feito…

  • Impressionante! – Revan comentou

  • Isso que é resgate! – Vader comentou.

  • Hã.. galera… lembram do transporte? – Luke falou.

Magnus, que estava ouvindo tudo com o fone de ouvido, virou-se, vendo a nave de transporte em queda livre. De imediato, ele mergulhou na direção do transporte, e junto com ele, os caças, e as legionárias. Vader estava rente ao seu irmão de ordem, e falou ao seu filho:

  • Ok, Luke, o plano é o seguinte. – Vader falou – Nós entramos no transporte e pousamos a lata velha, de preferência em um pedaço.

  • Oh, boy… eu tenho um mal pressentimento sobre isso. – Luke falou.

  • Ânimo, Filho, você parece até Obi Wan reclamando… – O Sith respondeu. – Ele não sabia apreciar a diversão.

  • Por que eu tenho a impressão que a reclamação dele era justificada? – O Jedi respondeu.

  • Ahh, Obi não teve infância… – O patriarca dos Skywalker falou – Cadê seu espírito de aventura?

Luke balançou a cabeça ne negativa, e seguiu no rastro do TIE de seu pai.

  • Lorde Magnus, o que nós vamos fazer? – Wildstar perguntou.

  • Nós vamos desacelerar essa nave. – O Sith respondeu.

  • Como? – Emerald Princess perguntou.

  • Na marra! – Magnus respondeu…

O Sith e as Legionárias aceleraram, ao mesmo tempo que Vader e Luke se colocaram em posição. Vader acionou o piloto automático e abriu o latch de emergência do caça mergulhando contra o transporte. Luke imitou o gesto de seu pai, e fez o mesmo, mesmo sob protesto veêmente de R2-D2:

  • Eu sei, eu sei, Arrtoo, mas você conhece meu pai melhor que ninguém… – Luke falou, antes de se lançar no ar.

Vader usou sua capa para mudar sua trajetória, ao que ele agarrou a fuselagem do transporte, sob os olhares chocados de alguns dos passageiros. Luke mergulhou, e viu seu pai lhe extender uma mão, que ele aceitou prontamente. Vader sorriu, e falou:

  • Eu não disse que era divertido? – Anakin perguntou.

Luke não respondeu em palavras, balançando a cabeça em reprovação… O Sith exalou, levemente decepcionado, e falou:

  • Igualzinho a sua mãe… – Anakin falou.

1 comentário

Arquivado em Fan Fic Pt, Fan Fiction, FW 1.0

E-I; C-3; Ato III-d

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III-d

#Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Octogésimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: L.E.G.I.O.N. chega em tempo à Axxilla#

[Céus de Axxilla]

Pooja Amidala #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária# entrou no transporte assim que ele começou a ser levantado… O pânico dos civis diminuiu um pouco ante a presença magnânima da Rainha Naboan. Ela pousou com um joelho no chão, e então levantou-se. A capa branca e com forro interno dourado e adornado com rendas em motivos florais balançou , revelando suas vestes, que eram um meio-termo entre a armadura dos Cavaleiros Imperiais e as vestes reais tradicionais de Naboo, com o branco predominante e detalhes em dourado, adornos no busto e na cintura, e um abertura generosa no decote. Ela notou os olhares dirigidos a ela, e o a lâmina de luz branca ainda em sua mão, e a desligou, falando:

  • Não temam. Tudo vai ficar bem. – Pooja falou, projetando com a ajuda da Força, ecoando para os civis.

Ela viu uma menina, que não devia ter mais que 10 anos de idade, com os olhos cobertos de lágrimas, tendo sua mão segura por uma mulher que não devia ter mais que trinta anos de idade, e se ajoelhando a frente dela, ela perguntou:

  • Não precisa chorar, minha querida… – A Rainha falou – Tudo vai ficar bem.

A criança fungou, e limpou as lágrimas com a manga da camisa, e falou:

  • Eu sei… (chuif) – A Menina falou – Meu pai, (chuif, chuif) Ele vai botar os bandidos pra correr.

Pooja olhou para a mãe da menina, que falou:

  • Meu marido é da Guarda de Axxilla. – A mãe falou – Ele está lutando contra os invasores.

Pooja colocou uma mão no ombro da criança, e falou, no mesmo tom doce:

  • Isso mesmo. Seu pai vai botar os bandidos pra correr, e eu e meus amigos estamos aqui para ajuda-lo. – Pooja falou. – Agora, por que você não limpa essas lágrimas e me dá um sorriso?

A menina olhou para a Rainha, e limpando o rosto, ela deu um sorriso, que era aconchegante e inocente, com o vão entre os dentes (ela ainda estava perdendo os dentes de leite) dando um ar ainda mais pitoresco. Pooja acariciou o cabelo dela, bagunçando-o um pouco, como todo santo adulto fazia, e sorriu de volta, um de seus sorrisos que esquentavam até o mais frio dos corações…

  • Uau… você é tão bonita! – A menina falou.

  • Assim como você vai ser quando crescer – Amidala lhe respondeu.

A mãe, vendo que a filha estava mais calma, falou:

  • Muito obrigado, Milady. – A jovem mãe agradeceu de coração.

Pooja pensou em falar alguma coisa, quando seu holocom tocou. Ela o pegou do coldre, e o ativou. De imediato a imagem de sua tia, Padmé, surgiu:

  • Pooja, você está bem? – Padmé perguntou.

  • Sim, eu estou. O que vocês vão fazer para parar esse reboque? – Pooja perguntou.

  • Anakin, Luke e os outros estão vindo. Eles vão dar conta do reboque, e os pilotos podem então tomar controle da aeronave. – Padmé falou.

  • Muito bem, eu vou ajuda-los e… – Pooja não terminou de falar, ao que toda a nave balançou, e o ruído de uma explosão ocorreu… – O que Frikk foi isso? Tia, eu falou com você depois, eu tenho que ver o que foi isso!

Pooja não deixou sua tia terminar de falar, ao que ela desligou o holocomm, e marchou na direção da ponte de comando. No meio do caminho, mais outro barulho de explosão e a nave tremeu. Amidala se segurou na parede, e acelerou na direção da ponte de comando. Ela passou por mais dezenas de civis, e viu o caos em que estava pouco antes da entrada da ponte. Ela viu dois grupos com ânimos esquentados, e notando que dois deles estavam a ponto de brigar, a Rainha interveio:

  • Parem com isso imediatamente! – Pooja ordenou, impondo autoridade com uma ajudinha da Força.

Os brigões pararam, e ela perguntou:

  • O que está havendo aqui? Onde estão os pilotos? – Amidala perguntou.

  • A tripulação não estava a bordo ainda quando o reboque nos pegou. – Um deles falou, e apontando o dedo para os outros, ele acusou – E esses idiotas acabaram de sobrecarregar os propulsores!

  • Nós estávamos tentando nos livrar do reboque, seu burro! – O acusado falou – Se você não notou, esse maldito reboque vai nos levar pro espaço, e essa nave é sub-orbital!

  • Quem você tá chamando de burro, seu palhaço! – O primeiro falou, partindo pra cima.

Ao que o outro também se preparou pra briga, Pooja interveio, usando a Força para levantar os dois do chão, matando de vez a vontade deles de fazer confusão Os outros envolvidos abriram a roda, olhando surpresos e temerosos para a Rainha Naboan, que baixou a mão, permitindo aos dois que tocassem o chão novamente, e falou:

  • Ninguém aqui vai brigar. Nós todos vamos trabalhar juntos para nos livrar desse droid – Pooja falou, e virando-se para o que sobrecarregou os motores, ela perguntou – Os propulsores podem ser usados ainda?

  • Eu não tenho certeza. – Ele falou – Dependendo do dano, nós só poderemos usa-los para manobrar em nossa descida e fazer uma aterrissagem de emergência.

  • Isso vai ter que dar. – Pooja falou, e se virando para o segundo grupo, ela disse – Eu preciso de voluntários para chegar os sistemas de emergência e os propulsores. Se nós vamos ter de fazer um pouso de emergência, é melhor garantir que não tem mais nada errado.

Quatro homens levantaram as mãos, e ela então disse:

  • Muito bem. Eu vou lá fora informar esse droid que a carona dele acabou… – Pooja falou, ativando seu sabre de luz

Os presentes observaram ao que Amidala usou a força para abrir uma comporta de emergência no teto, que dava para fora da nave, e usando a Força, ela saltou…

Imediatamente a Naboan usou a Força para diminuir o empuxo do ar, e pisando na fuselagem, ela então olhou a redor, analisando a situação. Em seus três anos de casamento com Viktor, Pooja havia estado em situações perigosas e havia presenciado acontecimentos bizarros. Aquela não era a primeira vez que ela e seu marido viajaram para uma realidade alternativa, nem a primeira vez que ela se encontrava sozinha contra um androide gigantesco, mas era a primeira vez que ela fazia isso do lado de fora de uma nave em movimento…

Não demorou mais que alguns segundos para a Força lhe alertar do perigo (além do perigo de já estar do lado de fora de uma nave nos céus), e a Naboan saltou de forma acrobática, escapando por pouco de tentáculos mecânicos que perfuraram a fuselagem no local onde ela estava como se fosse papel.

  • Isso é jeito de tratar uma dama?! – Pooja falou, cortando ao meio outro tentáculo que tentou pegá-la. – Nada disso… nada de agarramento no primeiro encontro.

Amidala correu pela fuselagem, escapando de mais ataques, e cravou seu lightsaber num dos tentáculos maiores que estava segurando o transporte. Ela manipulou a Força para criar um escudo ao seu redor ao que os tentáculos menores tentaram lhe pegar, e tentou cortar o tentáculo maior, para o material era mais grosso do que ela esperava:

  • Frikk! Por que eles tinham que usar material de alta densidade nos tentáculos? – Pooja resmungou.

Ela ouviu um barulho de metal se retorcendo e viu dois tentáculos arrebentando um dos módulos externos, e arremessando contra ela. Antes que a Rainha Naboan pudesse reagir, porém, o módulo explodiu em pedacinhos ao que ele foi atingido pelos disparos certeiros de um caça. Amidala imediatamente se virou para a origem dos disparos e viu o TIE Avenger de seu Tio Ani e o R-Wing de seu primo Luke dando um rasante no transporte. Ela também reconheceu o TIE Defender de Darth Revan e o B-Wing de Mara Jade, e sorriu:

  • A Cavalaria chegou bem na hora… – Pooja falou para si mesma…

Ela observou ao que os quatro caças começaram a atacar o droid, e por isso não notou ao que dois tentáculos, de forma silenciosa, agarraram a fuselagem da nave na seção onde ela estava, e foi tarde demais que ela percebeu o ataque do inimigo, que arrancou as placas onde ela estava, jogando-a para o alto.. Pooja girou no ar evitando ser esmagada contra o droid, e usou um dos tentáculos que lhe atacou como trampolim. Ela saltou, esquivando de outro ataque, mas um terceiro tentáculo segurou seu pé, e a puxou, de forma violenta. Por um segundo, Pooja ficou tonta ao que ela voou por toda a parte de baixo do droid que lhe levantou acima do transporte. Ela conseguiu um segundo de orientação, e usando a Força, liberou relâmpagos contra o tentáculo que lhe prendia. O braço atacante a balançou violentamente a largou, jogando-a fora da nave, para horror dos que assistiam a luta dela…

[Alta Órbita de Axxilla]

A Bordo da Ordeal, os oficiais recebiam reportes da batalha. E a maioria deles seguia para os subalternos. Somente as ações mais importantes eram levadas ao Executor e à Almirante. Contudo, isso não queria dizer que eles não prestavam atenção. Contudo, foi o fato de ao mesmo tempo diversas vozes conhecidas gritarem o nome da Rainha Naboan que chamou a atenção de Anna Saphir #Coruscanti; Estrategista Lendária, Força-Guerreira Lendária#… de imediato ela correu para o console, e vendo a Rainha sendo jogada para fora da nave, ela gritou para o Executor, que estava focado na batalha no espaço:

  • Viktor!! – Anna o chamou.

De imediato, Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# virou-se para a Ice Queen, que estava visivelmente abalada, e correu para junto dela… ele chegou a tempo de ver a imagem de sua esposa em queda livre…

  • Pooja… – Magnus sussurrou..

  • Ela… está voando?! – Anna exclamou, surpresa, ao que a imagem da Rainha mostrou que ela estava ganhando altitude novamente

[Céus de Axxilla]

Pooja Amidala estava em queda livre, mas ela não estava com medo. Depois de tudo que ela e Viktor passaram juntos, ela havia aprendido a confiar no Criador Supremo e em seu instrumento, à Força Unificadora… concentrando-se, como ela havia sido ensinada por seu amado piloto, a senadora respirou fundo, e deixou a Força fluir ao seu redor… logo ela sentiu o ar ao seu redor, como uma extensão sua, e abrindo os olhos, parou sua queda… A Naboan olhou maravilhada para si mesma, e olhando para o alto, ela viu o transporte ao longe, e falou:

  • Se prepare, Late-Velha, por que Pooja Amidala está a caminho! – A Naboan falou.

Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, que havia saído de formação para resgatar sua sobrinha, desacelerou ao que ela parou de cair e acelerou ao que ela acelerou rumo ao alto. Ele seguiu ao lado dela e, projetando sua voz através da Força, ele falou:

  • Pooja, o que Frikk você está fazendo? – Vader reclamou – Magnus quase morreu fazendo isso, e é por milagre que ele está de pé hoje, e que o usuário dessa técnica pode ter sua vitalidade sugada pela Força! Pare de voar e se segure no meu TIE!

  • Isso foi no nosso universo, Tio Ani, esse universo é diferente! – Pooja falou, sem desacelerar – Eu não estou sentindo nenhuma exaustão, pelo contrário! É como se fosse perfeitamente natural..

Amidala acelerou contra o transporte, e Vader teve de acelerar com tudo para se manter na cola dela…

[Órbita de Axxilla]

Anna ainda estava debruçada sobre o console, observando maravilhada ao que a Rainha Naboan estava voando como apenas o Executor e o Imperador-Pai haviam feito antes, quando ela notou Darth Magnus marchando na direção da escadaria que levava ao deck inferior e à saída da ponte de comando. De imediato Saphir virou-se para ele, e o chamou:

  • Viktor! – Anna falou

  • O Comando é e seu. – Magnus respondeu, sem olhar para trás.

A Almirante correu até o Sith, se jogando na frente dele. Magnus olhou para a Coruscanti, cuja aflição era visível em sua face, e disse:

  • Não tente me parar, Saphir. – Magnus falou.

  • Eu não vou. – Saphir respondeu, para surpresa do Sith.

A Almirante o olhou nos olhos e, decidida a manter a promessa que ela havia feito a ela mesma, Anna disse:

  • Quando você quase morreu, eu prometi a mim mesma que não iria deixar você sem antes lhe dar uma coisa que eu já devia ter lhe dado a muito tempo – Ela falou.

Magnus não entendeu a princípio, mas ao que ela se aproximou dele, segurando-o pelos braços ao que ela ficou nas pontas dos pés para vencer a diferença de altura entre os dois, o Chiss, visivelmente chocado, entendeu o que ela queria… Anna Saphir, a Ice Queen da Marinha Imperial, e uma das mais reverenciadas Comandantes da frota Imperial beijou o quatrolho Chiss que à uma década era parte vital da vida dela, pessoal e militar. Desde seus dias com Araon na academia, até o seu romance secreto com Ny’Collas, o breve affair com Allan e o retorno de Araon; desde a Strike Cruiser que foi a primeira nave sob o nome Ordeal que esteve em seu comando, a batalha de Kernus, e a breve vida da Victory Star Destroyer Ordeal, até a restauração do Império e o comando do Super Star Destroyer que era a terceira nave a carregar o nome que se tornou sinônimo do Império Galáctico, Viktor esteve lá. Mesmo quando ele esteve com Fey, ele sempre esteve presente para ela.

E nunca, em nenhum momento, mesmo com o Chissi tendo nutrido por sete daqueles anos, um amor platônico por ela, Anna o havia recompensado tamanha reverência com um beijo. Ela nunca o amou do jeito que ele a amou, e ela sabia que a muito o sentimento dele havia mudado. Ele era casado e feliz com a mulher maravilhosa que era Pooja, e Saphir estava sinceramente feliz pelo casal, mas em sua consciência, a culpa dos anos os quais ela o tratou de forma cruel, usando-o como confidente e suporte mesmo sabendo da afeição que ele lhe tinha agora lhe fazia sentir um aperto no coração, especialmente depois dele quase ter morrido para salvar a filha dela, a filha deles.

Ao que os lábios dela se separaram dos dele, e a Almirante se permitiu abrir os olhos, ela encontrou o olhar firme do Chiss, com a quase imperceptível aura fantasmagórica em seus olhos azuis. Ele sabia o significado daquele beijo. Ele sabia que Saphir não pretendia complicar sua vida nem a vida dela. E mais importante ainda, ele sabia que aquele era o ato final para encerrar tudo que ainda estava mal-resolvido entre os dois, mesmo depois de tanto tempo…

  • Agora vai… Vá fazer o que você sabe fazer melhor. – Ela lhe disse, com um sorriso

Viktor Straussber, Darth Magnus, Piloto, Sith e Executor deu um breve sorriso, e marchou na direção da escadaria. Anna moveu na cola dele, e se aproximou do parapeito em tempo de ver o Sith descer o primeiro set de degraus correndo. Ele agarrou no corrimão, dando uma guinada violenta e saltando o segundo set, já descendo num sprinte olímpico no deck inferior, quase atropelando dois oficiais que foram espertos o suficiente para sair da frente ao que o Executor Imperial passou pela blast door já não mais tocando o chão…

  • Vá salvar o dia, Viktor. – Anna falou, demorando apenas um momento antes de voltar ao comando de sua nave.

1 comentário

Arquivado em Fan Fic Pt, Fan Fiction, FW 1.0

E-I;C-3; Ato III-c

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III-c

Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Octagésimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: GUERRA!#

[Alta Órbita de Axxilla]

No espaço de Axxilla, duas forças estavam em um embate… A guarnição da Guarda Imperial, em adição das forças se segurança de Axxilla estavam em uma luta desigual contra a armada da Aliança, que era em maio número e com poder de fogo superior ao as forças defensoras do planeta. A bordo de seu cruzador S.S.C. Confessor , Comissário Jim Gordon comandava a resistência…

  • Continuem atirando!! – Gordon falou – Nossa única chance é quebrar o bloqueio deles para lançar as cargas termonucleares!

A jovem tripulação da ponte fez o seu melhor para cumprir as ordens do Comissário. Contudo nem mesmo o melhor deles fera suficiente para quebrar as linhas do inimigo, que atacava de forma kamikase, sem qualquer senso de auto-preservação. Toda a nave chacoalhou com a onda de choque causada pela explosão de um dos cruzadores Axxillans, e o comissário teve de se segurar no corrimão para não ser jogado longe, como tantos outros que estavam de pé foram. Os oficiais que estavam sentados nos consoles tiveram mais sorte, e um deles imediatamente falou, num tom alarmado:

  • Comissário!! – O jovem oficial falou – Nós perdemos o Bay Hammer!!!

  • Sobreviventes, alferes? – O Comissário perguntou.

  • 35 escapepods lançados, Comissário… – O alferes falou, num tom sóbrio – de 560 possíveis…

  • Oh, Deus…mais de 2000 almas perdidas. – uma das jovens oficiais falou, em tom de horror.

  • Comissário!! – o alferes voltou a falar – Caças inimigos estão movendo para interceptar os escapepods.. E-Eles estão abrindo fogo!!!!

Gordon se equilibrou, e gritou:

  • Navegador, nos coloque entre os sobreviventes e estes animais! – Jim disse, enojado de pensar na covardia do inimigo – Artilheiros, vaporizem estes caças!!

Os oficiais seguiram as ordens do Comissário à risca, e o Confessor moveu-se no campo de batalha, quebrando formação e movendo sua nave ao longo da linha… outros cruzadores e destroyers foram obrigados a interromper os disparos para passagem da Nau Capitânia, que girando o seu eixo balançou os disparos recebidos entre as diversas seções de seu escudo, ao mesmo tempo que os artilheiros aproveitaram a rotação para disparar contra os caças inimigos.

  • Estamos em posição, Comissário! – o alferes falou – Times de resgate estão guinchando os sobreviventes para o hangar!

  • Excelente!! – Gordon falou…

O Comissário pensou em falar alguma coisa mais, quando uma nova explosão, dessa vez mais violenta e próxima ocorreu… painéis explodiram, as luzes falharam, e um dos duraglasses se quebrou, sugando uma meia duzia de almas desafortunadas para a morte no vácuo negro do espaço, antes que os sistemas de emergência fechassem a abertura com os blast walls.

  • Reporte de Dano!! – Gordon gritou

  • Impacto direto!!! o hipedrive de estibordo perdeu uma seção inteira!! – Um oficial falou

  • Geradores de emergências ativados!! Reatores estão offline!!! – Outro oficial falou

  • Escudos à 20%!!! – A oficial de antes falou.

  • Nós temos rupturas na fuselagem nos níveis 5, 10, 11, 12 e 13!!! – Outra voz reportou. – Os campos de contenção estão mantendo a atmosfera por enquanto!

  • Fogo nas seções Alfa, Gamma e Epsilon da Engenharia!! – Mais uma má notícia veio.

  • Linha de artilharia de estibordo está offline!! – O alferes falou.

Gordon balançou a cabeça, irritado em saber que eles tinham usado os escapepods como isca para tira-lo de sua posição estratégica e ele tinha mordido como um peixe, deixando sua nave exposta e agora inoperante, e o buraco nas linha de defesa só faltando um tapete vermelho para convidar a Aliança a acabar com o resto da armada…

Outra explosão, essa bem mais distante, mas visível pelas janelas, ocorreu, ao que parecia ser atrás da armada inimiga…

  • O que?! – Jim falou, surpreso… – Sensores, me dê a telemetria!!

O oficial no console fez como ordenado, e o projetor holográfico da ponte mostrou a imagem de uma armada, massiva em número para superar ao mesmo tempo Axxillans e Aliados numa quota de 3 para 1, e mais que isso, naves capitais que eram enormes para os padrões de qualquer armada que o Comissário já tinha visto, que ainda assim pareciam miniaturas perto de duas ridiculamente gigantescas naves, que eram idênticas no formato, mas com designs completamente contrastantes…

Na mais brilhosa delas, a fuselagem branca tinha o símbolo de um círculo negro, com uma mão entre-aberta em amarelo, segurando uma estrela, e feixes de luz passando por entre os dedos.. abaixo disso, a sigla L.E.G.I.O.N. #Licensed Extra Governmental Interstellar Operatives Network# era bem visível, e a designação L.S.D. Lyrissa Mallor…. Na outra super-nave, de chassi cinza-metálico, uma roldana azul estava estampada, e em Araubesh Clássico, que Gordon só pôde entender por causa da educação rigorosa que ele havia recebido, estava escrito IMPÉRIO GALÁCTICO, e a designação S.S.D. ORDEAL. A segunda nave ele não tinha a menor ideia de onde tinha vindo, mas L.E.G.I.O.N. Era a polícia galáctica que estava vindo para ajudar o Império, e pelo visto, eles haviam vindo preparados para uma guerra…

À bordo do Lyrissa Mallor, o Comissário Vril Dox II #Brainiac 2; Coluan; Intelecto Nível 12# estava em comunicação com o Executor Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss; Força-Guerreiro Lendário#, que estava comandando as forças Imperiais:

  • A Nossa chegada foi oportuna, meu caro Dox – Magnus falou – A Aliança já partiu para o ataque.

  • Sim, mas os esforços deles serão em vão… – Vril Dox respondeu.

Virando-se para Strata #Strata; Driad; corpo rochoso, super-força; semi-invulnerabilidade#, que estava como segunda em comando, ele disse:

  • Inicie a transmissão. – Ele disse.

Strata acenou com a cabeça, acionando as holocâmeras da ponte, e logo a imagem do super-gênio Coluan foi transmitida em canal aberto:

  • Eu sou Vril Dox, Comissário da L.E.G.I.O.N. – Ele falou – O Império Coruscanti e todos os seus planetas afiliados, incluindo Axxilla, estão sob nossa proteção. Todas as forças invasoras devem cessar as hostilidades e deixar o setor, ou sofrer as consequências. Este é o único aviso que vocês receberão.

O Coluan fez sinal para a Driad, que encerrou a transmissão… ele se virou para Amon Rakk #Khundio; Guerreiro de Elite, fisiologia sobre-humana#, e falou:

  • Coloque os turbolasers online, e concentre fogo nas naves capitais. – Vril Dox falou, e virando-se para Stealth #Furtiva Dox; Raça Desconhecida; fisiologia sobre-humana, supressão de som#, ele acrescentou – Avise Revan e os esquadrões dele para ficarem de prontidão para decolagem ao meu comando.

  • Você acha que eles vão ignorar seu aviso? – Strata perguntou.

  • Eu tenho certeza que eles vão ignorar meu aviso. – Dox falou.

  • Comissário, os destroyers estão energizando suas linhas de artilharia de bombordo! – Um dos oficiais falou.

Vril se encostou na cadeira, com uma atitude tão fria e insensível que causou surpresa aos que não o conheciam a mais tempo, e disse:

  • Dê ordem de ataque a todas as naves. – Vril Dox falou – Padrão Eccho-Gamma-5.

De imediato todas os oficiais de comunicação passaram as ordens do Comissário. Destroyers, Cruzadores, Fragatas, Porta-Naves e Caças aceleraram para velocidade de ataque, ao que Dox virou-se para a imagem holográfica de Magnus e falou:

  • Fique a vontade para quebrar o ânimo do inimigo com o super-laser, Executor. – Dox falou.

  • Com todo prazer… – Magnus falou.

Na ponte da Ordeal, O Lorde Sith virou-se para a Almirante Anna Saphir #Coruscanti; Estrategista Lendária, Força-Guerreira Lendária#, a Oficial Comandante do Super Star Destroyer, e disse:

  • Você ouviu o homem, Saphir. – Magnus falou – Quebre o ânimo do inimigo.

  • Ahh, eu vou quebrar muito mais que isso nesses Bantha Fodders, Viktor… – Saphir falou, e virando-se para seu artilheiro, ela ordenou – Ordene as naves para limparem a área!! Carregue o Super-Laser, e vaporize a Nau Capitânia deles!

O chefe de artilharia gritou as ordens para os oficiais no console, que começaram os procedimentos de ativação do Super-Laser, ao mesmo tempo que os oficiais de comunicação deram a ordem de limpar o espaço na frente do Super Star Destroyer. Pelo chassi da Ordeal, conduítes de energia ao longo do chassi emitiram um brilho, que seguiu em sequência para o gigantesco catalisador na ponta do triângulo da fuselagem, que se concentrou. Numa sequência de poucos segundos os emissores emitiram feixes que convergiam num mesmo ponto, num efeito semelhante ao da Super-Arma que era um dos símbolos do Império, a Estrela da Morte. O feixe concentrado deixou a Ordeal, cruzando o espaço e atingindo em cheio o destroyer da Aliança, que explodiu em poeira espacial… causando danos nas naves mais próximas, e Caos em toda a armada da Aliança…

Do outro lado da batalha, Jim Gordon observou com um misto de espanto e grata surpresa ao que a nave inimiga foi vaporizada…

  • Santa mãe de Deus… eu preciso arranjar um desses… – O Comissário falou…

  • Comissário, eles estão lançando caças, Senhor! – O oficial falou… – Eu estou captando androides e… TIE Fighters?

  • O que? – Gordon perguntou – TIE Fighters?

TIE Fighters haviam sido usados durante a guerra da formação do Império, mas toda a alinha de produção havia sido abandonada em favor de Naves de Assalto que eram maiores e mais robustas… faziam quase 20 anos desde que ele havia visto um caça TIE. Gordon se aproximou do console, e viu a telemetria…

  • O Design é diferente, mas a leitura dos motores é inconfundível.. – O oficial falou.

  • Caças TIE… – Gordon falou – Isso fica mais interessante a cada minuto…

No espaço, os esquadrões de Battledroids da L.E.G.I.O.N. Seguiam em formação fechada, com o Wraith Assaulter, sob o comando de Darkstar #Alana Mallor; Talokian; Tenebrosidade Lendária, Corpo de Sombras, Teleporte, Guerreira Lendária#, à frente de uma asa enquanto a outra asa seguia sob o comando de Emerald Princess, que estava voando no espaço com a companhia constante do Olho Esmeralda de Ekron #Origem desconhecida; Indestrutível, Rajadas de Energia, Voo espacial, Vasta Gama de Habilidades#, e a terceira asa seguia sob o comando de Wildstar #Karlla Calrissian; Starhavean; Corpo de anti-energia, Voo espacial, Rajadas de Energia, Super-rastreamento#, que em sua forma energética, podia sobreviver no vácuo. Do outro lado, os Esquadrões TIE estavam sob os comandos de Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Darth Revan #Guilherme Exxar’Khun; Byssian; Mestre Lendário da Força#, Luke Skywalker #Tatooinean; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário# e Mara Jade Skywalker #Coruscanti; Força-Guerreira Lendária#.

  • Ok, Jade, está na hora de honrar o nome da família – Vader falou, pelo Comm.

  • Você quer dizer, me lançando de forma suicida contra o inimigo, sem um plano de ataque? – Mara Jade perguntou.

  • Exatamente isso… – O Patriarca dos Skywalkers falou, com um sorriso cínico.

  • Eu acho que nós devemos agir com cautela. – Luke tentou ser a voz do equilíbrio e da razão – Não há razão para nos arriscarmos desnecessariamente…

  • Isso, vindo do caipira que contou apenas com a experiência de atirar em Wompas para destruir a Estrela da Morte é hilário… – Mara Jade falou.

  • Filho… eu não tive a chance de lhe ensinar muitas coisas, mas nunca é tarde… – Vader falou, tentando dar seu melhor tom paternal – o risco nunca é desnecessário. O risco é metade da diversão.

  • O senhor tem sorte de Léia não estar aqui… – Luke respondeu – Ela iria lhe dar um sermão daqueles.

  • Não se preocupe, Luke, ela mandou representante – Padmé, que estava na Ponte da Ordeal, se meteu na conversa – Anakin Skywalker, comporte-se, e não corra riscos desnecessários!

Vader balançou a cabeça em seu cockpit, e falou, num tom abusado:

  • Ok, ok…. caramba… a gente não pode mais nem se divertir um pouquinho! – Vader reclamou, e num tom baixo, resmungou – Pior que minha mãe…

  • Eu ouvi isso! – Padmé falou, num tom nada satisfeito.

O Sith fez cara de desagrado, sabendo que ele iria pra casinha do cachorro por causa disso, e desconversou:

  • Falamos depois, Querida… Grupo Black, Velocidade de Ataque! – Vader falou

  • Grupo Blue, Velocidade de Ataque! – Mara Jade falou.

  • Grupo Rogue, Velocidade de Ataque! – Luke falou.

  • Asa Um, Dispersar e Atacar! – Revan falou.

  • Asa Dois, Concentrem-se nos Bombardeiros! – Darkstar falou.

  • Asa Três, Reforce a Linha de Defesa! – Emerald Princess falou.

  • Asa Quatro, Preparem as bombas! – Wildstar falou.

A multitude de droids e caças que seguia concentrados se dispersou como um enxame, tornando quase impossível a tarefa dos artilheiros aliados de disparar contra eles.. canhões dispararam a esmo ao que cruzadores ficaram sob o fogo cerrado dos caças. Voando a alta velocidade, os droids a Asa Quatro, sob o comando da legionária starhavean voou numa linha tendo Wildstar a frente. O tamanho diminuto dos droids em comparação aos caças e a alta manuverabilidade deles tornava impossível a tarefa de derruba-los… Voando por entre dois cruzadores, a Legionária esperou o momento certo e deu as ordens:

  • Soltar bombas! – Wildstar gritou.

Os droids, que carregavam em suas mãos cada um uma bomba, as lançou contra os dois cruzadores, fazendo uma chuva de explosões ao que eles passaram, em sincronia perfeita. Em outro canto da batalha, Darkstar e sua Asa de Battledroids se concentrava em destruir os bombardeiros que estavam atacando os defensores de Axxilla e a superfície do planeta, enquanto Darth Revan e a sua Asa de caças da L.E.G.I.O.N. dava cobertura a eles, interceptando e combatendo os caças que estavam com os bombardeiros. O Sith deu provas de que ele era de fato um piloto muito talentoso, ao que ele interceptou sozinho quatro caças que estavam na cola de Darkstar…

  • Uma ajudinha aqui é muito bem vinda! – Darkstar falou, ao que ela fez uma série de manobras evasivas para evitar o fogo inimigo.

  • A Cavalaria chegou, Milady! – Revan falou, disparando seus turbolasers contra um dos caças, explodindo os motores dele…

O TIE Defender de Revan mergulhou em velocidade, forçando os caças inimigos a se dispersarem para tentar cerca-lo, mas o Sith era superior a eles… voando rente a superfície de um cruzador, ele deu uma guinada forte , cortando o caminho de um de seus adversários, que por reflexo tentou segui-lo, somente para colidir contra uma torre de artilharia e explodir em pedacinhos. Pelos sensores, Guilherme viu os caças se aproximarem um por trás e outro pela frente, na tentativa de pega-lo desprevenido, mas o Byssian sorriu de forma ousada, ao que ele viu o hangar do cruzador inimigo se aproximar… sem pensar duas vezes, ele disparou contra o emissor do escudo de energia, eliminando o campo de força naquele setor, e mergulhou dentro do hangar. Os dois caças inimigos tentaram imitar a manobra, mas dentro do espaço apertado do hangar eles não tiveram espaço suficiente e colidiram. Revan disparou torpedos dentro do hangar, causando destruição em massa e saiu pelo outro lado do hangar, surgindo fora da nave antes segundos antes de uma cortina de fogo tomar conta do hangar.

Nas linhas de frente, Emerald Princess seguiu com sua asa diretamente para a Guarda Real… eles ignoraram o fogo cruzado, chegando em grande número até a posição onde as forças defensoras estavam… de imediato a Ekroan virou-se para o inimigo, que tinha um esquadrão mergulhando contra eles, e se concentrando, sua aura esmeralda se expandiu, formando uma parede semi-transparente. A chuva de torpedos do inimigo se chocou contra a parede protetora criada pela princesa, que conteve o ataque de forma eficiente… Ela baixou o escudo no momento seguinte, e as centenas de battledroids sob seu comando ergueram as mãos, que se transformaram em canhões, e dispararam uma infinidade de lasers, que atingiram e perfuraram as fuselagens dos caças inimigos, que explodiram ou ficaram completamente foram de ação.

Darkstar e seu grupo se aproximaram dos bombardeiros, e rapidamente os androides iniciaram seu ataque. Grupos de três ou quatro androides se agarraram aos bombardeiros, e um deles abria os cockpits, arrancando os tripulantes fora enquanto os outros seguravam a nave… A Talokian viu uma dezena de bombardeiros ainda seguindo contra o planeta, e concentrando-se, ela falou:

  • Seus Burros! Não sabem que a imensidão do espaço é negra como as sombras?! – Alana falou.

Do nada, o espaço se distorceu, a que gigantescos tentáculos se formaram, movendo-se como chicotes, que deram cipuadas certeiras contra o inimigo, destruindo o esquadrão de bombardeiros antes que eles pudessem chegar na zona de ataque…

Comissário Gordon assistiu ao que a sorte mudou de lado e as naves da aliança quebraram sua formação. O veterano então falou:

  • Essa é a nossa chance! – Jim falou, ligando o Comm – Comissário Gordon para todas as forças Axxillans! Agora é a nossa chance, Oficiais, vamos chutar a Aliança para o buraco de onde eles vieram!

[Ao mesmo tempo, na superfície…]

O grupo tático de Imperais, liderados por Thrawn #Mitt’Raw’Nuruodo; Chiss; Intelecto Nível 12, Estrategista Lendário, Tenebrosidade, Força-Guerreiro de Elite#, contando com Padmé Skywalker #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária#, Araon Straussberg #Humano-Chiss; Espião Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Firmus Piett #Axxillan; Intelecto Nível 10; Estrategista Lendário, Força-Guerreiro de Elite#, Darth Vecticus #Rivus Palpatine; Naboan; Estrategista Lendário, Político Lendário, Força-Guerreiro Lendário#, Cordé Palpatine #Naboan; Espiã Lendária, Força-Guerreira Lendária#e Pooja Amidala #Naboan; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária# se teleportou para o espaçoporto, onde os soldados da Aliança estavam atacando os transportes de refugiados. Rivus havia usado seus poderes para transportar a todos da Ordeal diretamente para a superfície, e assim que chegaram, eles logo encontraram uma zona de guerra… Padmé viu um grupo de civis sendo colocados contra a parede pelos endoguardas da Aliança, que estavam prontos para fuzilá-los, e imediatamente sacou seu lightsaber, deixando a lâmina azul se formar.

  • Protejam os Civis! – Padmé gritou, ao que ela saltou usando a Força, caindo bem no meio dos endoguardas, pisoteando um deles, tirando-o fora de combate imediatamente…

  • Vocês ouviram Lady Skywalker. – O Grande Almirante falou, usando as sombras para se teleportar atrás do inimigo, sacando ele também seu lightsaber, e formando a lâmina dourada.

Logo as lâminas de luz rubra, violeta, esmeralda, cobalto e prata de Rivus, Firmus, Araon, Cordé e o branco de Pooja se formaram e os cinco partiram para cima dos soldados inimigos. Darth Vecticus liberou uma tempestade de raios contra um grupo de soldados que estava armando um lança-morteiro, ao mesmo tempo que Cordé saltou de forma acrobática, cortando os suportes de um enorme lustre, que caiu sobre mais uma meia dúzia de soldados.. Ela caiu no chão rolando e empalando um outro soldado que estava mirando em Pooja Amidala, que estava rebatendo disparos, juntamente com Araon, ao mesmo tempo que Firmus conduzia os refugiados para dentro de um dos transportes.

A Rainha Naboan percebeu tarde demais ao que mais três soldados, saídos de um dos corredores vieram contra eles, mas a lâmina de luz cobalto de Padmé não os perdeu, ao que um deles foi empalado pela arma arremessada pela ex-senadora. Usando a Força, Padmé saltou , girando no ar. De suas mangas, dois miniblasters surgiram, que ela segurou e disparou ainda no ar, fuzilando os outros dois. A Naboan pousou de joelhos no chão e braços, com os blasters retraindo de volta para dentro da manga, ao que o lightsaber voltou como um bumerangue. Ela abaixou a cabeça, usando a Força para guiar a arma para sua mão oposta, que segurou o lightsaber em tempo de empalar um endoguarda que tentou ataca-la.

  • Dá-lhe, Tia Padmé! – Pooja falou, impressionada com a demonstração de habilidade de sua tia…

Amidala não deixou barato, saltando no ar, usando colunas e plataformas como trampolins para lhe impulsionar para o alto. Ela girou ao redor do próprio eixo como uma bailarina e passou pelas vidraças quebradas do átrio, em tempo de interceptar uma shuttle que estada disparando contra os transportes… Manipulando a Gravidade com a Força, ela ganhou alguns momentos de estabilidade no ar, ficando de frente para o cockpit, e dois pilotos que estavam surpresos em ver a bela soberana flutuando no ar. Pooja usou a Força para empurrar a shuttle para longe, fazendo-a perder o controle e se chocar contra o chão, segundos antes dela tocar o chão novamente, pousando com graça e suavidade.

  • Há, o Magrelo te ensinou bem, cunhada! – Araon falou, se referindo a seu irmão pelo apelido de infância.

  • Nada mal para uma Sardentinha traquina… – Firmus falou, se referindo ao apelido de infância de Amidala que sua esposa lhe havia confidenciado.

  • Vocês que passaram pelo limbo devem ter perdido o memorando, mas Viktor não é Magrelo já faz tempo, e faz mais tempo ainda que eu deixei de ser Sardentinha… – Pooja falou.

  • E o “traquina”? – Araon perguntou.

  • Isso é tradição de família, meu caro… – Padmé interveio – Nasceu Naberrie, vai aprontar.

Pooja sorriu por um momento, que passou logo ao que Thrawn chamou a atenção deles:

  • O Transporte!! – O Grande Almirante Chiss falou.

Ao que o grupo virou-se para ver, eles notaram um gigantesco droid-octopus lançando tentáculos contra a nave cheia de refugiados, Cordé exclamou:

  • Pela Força, aquela nave não tem capacidade orbital! – a Imperatriz-Mãe falou.

De imediato os soldados da guarda e os imperiais começaram a disparar contra os tentáculos, ao que o transporte cheio de pessoas em pânico e gritando começou a ser levantado… Pooja olhou para aquela situação, e sem pensar, saltou de forma sobre-humana, movendo-se como um foguete, entrando no transporte segundos antes das comportas automáticas serem fechadas…

  • POOJA!!! – Padmé, Cordé e Firmus gritaram…

1 comentário

Arquivado em Fan Fic Pt, Fan Fiction, FW 1.0

E-I;C-3;Ato III-a

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III-a

#Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Setuagésimo Sétimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: Anomalias espaciais causam interrupção no tréfego hyper-espacial #

[Coruscant #Capital do Império Kryptonian-Coruscanti – Sofrendo com enorme êxodo populacional#– Dia]

Ruminações da Imperatriz Amidala, Parte 2.

Com o Império em Guerra, Amidala colocou Valéria Pellaeon #Coruscanti; Guerreira de Elite, Estrategista Legendária#, Jimmy Olsen #Bastionian; Legendário Mestre da Força, Legendário Guerreiro#, Justice Society e Justice League em uma fronte Unificada para bloquear o avanço do Blue Shard e dar tempo a L.E.G.I.A.O. De entregar seus reforços enquanto Darth Warlock trabalhava numa maneira de anular os super-poderes dos Kryptonians… Já nas primeiras batalhas Helena ficou grata em colocar Valéria a frente de suas forças militares. O Gênio estrategista dela se revelou nas táticas de guerrilha que eles fizeram, surpreendendo e atacando as armadas kryptonians em sistemas com sóis vermelhos, que anulavam a super-vantagem do Blue Shard, mas não afetavam os heróis imperiais. Tudo isso enquanto o Lorde Sith trabalhava numa maneira de anular em definitivo os poderes dos soldados kryptonians e salvar Coruscant…

Darth Warlock usou a influência dele em Korriban e em Nar Hutta para trazer endoguardas Luthor e soldados do Red Shard para defender o planeta, e ela usou a influência dela para conseguir o apoio de Thesmicyra em defender o planeta e garantir abrigo para os refugiados, que começaram a vir das colônias que estava no trajeto do Blue Shard. Haviam dois motivos principais pelo qual ninguém queria guerrear os Kryptonians: primeiro, pelos super-poderes que eles tinham na presença do Sol Amarelo, e segundo, pelas táticvas nefastas que eles eram capazes de utilizar… a arrogância kryptonian era mais visível que nunca no tratamento que eles davam aos seus conquistados, que era literalmente cidadãos de segunda classe… Amidala quase desejava que a história que os oráculos contavam de uma Krypton destruída se repetisse nesta galáxia…

Ela e seu Executor conseguiram, de Coruscant, manter ainda controle sobre o Parlamento, com a ajuda imprescindível da Rainha Sullivan, mas mesmo este controle era mera aparência, ao que eles sabiam que apenas uns poucos das centenas de governos alí representados iriam se opor abertamente à Krypton, e o fato da Aliança ter retirado sua delegação do Parlamento após o incidente com Terra e Power Girl só fazia piorar as coisas. O Sith a ofereceu os meios (Completamente ilegais e anti-éticos) de obter mais que promessas vazias dos outros governos, e ela aceitou sem titubear. Por força das circunstâncias, ela se tornou ainda mais íntima do Lorde Sith. Não por que ela tinha sentimentos por ele (que ela descobriu que tinha), mas por causa do desejo doentio que ela tinha de ferir ao homem que ela amava, e a sí mesma, por anos de covardia, ao que ela sabia bem que todas as coisas horríveis que ela disse a ele se aplicavam à ela própria…

O Sith não a amava… pelo menos não do jeito que ele amava sua prima, mas ele se submetia a aquela situação ao mesmo tempo que se mantinha longe de Feh e Carol, mantendo-se fiel a promessa que ele havia feito de esperar que elas definissem a relação delas antes. Mas aquela situação doentia e insólita provia uma válvula de escape para estravazar o estresse que estava sempre no limite do suportável todos os dias durante aquela crise… Ollie tentou se reaproximar, e eles chegaram a ter uma recaída, mas a verdade é que havia algo quebrado entre eles que não iria se reparar com uma simples noite…

Na primeira conversa franca que eles tiveram desde que ela soltou os cachorros com todo mundo, Ollie e ela puderam colocar tudo na mesa, e pelo menos até que esta crise se acabasse, amenizar a tensão entre os dois. Ela não foi orgulhoso, confessou seus erros e pediu uma chance aos dois. Em qualquer outra situação, Ela, Helena, não teria pensado duas vezes em aceitar, mas ela dava as cartas agora e explorar uma nova relação naquele momento era um desafio a mais que ela não estava disposta a enfrentar, e ele foi honesta com ele sobre isso. Ela prometeu a ele essa chance uma vez que ela pudesse lidar com isso, e ele aceitou, de forma tão madura e adorável que a fez chorar de novo em sua cama a noite… Ela, Helena Amidala era perdidamente apaixonada por seu verdinho, mas ela também era a Imperatriz, e como tal, não pdia simplesmente esquecera afronta que o herói havia feito à ela…

Mas tudo mudou na noite passada, quando o Mestre Jedi Igor Katarn #Kuatian; Legendário Mestre da Força, Legendário Guerreiro# retornou a Coruscant, com uma caravana do remanescentes da Ordem Jedi e os poucos sobreviventes do golpe de estado dado pela Princesa Lang #Lana Lang; Alderanian; Guerreira de Elite, Política Legendária#, que utilizando de meios nefastos de controle de massas, tomou o poder na Aliança. Diogo Organa #Alderanian; Político Legendário; Estrategista de Elite# e Kristen Lang #Lana Krysten Lang; Alderanian; Guerreira de Elite, Espiã Legendária# se opuseram a Princesa e foram declarados inimigos do estado por isso… Kristen entregou ao Império reportes da inteligência da Aliança que apontavam para a terrível possibilidade de que a Princesa, aliada a forças ocultas de vasta influência e poder, tinha sob seu controle um dispositivo diabólico extra-dimensional, capaz de vaporizar planetas inteiros, e que ela estava com esse dispositivo, em algum lugar entre os Core Worlds, pronta para atacar…

Ela ordenou que o palácio contatasse todos os governos planetários do Inner Rim, alertado-os do perigo, mas o aviso delas caiu em ouvidos surdos entre os simpatizantes de Krypton, que assumiram que tudo não passava de um êngodo, especialmente em face da clara desvantagem que Coruscant tinha em relação ao seu planeta irmão… Foi por isso que ela deu a ordem para que a armada de Pellaeon seguissem direto para Krypton, e agora, horas depois, ela ainda aguardava, na privacidade de seu quarto, notícias de Valéria…

Sentada na sua escrivanhinha, em frente ao seu terminal, ela checava a Holonet o tempo inteiro. Ela estava aliava em ver que ainda que uns não tivesse levado a sério seu alerta, muitos outros levaram muito a sério, e de Corellia a Kuat, todos os planetas da Corellian Run estavam com suas defesas planetárias em alerta máximo. Alderaan, o único planeta da Aliança a não se alinhar com Lang, graças aos esforços de Diogo e Kristen, também estava com sua esquadra em alerta máximo, mas era Krypton que perocupava Helena… ainda que eles estivessem em conflito, o Conselho não era estúpido, e se ela conseguisse fazer com que eles enxergassem o perigo que a Princesa representava, ela teria ao menos um cessar fogo com eles…

  • Ainda ai? – a Voz de Feh lhe tirou de seus pensamentos.

  • Estou esperando por notícias de Valéria. – Helena lhe respondeu. – Eles devem ter chegado à Krypton 35 minutos atrás.

  • As comunicações estão cada vez mais precárias por conta das distorções, Helena. – A Super-heroína falou. – Qualquer mensagem que eles tentem mandar pode demoraraté 10 horas para chegar.

  • Sim, eu sei, mas eu não consigo deixar de ficar anciosa. – A Imperatriz respondeu.

Feh sentou-se numa das cadeiras, retirou suas luvas e falou:

  • Eu também estou roendo as minhas unhas com essa espera… – Feh falou – Mas tudo que nós podemos fazer é nos preparar para o pior enquanto esperamos pelo melhor.

  • Mais uma roubada em que nós nos metemos… – Helena analizou – Nós somos Naberries, nós deveriamos ser espertas o suficiente para não cair nessas ciladas.

  • Se Vovó Flo ainda fosse viva, ela certamente iria nos dar um sermão por nós termos deixado nossas vidas ficarem tão complicadas assim. – Feh brincou

  • Nunca tente complicare as coisas por que a vida já faz isso por você – A mais velha falou, repetindo o bordão da matriarca dos Naberrie

  • Nós certamente merecíamos ajoelhar no milho no canto da sala por termos feito exatamente o contrário – A mais nova respondeu.

  • Ou levar umas cintadas no bumbum… – Helena falou – Eu perdi a conta de quantas vezes eu fiquei vermelha que só podia sentar de ladinho.

  • Ah, mas você só não era pior que mamãe… – Feh falou – Graças a Deus que eu não puxei a ela…

  • Ah, Tia Sola era terível… mamãe sofreu pacas com ela, que aprontava e botava a culpa na caçula… – Helena lembrou.

  • Sim, e daí a filhinha dela vem e dá o troco… – Feh falou, com escárnio – Não pense que eu esqueci daquele vaso que o o seu namorado quebrou quando ele pulou a janela pra fugir de Tio Ruwe, e que vossa Santidade do Pau Oco botou a culpa em mim, porque eu não esqueci não!

  • Ah, não reclama não… coitado do Palo quase quebrou o pescoço naquela queda… – Helena falou – E você foi muito bem subornada pra levar a culpa, ou você pensa que eu esqueci que você levou toda minha coleção de bonecas de porcelanas, com casinha em tudo?

  • Não reclama você, Dona Helena, que você tava é interessada em brincar de casinha com seu namoradinho no seu quarto, ou você pensa que eu esqueci que foi a calça que ele levava na mão que bateu no vaso? – Feh falou de forma acusadora…

A lembrança visual veio a mente da Imperatriz, com o jovem namorado dela, em pânico, correndo somente de cueca, sapatos e camiseta, com as calças na mão ao que o pai bravo dela brigava com as chaves para tentar abrir a porta da casa… Amidala caiu na gargalhada, e Naberrie com ela…

  • Coitadinho dele, ele tava mais branco que uma vela, correndo de cuecas no meio da casa, enquanto Tio Ruwe se atrapalhava com a chave… – Feh estava quase chorando de rir – O coitado achava que ele estava querendo entrar na casa pra pegar vocês no flagra e Titio estava preocupado em não perder o começo do jogo…

  • Depois daquilo, nenhum outro menino do Serviço Público quis chegar perto de mim, por que eu peguei fama de ter um pai homicida… – Helena relembrou… – Pelo menos nós conseguimos terminar antes de semos interrompidos…

Feh lembrou desse detalhe também, e resolveu matar a curiosidade de anos:

  • Você nunca disse como foi, Lena. – Feh falou.

  • Ah, foi como toda primeira vez de dois virgens, Feh… – Helena falou – Mais tentativa e nervosismo do que sucesso. Pelo menos ele não teve um orgasmo precoce antes de chegar lá. Naquela época era o que eu mais temia, por que todas as meninas do meu grupo falavam do desapontamento que era, especialmente por que depois eles demoravam mais, e daí as machucavam com o excesso de atrito…

  • Bem, eu não tive esse tipo de problema com Hawk… – Feh falou – Mas daí, ele era infinitamente mais experiente que o Palo, e claro, infinitamente mais canalha também.

  • Eu sinto muito, Fei-Feh – Helena falou – Eu devia ter mantido aquele canalha bem longe de você, especialmente dele tentar fazer a mesma coisa com a minha amiga…

  • Eu já disse para você parar de se culpar por isso, Helena – Feh a repreendeu – Ninguém me obrigou a me deitar com ele. Foi uma escolha minha. Uma escolha terrível, é verdade, mas foi minha.

  • Sim, eu sei, e eu sei o que isso lhe custou por todos estes anos… – Helena falou – A única coisa que me conforta é que Darth Warlock deu cabo daquele desgraçado e, espero eu, tenha lhe dado uma experiência tão boa que apagou a experiência ruim que aquele canalha lhe deu.

Feh desviou o olhar da sua prima, e o gesto não passou desapercebido por Helena. Se havia uma coisa que atormentava a Imperatriz em relação a sua prima era o fato dela ter tanto problema com intimidade e em relacionamentos… Ela havia saído de Naboo após o escândalo ter sido evitado, mas o trauma a deixou marcada, e o único homem na vida dela em todos aqueles anos havia sido Kal-el, nas sessões de beijos matinais que ela e Lane tinham com o Imperador. Helena ficou muito grata em ver que o tímido e revoltado discípulo de Jimmy e sua prima haviam descoberto um ao outro, e esperava que ele pudesse quebrar a parede de insegurança que Feh havia criado para se proteger do mundo, e dar a ela o amor e o carinho que ela merecia, mas aparentemente nem tudo havia saído conforme o plano, para dizer o mínimo.

  • Feh… – Helena perguntou, com uma voz cautelosa – Ele não fez a mesma coisa que outro canalha fez, certo?

  • Claro que não, Helena. – Feh respondeu.

  • Então… não me venha dizer que ele foi… uma decepção. – Helena continuou com o mesmo tom.

  • Helena, você o levou pra cama, você sabe muito bem que esse não é o caso… – Feh respondeu – Aliás, Você, Carol e Josefa sabem muito bem que este não é o caso.

  • Feh, eu já disse, se você está se sentindo desconfortável com.. – Helena começou, mas foi interrompida

  • Eu já disse, Helena, que isso não me incomoda. – Feh falou.

  • Então, qual o problema? – Helena perguntou.

  • O problema é que… – Feh hesitou, respirando fundo – O problema, prima, é que eu e Vynn…não teve.

  • Não teve? – Helena perguntou, confusa…

  • Não teve… não rolou nada… – Feh tentou elaborar, ficando ainda mais corada.

A Imperatriz entendeu finalmente o que a Super-heroína queria dizer, e ela olhou chocada para sua prima:

  • Como assim, não rolou nada? – Helena perguntou – Feh, quantas vezes vocês dormiram juntos, na mesma cama… você quer me dizer que nem uma vez? Umazinha?

  • Nem um sarro… – Feh respondeu.

  • Como que isso é possível? O homem mal conseque manter o ziper da calça fechado de tão galinha que é! – Helena falou, surpresa

  • Comigo, ele manteve bem fechadinho e guardadinho… – Feh falou.

Helena levantou-se, irritada, e falou:

  • Eu vou castrar esse cachorro. – Helena falou – Ele vai pra cama com umazinha qualquer mas faz charme com minha prima? Minha priminha? Eu vou capar esse safado!

Feh levantou-se, vendo sua prima com as mãos espalmando o ar, agitada de tal forma que lembrava sua vó quando ela ficava irritada, e a segurou pelos braços, chacoalhando-a:

  • Helena, não é nada disso! – Feh falou, fazendo sua prima se calar – Fui eu quem não quis! Fui eu quem disse não.

Amidala olhou para Feh, que estava claramente em agonia em face daquela confissão:

  • Fui eu, Lena, que não quis… – A Super-heroína falou, com os olhos húmidos – E Graças ao Criador, Vynn aceitou, e nunca, nem uma única vez, ele tentou me fazer sentir culpada. Você quer saber mais? Eu fiquei aliviada quando eu soube que ele tinha amantes, por que isso aliviou o meu sentimento de culpa, em não poder oferecer a ele a intimidade que é normal numa relação.

  • Oh, Fei-Feh– A Imperatriz falou, abraçando sua prima – oh, minha prima amada…

  • Nem quando eu descobri sobre Carol e as outras, mesmo quando ele podia usar meu medo de intimidade como desculpa, mas ele nunca fez isso, Helena, nunca… – A Super-heroína disse, numa voz trêmula.

  • Assim como eu nunca farei. – A voz do Sith surpreendeu as duas.

Helena e Feh se viraram e viram Darth Warlock no quarto. O Executor estava vestido somente com o robe, sem a armadura, por conta dos módulos terapeuticos que ele tinha de usar em sua perna, braço e abdome. Em qualquer outra situação, ele estaria imerso num tanque de bacta, mas o Império precisava de seu Executor, e por isso ele se submetia ao incômodo processo de usar os módulos terapêuticos para se recuperar…

  • Vynn… – A super-heroína falou, mas ele continuou

  • E você não deve se sentir culpada por nada, Feh. – O Sith falou, se aproximando – Eu nunca pedi ou esperei nada do que você me ofereceu, e foi minha falha lhe ter sido infiel. Nunca foi minha intensão lhe magoar ou lhe fazer se sentir culpada.

  • A quanto tempo você está nos ouvindo, Warlock? – A Imperatriz perguntou.

  • Tempo suficiente, Amidala. – O Sith respondeu. – Eu vim informar que eu estou me retirando pelo resto da noite. Boa noite, Amidala, Feh.

O Sith virou-se para a porta, mas Feh foi mais rápida que ele, segurando a mão dele. Os olhos fantasmagóricos do Chiss fitaram os olhos azuis da Naboan, que então, para surpresa dele, pegou a mão de sua prima com a outra mão.

  • Feh… – O Sith falou, num tom mais brando.

A super-heroína colocou juntas entre suas mãos a mão do Executor e da Imperatriz, que olharam para ela com uma expressão indecifrável:

  • Você fica, Vynn… – Feh falou – Helena precisa de você, e você precisa dela.

  • Fei-Feh– Helena falou, mas foi interrompida

Naberrie olhou para o Sith, e chegando perto dele, colocou uma mão no rosto dele, que institivamente fechou os olhos, sentindo o toque macio da pele dela. Helena asistiu com o coração apertado por sua prima ao que ela literalmente deu a “benção” dela ao beijar o Chiss e falar:

  • Cuide bem dela, Vynn. – Feh falou.

  • Eu irei. – O Sith lhe respondeu.

  • E Lena…. – A Super-heroína falou – E quando você tiver a chance, com ou sem guerra, acerte as coisas com Sir Ollie. Eu tenho o presentimento que nós vamos estar neste conflito por muito tempo. Não perca mais tempo, prima.

Helena não falou nada, apenas acenando com a cabeça. As duas primas se abraçaram uma vez mais, e o Executor e a Imperatriz viram a Naboan deixar o quarto… A expressão no rosto do Executor era neutra ao que a porta se fechou, mas se tornou mais negra a cada segundo que passava. Ele soltou a mão de Amidala, virando-se na direção da varanda. Ela observou ao que Warlock mancou até a porta da varanda, sentando-se numa das poltronas.

Ela não precisava de super-sentidos para saber que ele estava tão dissatisfeito com aquela situação quanto ela. Helena atravessou o quarto, com sua graciosidade típica, e se aproximou dele, que estava com as mãos juntas, e dedos entrelaçados em frente ao rosto, enquanto o resto do seu corpo afundava no estofado…

  • Aquele maldito merecia morrer mil vezes. – Ele disse, com uma vóz ríspida e ameaçadora.

  • Você o fez desejar que ele não tivesse nascido, Executor. – Ela falou – Eu estava lá, lembra?

Ele não precisava responder, e ela sabia disso por que ele lembrava bem daquele dia, nos subníveis escuros e apertados do Works, onde os soldados do Red Shard levaram o corpo “morto” de Hank Hawk, após o showdown entre o Imortal e o Sith na arena do Parlamento Galáctico. Amidala descobriu por mera coencidência o intento do Executor, e o surpreendeu, expressando o desejo dela de estar presente… Foi naquele dia que ela descobriu que não eram apenas Lordes Siths que tinham um lado negro…

Foi preciso uma semana para tirar de suas narinas o cheiro da carne queimada pelo ferro quente, o eco dos gritos de dor, o cheiro de suor misturado ao aroma do ar agitado pela eletricidade… Ela tinha certeza que, para o maldito que quase havia destruído a vida de sua prima, a sessão de punição e tortura que o Sith ministrou de forma quase artística nele foi uma eternidade, mas no final, ela sombriamente desejava que durasse mais. Não por que ela sentisse prazer em vê-lo gritar como um porco no abatedouro, ela não teve prazer nenhum, nem ao ver a poça de sangue ao redor do corpo multilado…

Seu Executor manteve a mesma expressão, o tempo todo. Assim como ela assistiu ao castigo final do Imortal, seus gritos de agonia, e o movimento de dor quando ele sequer fisicamente incapaz de gritar, soltando apenas doentios gemidos que a lembravam dos animais doentes nas estâncias de Venitia que ela viu os fazendeiros sacrificarem nos anos da praga bovina em sua infância. Feh e ele já estavam separados naquele dia, mas ele não se tornou menos protetor dela. Assim como ele fez naquele quarto de hospital, pronto para enfren a multidão por sua prima e a reçém-reunida amante dela..

Amidala afastou os pensamentos de sua mente, e tomando a mão dele, ela expressão, sem palavras, o seu desejo de se retirar, com ele, pelo resto da noite. E como todas as outras vezes, o seu Executor, leal e obediente, obedeceu.

1 comentário

Arquivado em Fan Fic Pt, Fan Fiction, FW 1.0

E-I;C-3;Ato III

 

Episódio I

Capítulo 3

Ato III

#Holopedia Galáctica Online…Search Engine Ready#

[Setuagésimo Sétimo dia do reinado da Imperatriz Amidala]

#NewsTicker: Armada do Blue Shard se aproxima de Coruscant – Milhares de pessoas fogem, causando Caos no sistema. #

[Coruscant #Capital do Império Kryptonian-Coruscanti – Sofrendo com enorme êxodo populacional#– Dia]

Ruminações da Imperatriz Amidala, Parte I

77 dias… 77 dias haviam se passado desde que Helena Amidala #Naboan; Política Legendária# havia assumido o trono de Coruscant, e por tabela, do território do Império Kryptonian-Coruscanti. A ex-rainha de Naboo e chairwoman do círculo interno do Império havia sido indicada como sucessora por Superman #Kal-El, Clark Kent; Kryptonian; poderes sobre-humanos em presença do sol amarelo# e Lois Lane-Kent #Coruscanti; Mestra da Força, Guerreira de Elite#, ao que os dois estavam abdicando para reativar a Justice League. E agora, 77 dias depois, o império sob seu comando estava dilapidado e a beira de uma guerra civil.

Desde que seu Executor, Darth Warlock#Vynn Nuruodo Dox; Chiss-Zodian; Mestre da Força, Tenebrosidade, Intelecto Nivel 12#, havia deposto o primeiro dos governadores kryptonians, sob alegações de nepotismo e corrupção, no terceiro dia de seu mandato, a tensão entre o Trono em Coruscant e o Conselho em Krypton se intensificou. Naquele mesmo dia ela ouviu as primeias vozes demandando sua renúncia… Mas Helena era uma mulher forte. Ela havia sobrevivido duas guerras ainda em seu tempo como Rainha de Naboo, dezenas de tentativas de assassinato e centenas de combates. Como Chairwoman do Império, ela enfrentou milhares de horas dos debates mais estenuantes e sórdidos nos halls e na arena do Parlamento Galáctico. O prospecto de uma luta desigual contra uma raça de semi-deuses não lhe assustava.

Mas a Imperatriz Coruscanti admitia aos mais íntimos que ela podia seguir sem o drama pessoal que tomava conta de sua vida…

75 dias desde que a primeira demanda pela renúncia de Amidala ao trono de Coruscant veio do Conselho de Krypton. Primeiro, Sua prima caçula, sua melhor amiga e fiel companheira desde que ela veio para Coruscant, se envolveu com o seu Executor, que literalmente quebrou o coração dela ao formar um leque de amantes. Se não fosse of ato dela ter sido pega naquela distorção espacial e se transformar em Power Girl #Feh Zor-L Naberrie; Naboan-Kryptonian; Poderes Super-Humanos na Presença do Sol Amarelo#, e ter ido a forra com o salafrário ela mesma, Helena certamente teria castrado o miserável.

Mas aquele dia que transformou Feh em uma super-heroína também foi o início de uma série de eventos que transformou outras pessoas que ela conhecia em super-seres: Allan Al-Lugger e Tamires Darklighter foram pegos na mesma distorção espacial que feh e foram transformados em Darknight #Allan Drake Al-Lugger; Força-Sensitivo, Guerreiro de Elite, Estrategista de Elite, Intelecto Nível 10# e Wonder Girl #Tamires Troy Darklighter; Amazona-Tatooinean; super-poderes místicos#. Josefa Tiik, que estava em Yoben, sofreu o mesmo encontro e se transformou em Rocket Red II #Josefa Mikoyan Tiik; Twi’Lek; super-engenharia, traje de combate ultra-avançado#. Dias depois, foi a vez de Carol Isaard, que se transformou em Terra #Carol Atlee Isaard; Tatooinean-Stratan; fisiologia sobre-humana, Geocinésia Legendária#, e este evento trouxe ainda outra surpresa para Helena…

Terra e Power Girl eram amantes na realicade de onde elas eram, e uma vez que elas estavam fundidas em Carol e Feh, respectivamente, Amidala teve de lidar com o fato de que sua prima e a ex-sacerdotisa eram agora amantes… Claro que a forma como ela descobriu, flagrando as duas aos beijos e abraços num quarto de hospital foi extremamente chocante para Helena, que aliada ao fato de que ela estava lidando com a culpa de ter mandado Carol para uma missão suicida, ela reagiu muito mal à agressividade de Darth Warlock, que estava em cólera ao descobrir que sua ex-namorada e sua ex-amante tinha sido envolvidas em uma situação mortal. Infelizmente, sobrou para Green Arrow #Oliver Queen; Alderanian; Guerreiro Legendário, Precisão sobre-humana, reflexos sobre-humanos, Arco#, que ingenuamente tentou apartar Amidala e Warlock na discussão deles, e uma vez mais, tentou horas depois discutir com uma extremamente estressada Imperatriz, que literalmente jogou na cara dele o fato dos dois estarem mantendo um relacionamento secreto.

Naquela noite, Helena bebeu demais, e ao que a oportunidade se apresentou, ela terminou seduzindo e levando para a cama o Lorde Sith, o homem que era o ex-namorado infiel de sua prima, o manipulador maquiavélico que dissipou a influência Kryptonian no Império e o homem que, por mais que todos ao seu redor e seu lado racional lhe dissessem que não era de confiança, ela confiava sua vida e a vida de bilhões de seres diariamente. Aquela foi a primeira vez (e a única delas que ainda fazia a Imperatriz ficar levemente corada de lembrar seu lado depravado e amoral que seu Executor havia feito aflorar nela) que ela havia comandado o Sith em seu leito.

O Affair entre os dois, diferente do seu longo romance com Ollie, não permaneceu secreto mais que uma manhã… Mas daí, o Conflito com Krypton já estava em curso, e por mais criticada que ela pudesse ser, ela e Warlock haviam sido competentes o suficiente para alinhar os interesses dos opositores dela com o status quo do trono, garantindo assim que nem o mais arrogante e teimoso de seus críticos se opusesse abertamente contra a Imperatriz em favor do Conselho. Mas ainda que o seu lugar no trono estivesse assegurado, a sua vida pessoal estava em completo desarranjo.

Ollie havia retornado no mesmo pé que ele foi ao saber, por meio de Brianna Whiteridge #Naboan; Força-Sensitiva, Elite de Segurança# , que havia falhado miseravelmente no intento dela de beber até esquecer que tinha visto a Imperatriz e o Executor na cama, e acidentalmente fofocou o ocorrido com Power Girl, Terra, Wonder Girl, Darknight, Jimmy Olsen, Chloe Sullivan, Red Rocket II, Paulo Jinn, Black Canary, Superman, Lois Lane, Miss Lane, General Fel-Ix, Darth Lumiya, Green Arrow, Batman, Wonder Woman, Red Rocket, Hawkwoman, Flash e praticamenter todo outro imortal em sua lista de contatos, pelo holocomm. O único motivo pelo qual Amidala não a despediu de imediato foi por que a pobre Guarda-Costas foi parar no hospital em coma alcóolico, e isso por sí só fez o sentimento de culpa dissipar a idéia da mente de Helena.

A idéia passou ainda mais uma vez pela cabeça da Imperatriz quando ela teve de lidar com toda Justice League e toda Justice Society, especialmente com Green Arrow e Wonder Girl completamente irados e com sede de sangue… Helena se arrependeu de não ter mandado seu Executor para outro planeta ao invés de permitir que ele ficasse ao seu lado para confrontar seus amigos, mas o lado feminino dela sentiu-se agraciado, por uma vez na vida ter ao seu lado um amante disposto a enfrentar céu e inferno ao lado dela, quaisquer que fossem as consequências, e o Criador era testemunha de que ela precisava daquele fio de segurança…

A situação não ficou boa quando os ataques verbais de Wonder Girl, Batman e Ultraboy, unidos a ira de Ollie, confrontaram o ego arrogante e cínico de Darth Warlock, que para piorar as coisas distorçeu a história, dando a entender que ele havia seduzido à ela, Helena, e nào o contrário. Felizmente, Feh e Carol acreditaram na palavra dela, e para grata surpresa de Amidala, a defenderam com veemência. E o suporte delas foi vital quando a agressão passou do verbo para os punhos, com uma vez mais, Wonder Girl, a amazona de sangue quente, partindo para a ação… foi a desculpa que Ollie esperava, ao que ele também atacou o Sith, que ainda que fosse discípulo de Olsen, não era o Grão-Mestre… Warlock foi atordoado por Green Arrow, que em sua ira, deixou escapar o affair entre o Arqueiro e a Imperatriz, e foi nocauteado por Wonder Girl, que o socou por duas colunas e a parede…

Daquele momento em diante cada evento que aconteceu foi apenas mais combustível para fazer arder a ira de Helena Amidala: Quando ela foi verbalmente atacada por Wonder Girl, que por sua vez foi confrontada por Wonder Woman, que não aceitou o comportamento imaturo dela; quando ela foi confrontada por Green Arrow e criticada por praticamente todos na sala salvo Power Girl, Terra, Rocket Red I e II e Darknight; quando Terra atacou verbalmente Wonder Girl e foi atacada por ela; quando Power Girl perdeu a calma, esmurrando Wonder Girl por 6 paredes, 18 colunas, 4 naves de transportes e dois kilômetros e meio de distância; Quando Ollie a confrontou, exigindo saber o que ela tinha a dizer em defesa própria e o grande estopim de tudo, quando Superman, Lois Lane, Batman e Wonder Woman, os quatro mais importantes ícones da galaxia, tentaram ser compreensivos e piedosos com ela….

Nunca cometa o erro grave de sentir pena da Imperatriz Galáctica, foi o que muitos dos que presenciaram o que veio a seguir pensou em retrospectiva, ao que a Imperatriz Helena Amidala, em seu terceiro mandado no poder Moderador, depois de duas décadas de serviço público, duas guerras civís, quatro levantes armados, duas crises políticas intergalácticas e incontáveis serviços à galáxia, deixou a compostura amena, polida e nobre de lado, tirou as papas da língua e encenou o mais ferino, malevolente, impiedoso, cruel, violento e ofensivo monologo já registrado na história do Palácio Imperial de Coruscant. Entre heróis, imortais, nobres, plebeus, homens e mulheres, somente meia duzia de felizardos escapou das bombas lançadas pela Imperatriz Coruscanti, que em poucos minutos e com um impressionante e escabuloso vocabulário deu uma prova irrefutável do por que ela era a Imperatriz…

Foi a única vez para a maioria, e uma das pouquíssimas vezes para uns poucos veteranos, que um indivíduo, sem super-poderes e sem imortalidade fez Superman, Wonder Woman e Batman recuarem, e a única vez que todos tivessem conhecimento, que o mesmo dido indivíduo colocasse dois times de super-heróis, e todo o primeiro e segundo escalão de um dos mais poderosos governos galácticos no seu devido lugar (figurativamente falando) com apenas um olhar… Infelizmente para Ollie, ele ainda abriu a boca, uma última vez (para se desculpar e dizer a ela, Helena, que ele a amava, mas ainda assim, um erro grave da parte dele) e recebeu uma recusa tão fria que fez até o mais desafortunado dos seres sentir pena do Arqueiro… Amidala chorou aquelas palavras a noite, sozinha em seu quarto, mas a tristeza da mulher foi o preço a pagar pela vingança da Soberana…

2 Comentários

Arquivado em FW 1.0