Fan Wars Universe – AMILOCK – Parte 2

 
…CONTINUANDO
 
 

Eles despediram-se rapidamente, ao que os outros também tinham pressa de aproveitar o carnaval, e o Sith e Helena continuaram a seguir pelo calçadão. Ela olhou ao redor, para ter certeza que ninguém estava prestando atenção neles, e falou:

  • Essa foi, e longe, uma das situações mais paradoxais que eu já tive na vida. – Helena falou. – E você, tinha que me beijar daquele jeito?

  • E por que não? Depois de tanto charme que você fez nas fotos, eu tinha de ser firme. – O Executor respondeu – Lordes Sith não podem se mostrar em desvantagem…

  • Sei… – Ela falou, sarcástica. – Caramba, e todo esse povo torcendo para que eu e você sejamos um casal? Que coisa louca!

  • Não exatamente, minha cara. – Ele retrucou – Pense bem… Uma Imperatriz solteira, sem nenhum relacionamento sério, e um Executor que antes era famoso por ser galanteador e agora é praticamente um monge. As massas querem ver semblantes de mundanidade em pessoas em posições de poder, algo que eles possam correlacionar, e que melhor aspecto mundano do que romance?

Helena olhou para o Sith, surpresa com a lógica dele, que por mais clichê que pudesse soar, fazia sentido. Ele simplesmente lhe devolveu o mesmo sorriso egocêntrico de sempre, o que fez a Naboan revirar os olhos, e continuar caminhando. Eles caminharam mais um quarteirão, antes que o aroma de uma comida familiar encheu as narinas da Imperatriz.

  • Eu não acredito… – Ela falou, com grata surpresa.

  • Não acredita no que? – Warlock perguntou, um segundo antes de ser puxado para um dos quiosques.

Amidala arrastou o Sith pelo braço, até parar diante de um quiosque. Warlock ergueu uma sobrancelha de forma inquisitiva, ao sentir o aroma do prato que eles estavam cozinhando, que era agradável, mas não exatamente familiar para ele, o que não era o caso da Imperatriz, que de forma completamente atípica, colocou as mãos no vidro, com um sorriso de orelha à orelha no rosto…

  • Putz, Grilla, Banana Cozida! – Amidala exclamou, com entusiasmo quase infantil

  • O quê que é cozido?? – Warlock perguntou, não reconhecendo o prato.

  • Banana! – Ela respondeu. – Você não conhece?

  • Não é algo que nós tenhamos em Korriban. – Ele falou.

  • Ah, pois você tem que experimentar então! – A Naboan falou, puxando-o para a fila.

O Executor nem perdeu tempo protestando, ao que eles seguiram para o final da fila, que era um pouco longa demais para o agrado do Sith, mas ele não falou nada, já que era raro ver Helena entusiasmada com comida. Os dois seguiram a fila, ela na frente e ele a seguindo. A Naboan aproveitou para recostar-se no peito do Zodian às suas costas, e não se opôs ao que ele a abraçou pela cintura. Era uma sensação estranha para ela se permitir intimidade com alguém em público, ainda mais não estando disfarçada, mas também era gratificante saber que existia um lugar e ocasião onde ela podia ser ela mesma, sem subterfúgios, e agir não como Amidala, a Imperatriz, mas como Helena, a mulher.

Eles passaram cerca de 10 minutos na fila do quiosque que estava meio disputado, para que a Imperatriz pudesse degustar de um dos seus pratos prediletos. A Naboan fez o Zodian carregar uma sacola com mais bananas que ela comprou, e ela tratou de devorar a que estava em suas mãos, ao que os dois continuaram a caminhar. Aquela sensação de anonimato era algo que Amidala estava aproveitando imensamente. Ela ofereceu uma mordida ao Sith, que por educação aceitou, mas não deu nenhum sinal de gostar do prato tanto quanto a Imperatriz. No meio do caminho para a pousada, o Executor parou em uma das barracas, e voltou com uma sacola cheia de algo chamado Tapioca, que era uma espécie de panqueca branca, seca e dobrada que Helena não achou muito atrativa de se ver.

Finalmente, os dois chegaram ao hotel, que ficavam em um prédio histórico, de frente para a praia. Turistas circulavam pelo salão grandioso no piso térreo, que tinha a centro uma belíssima fonte holográfica e plantas locais em vasos pendurados nas colunas. O ambiente em si era pitoresco e confortável, ainda que não contasse com o luxo e sofisticação dos planetas do Inner Rim. De imediato, um droid de protocolo, ornamentado com placas prateadas e rubras, se aproximou dos dois, e os saudou:

  • Bem vindos ao Grand Corellian Hotel. Milordes possuem reserva? – O Droid perguntou.

  • Sim, nós temos uma reserva para um bangalô. – Warlock respondeu. – Nossa reserva está no nome de Vynn e Lenna Jarnen. Nossa bagagem já deve ter sido entregue pelos valetes do espaçoporto.

O Droid de imediato acessou o banco de dados holográfico, e encontrando a reserva, falou:

  • Sim, claro. – O droid falou – Vossos aposentos já estão prontos e vossa bagagem já foi colocada nos roupeiros pelo serviço de quarto. Se milordes me seguirem, eu os levarei ao vosso bangalô.

O Sith ofereceu seu braço para a Naboan, que o aceitou de bom grado, e os dois seguiram o anfitrião, que os levou para fora do prédio principal, em uma plataforma flutuante, que os levou por um trilho sobre as águas, até uma série de cabines que flutuavam rente ao mar, ligadas por passarelas. Eles atracaram-se à varanda de um dos bangalôs, e o droid falou:

  • Bangalô 12. – O Droid informou – Milordes tem um droid dedicado, pronto à atender-lhes à qualquer hora do dia ou da noite, e a carruagem do hotel está a vossa disposição caso milordes desejem ir à algum lugar.

  • Excelente – Amidala falou.- e o serviço de quarto?

  • Nós temos um menu padrão trans-galáctico, e a cozinha fica aberta até das 6 à meia noite para refeições e 24 horas para petiscos e bebidas. – O droid falou, e apontando para a mesa onde havia uma garrafa no balde de gelo e um prato de coquetel, ele falou– Uma garrafa de Vin du Rose Chateau Palio ’31 e crustáceos calamari , cortesia da gerência.

  • Muito apropriado. – O Sith falou, retirando do bolso alguns credichips, e entregando-os ao droid, ele falou – Obrigado por sua hospitalidade.

O Droid curvou-se, e deixou os dois à sós no bangalô. O Executor imediatamente foi até o console na parede, ativou os projetores holocloak, que como um véu, cobriu o bangalô com uma camada translúcida que lhes dava privacidade sem afetar a vista da paisagem, mas que lhes dava total privacidade. Helena retirou seu manto, depositando-o numa das cadeiras, e então aproximou-se da mesa, olhando ao redor…

  • Muito bem, Milorde – Helena falou – Eu estou impressionada. Quando você me disse que você tinha cuidado das reservas do hotel, eu tinha imaginado algo mais… modesto.

  • Os modestos já estavam todos reservados. – O Sith respondeu – Só sobraram os aristocraticamente exclusivos e ridiculamente caros.

Amidala olhou para o Zodian, já sabendo disso, e ela disse, levemente contrariada:

  • Ah, Vynn, eu disse a você que eu iria dividir as despesas com você. – Ela disse – Quanto foi o hotel?

  • Isso, caríssima, não é da sua conta – Ele respondeu, num tom cínico. – Eu lhe convidei para este feriado, e eu disse que iria cuidar do hotel.

  • E eu aceitei sob a condição de nós dividirmos as despesas. – A Naboan deu a tréplica – Eu sei muito bem que o seu soldo militar não lhe permite todas as extravagâncias que você faz, e mais ainda quando você doa quase que todo ele para a fundação da Winter em Korriban.

O Sith se aproximou da mesa, não se deixando afetar pelo olhar reprovador da Naboan, e pegou a garrava de vinho do balde:

  • Eu não sabia que além de Imperatriz, milady era agora tesoureira do Imposto de Renda. – Ele comentou, sarcástico, pegando dois cálices

  • Eu não sei se você notou, mas no seu contracheque tem minha assinatura.– Ela devolveu, pegando um dos cálices que lhe foi oferecido

  • No meu contracheque “oficial” tem sua assinatura, mas meu posto de Executor não é minha única fonte de renda. – Ele falou, ao mesmo tempo que abria a garrafa.

Ele encheu o cálice da Imperatriz, e o seu próprio, e falou:

  • Eu lhe asseguro que minhas finanças não sofreram nenhum revés por causa destas férias – O Sith falou, tomando um gole do cálice – Agora, por que você não tira estas roupas, põe um biquíni e aproveita a água quente do mar?

Ela notou que ele caminhou na direção da porta, e perguntou:

  • Onde você vai? – A Imperatriz perguntou

  • Fazer as reservas para mais tarde, e pegar mais gelo – ele falou, pegando um vaso vazio, fazendo-o de balde de gelo.

Amidala sorriu com a tirada do Zodian, e bebendo metade do seu cálice, ela passou para o quarto, onde encontrou as portas do closet abertas, e suas roupas todas organizadas nos cabides. Usando seu anel para criar dois pares de mãos, que fizeram as vezes de suas criadas, ela retirou sua roupa, e foi mexer no closet.

Do lado de fora, Darth Warlock acionou o terminal holográfico, e verificou rapidamente os relatórios do alto escalão Imperial. Ele não queria dizer à Imperatriz, mas ele não se sentia confortável deixando a administração do Império nas mãos de Val Pellaeon, Chloe Sullivan e Tay Bloom; Pellaeon era uma estrategista brilhante, mas era facilmente manipulável, Sullivan era paranoica demais com seus affairs meta-humanos para ser imparcial, e Bloom passava tempo demais na cama de Winter para notar o que se passava ao redor.

Satisfeito com os reportes, ele caminhou pensativo na direção da máquina de gelo. Ele não havia manipulado toda uma galáxia e construído um Império Galáctico das cinzas de governos galácticos, nem havia forjado de uma ex-rainha a maior líder galáctica da história conhecida somente para ter três cabeças-de-vento ruírem as fundações da galáxia… O Sith estava tão imerso em seus pensamentos, que ele não reparou no indivíduo que estava usando a máquina de gelo, e esbarrou nele. De imediato ele acordou, se desculpando:

  • Perdão, eu não estava prest…. – O Zodian parou na metade da sentença, ao fitar um par de olhos brancos revertidos bem familiares – Você!!?

De volta ao bangalô, Helena Amidala saiu na varanda, vestida no seu biquíni de duas peças, verde e dourado, com um nó de argola unindo o bustiê, uma faixa de seda na tanga, e um robe semitransparente sem mangas até o joelho, que não lhe escondia as formas generosas de seu corpo, e carregando uma bolsa de praia com os essenciais, ao que ela não estava afim de voltar para o quarto desnecessariamente Ela não havia desfeito o coque elaborado de seus cabelos, deixando os cachos livres e naturais, algo que ela sabia que seu Executor apreciava. Ela seguiu pelo pier, indo na direção do atol artificial que era formado com cada conjunto de bangalôs. Ela havia visto por alto algumas redes rentes à água que lhe pareciam convidativas, e a Naboan estava mais que pronta para relaxar.

Ela se aproximou da área comum do atol em forma de pentágono formada pelos cinco bangalôs e notou que duas das redes do lado oposto já estavam ocupadas, uma delas com um casal que estava bastante entretido no romance deles. Amidala escolheu então a rede mais afastada, ao que ela não estava afim de socializar com estranhos, e se agachou no chão, sentando-se e movendo-se para a rede, que era no nível do piso, e diretamente sobre a água. Ela pegou a sua bolsa, e de lá tirou o seu padd. Não era que ela não confiava em Val, Tay e Chloe, mas ela era a Imperatriz da Galáxia… ela não podia se desligar completamente do resto do universo, mesmo em férias.

A Naboan passou uma vista rápida nos reportes do alto escalão, e dando-se por satisfeita, ela guardou o computador antes que o Sith visse e lhe desse uma bronca por trazer trabalho para as férias… Ela exalou, colocou seus óculos de sol, se espreguiçando, finalmente se sentindo relaxada, e contente em estar em paz, no anonimato e…

  • Helena? – uma voz feminina e estranhamente familiar soou.

De imediato ela levantou a cabeça, virando-se para trás, para dar de cara com sua irmã caçula, Padmé Skywalker #Padmé Naberrie Skywalker; Naboan – Senadora de Naboo ; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária; em férias#, com um biquíni parecido com o dela, só que em prata e rubi..

  • Padmé? – Amidala falou, surpresa – O-o que você está fazendo aqui?

A princesa de Theed fez pose, levando as mãos de cima a baixo em seu corpo, como se mostrando a roupa, e falou:

  • O que você acha, Leninha? Eu estou de férias. – Ela respondeu. – A mesma coisa que você está fazendo, pelo visto. Feh e Pooja não lhe disseram que eu vinha também?

  • Feh? Pooja? – Amidala perguntou, ainda mais confusa e surpresa. – Elas estão aqui também?

Neste momento, vindo de um dos bangalôs, Wonder Woman #Diana Troy-Katarn; Amazona – Princesa de Hapes; super-poderes Misticos, Guerreira Lendária; em férias# surgiu, também em um biquíni que parecia uma versão miniatura de seu uniforme de heroína. Ela notou a presença da Imperatriz, e falou:

  • Majestade! Eu não sabia que você estava vindo também. – Diana falou.

  • A surpresa é recíproca, Alteza – Amidala falou – Eu não tinha a menor ideia de que iria encontrar vocês aqui.

Padmé olhou desconfiada para sua irmã mais velha, que notou o olhar da caçula, e de imediato colocou sua face política, disfarçando. Logo, a comoção chamou a atenção do casal que estava aos amassos do outro lado do pier, e não demorou mais que um momento para que A Imperatriz reconhecesse sua prima Rainha Amidala # Pooja Amidala Straussberg; Naboan – Rainha de Naboo; Política Lendária, Força-Guerreira Lendária; na terceira lua-de-mel# e o consorte dela, Darth Magnus #Viktor Straussberg; Humano-Chiss – CEO de Kuat Drive Yards; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário, Intelecto Nível 10; na terceira lua-de-mel#. A Imperatriz quase desejou que a rede se rasgasse e ela caísse no mar, só para não ter de responder à bateria de perguntas que ela sabia que estava por vir, tão certo quanto o dia tinha início, meio e fim…

  • Helena? É você mesma? – Pooja perguntou, – Que surpresa maravilhosa!

  • Eu mesma… – Helena falou, ignorando o olhar inquisitivo de Padmé – Olá, Viktor.

  • Olá, Helena – Magnus respondeu, sempre com seu jeito calmo – É realmente uma ótima surpresa tê-la aqui.

Um flash de luz surgiu no pier, que logo deu lugar à Power Girl #Feh Starr Naberrie-Kallor Naberrie; Naboan-Kryptonian – Chairwoman da Sociedade da Justiça; Poderes Super-Humanos na Presença do Sol Amarelo; estendendo a lua-de-mel#, Darth Vader #Anakin Skywalker; Tatooinean – Operativo Especial Imperial; Piloto Lendário, Força-Guerreiro Lendário; de férias# e Capitão Marvel #Igor Troy-Katarn; Kuatian – vice-chairman da Sociedade da Justiça; Semi-divindade; super-poderes místicos; guerreiro lendário; em férias# que estavam vestidos como turistas, o Sith com uma camisa de palmeiras e bermudas, o Kuatian com uma camiseta amarela e bermudas, e a Naboan com um biquíni branco de decote mais que generoso com detalhes em dourado. Uma canga florida e chapelão de praia. Os três estavam claramente se divertindo, rindo, eles carregando algumas sacolas, e ela, uma sacolinha mínima

  • …e Obi Wan saiu correndo, praguejando e com as calças na mão, enquanto eu e Igor estávamos nos matando de rir no telhado, assistindo a cena toda… – Anakin continuou a narrativa que ele havia começando antes do teleporte.

  • HAHAHAHAH!!! Putz, Eu não acredito que vocês enganaram o coitado desse jeito, Hehehehe!! – Feh falou, quase chorando de rir – Sabé deve ter ficado fula com vocês depois…

  • Ah, ela ficou um pouco no começo, mas também desandou a rir depois… – Igor falou – Obi nunca mais chamou Anakin quando ele estava de folga com Padmé depois dessa.

Padmé olhou para seu marido, conhecendo bem a história que ele e Katarn estavam contando à sua prima, mas ela tinha outras prioridades naquele momento, mais especificamente, descobrir o que sua irmãzona estava fazendo ali…

  • Ani, Feh e Igor, olha só quem veio também! – Padmé falou, olhando de forma meio cínica para Helena.

  • Lena? – Feh exclamou, surpresa em ver sua prima ali, e foi abraçá-la de imediato.

Amidala se levantou da rede, abraçando sua prima, que apesar de ser capaz de partir destroyers em dois com um murro, se mantinha gentil.

  • Nossa, que surpresa. – A soberana de New Rann falou – O que você está fazendo aqui, Helena?

  • Olá, Lena. – Anakin a saudou, com seu jeito casual.

  • Majestade, é uma prazer vê-la novamente. – Katarn falou, curvando-se.

Helena acenou com a cabeça para seu cunhado e o Campeão do Olimpo, e falou:

  • É bom ver todos vocês. – Ela respondeu.

  • Bem, e quanto ao que você está fazendo aqui? – Padmé insistiu.

  • Pad!! – Feh falou, surpresa com a insistência da caçula.

A Imperatriz respirou fundo, tentando imaginar uma resposta que fosse satisfatória, mas o seu esforço cessou assim que ela viu Warlock se aproximando, com Starman #Vynn Gavyn Kallor; Rannian-Zodian – Príncipe Regente de New Rann; Estrela Viva; Controle de Gravidade, Geração de Calor, Metamorfo, Intelecto Nível 12; estendendo a lua-de-mel# ao lado dele.

  • Ela está aqui à meu convite, Senadora. – O Executor Imperial falou, de forma pouca diplomática.

  • Olha só quem eu encontrei… – O Homem-Estrela comentou, com uma expressão entretida.

Vynn Gavyin se aproximou da super-heroína loira, abraçando-a pela cintura, e beijando-a no rosto. Ele fitou Amidala, que ainda não estava completamente acostumada à ver o homem que um dia compartilhou a essência do seu Executor, e que era praticamente a versão humana do Chiss:

  • Olá, Helena. – O Príncipe Rannian a saudou, tratando-a com casualidade, para a irritação do Chiss

  • Olá, Vynn… Gavyn – Amidala falou, e acrescentou, sabendo que o nome que os dois meio-Zodians compartilhavam ainda era motivo de atrito.

  • Eu não posso dizer que estou surpreso em lhe ver aqui – Gavyn comentou – Afinal de contas, meu bom gosto é compartilhado por meu “gêmeo”.

  • Você quer dizer, meu bom gosto que passou para você. – O Sith retrucou.

  • Se crer nisso lhe faz dormir melhor à noite… – O Homem-Estrela devolveu.

Feh, já conhecendo bem onde aquilo ia levar, advertiu:

  • Vynn… vocês dois… não comecem. – A Super-heroína falou, séria.

Warlock levantou as mãos defensivamente, e retraindo-se da discussão, e Gavyn sorriu de forma maliciosa, beijando o pescoço de sua consorte:

  • A única coisa que eu quero começar é a beijar esse pescoço lindo. – Ele falou, com malícia.

  • Vynn Gavyn Kallor, você é incorrigível! – Feh sorriu, nada imune aos charmes do Rannian.

O Chiss ignorou sua contraparte, e caminhou até Amidala, colocando-se defensivamente ao lado dela, um gesto que não passou desapercebido aos presentes.

  • Eu convidei Amidala para vir ao Mardi Gras comigo, Lady Vader. – O Executor informou – Eu busquei um local reservado onde ela pudesse repousar. Eu não imaginei que vocês todos estariam aqui, mas como Kallor falou, nossos gostos são semelhantes.

  • E você está em que cabine, Milorde? – Padmé perguntou – Só havia um bangalô desocupado nesse grupo, que eu me lembre.

  • E nós estamos ocupando essa cabine, Padmé – A Imperatriz interviu.

Amidala não estava com paciência para rodeios, e ela não pretendia alimentar o desejo de sua irmã caçula de ministrar um interrogatório. Em sua pose imperial impecável, ela declarou:

  • Warlock é eu decidimos tirar férias rápidas, e viemos aqui, nos instalamos no bangalô, e pretendemos relaxar e aproveitar a companhia um do outro. – Helena informou, de forma categórica – Mais alguma pergunta?

Feh e Pooja olharam para a prima caçula delas, torcendo para que ela não mordesse a isca que Helena havia lançado. A Imperatriz Galáctica não havia perguntado se sua irmãzinha tinha mais alguma pergunta… ela havia convidado Padmé à ser recipiente de um cala-boca de proporções galácticas. Feh havia visto Helena fazer isso com Batman, Superman e Wonder Woman, e a expressão de ansiedade no rosto da Princesa Amazona era um indicativo de que ela não queria reviver a experiência.

Padmé, sabiamente ficou calada, e Vader, sentindo a tensão no ar, desconversou:

  • Eu tenho uma pergunta, Lena… – O Sith falou – Vocês topam jantar com a gente?

  • Bem lembrado, Vader – Magnus falou, ajudando seu irmão Sith. Nós temos reservas num excelente restaurante.

Helena e Padmé mantiveram uma disputa silenciosa de olhares por mais alguns momentos, e as duas desviaram o olhar ao mesmo tempo, colocando a máscara política da cordialidade, com sorrisos educados para os presentes. Amidala olhou para o Executor, e perguntou casualmente:

  • O que você acha? – Helena perguntou – Jantar em grupo?

O Sith olhou de relance para os outros dois Lordes Negros da Força, sabendo que aquele seria um evento social que eles não conseguiriam evitar, e respondendo à Imperatriz, ele disse:

  • Por que não? – Warlock falou, retoricamente.

  • Por que não? – Ela repetiu, na mesma voz, secretamente irritada pelo Chiss deixar a batata quente para ela, e virando-se para os demais, ela disse – Jantar hoje à noite. Perfeito.

Ela sorriu de forma educada, e passando sua mão pelo braço de Warlock, Amidala falou:

  • Bem, nós acabamos de chegar de viagem, e nós precisamos descansar um pouco… Nós nos vemos mais tarde? – A Imperatriz perguntou, novamente, retoricamente.

  • Nos vemos mais tarde! – Anakin respondeu, mantendo o clima leve.

  • Bom descanso para vocês. – Pooja adicionou.

CONTINUA…

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1 comentário

Arquivado em FW 1.0

Uma resposta para “Fan Wars Universe – AMILOCK – Parte 2

  1. Helena

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!! Isso que são ferias sigilosas!!!! :)"Ela exalou, colocou seus óculos de sol, se espreguiçando, finalmente se sentindo relaxada, e contente em estar em paz, no anonimato e…- Helena? – uma voz feminina e estranhamente familiar soou."Nessa hora eu ri muito!!!! 🙂

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