E-I;C-2;Ato IV-g

 

[Ato IV-g]

[Coruscant – Horas Antes – Mesquita CHLOIS]

Carol Isaard havia retornado à Mesquita após se livrar pessoalmente dos dois intermediários que os mandantes do atentado contra a Imperatriz usaram para contatá-la. Ela havia recebido a mensagem de Krayth através de um de seus operativos de confiança, e rapidamente seguiu para a Mesquita, sabendo que o Executor Imperial, Darth Warlock (Vynn Nuruodo Dox), certamente estava a caminho, e ainda que ela confiasse sua vida à ele, como ela tinha feito diariamente por duas semanas agora, ela não estava disposta à confiar a vida da Profetisa ao seu cúmplice e amante.

Ela pousou seu speeder no hangar e correu na direção dos turbolifts. Foi assim que a porta se fechou que ela sentiu a presença dele… a Tusken sentiu os pelos em sua nuca se arrepiarem com a proximidade do Sith, que se revelou, tornando-se visível assim que o elevador começou a mover. Ela imediatamente virou-se para o Chiss, que estava em toda a sua imponência sombria encostado na parede, e falou:

  • Você está nos pondo em risco me encontrando aqui no templo. – Ela falou, severa.

  • Você se livrou dos elos de risco? – Ele perguntou.

  • Sim, eu matei os dois. – A Guerreira falou – E você, editou os arquivos de segurança?

  • Sev’Rance já cuidou disso. – Ele falou, aproximando-se dela – Eu quero os nomes dos mandantes.

  • Não tão fácil assim, Pateesa. – Ela respondeu, com um olhar malicioso. – Que tipo de mulher seria eu se lhe revelasse tudo que eu sei sem ao menos passar por uma seção de interrogação?

O sorriso malicioso dela se formou ao que ela se sentiu ser imprensada contra as paredes do turbolift pelo Sith, que de forma autoritária segurou com uma mão o cabelo dela, fazendo-a levantar a cabeça e beijando-a de forma ferina. Isaard ficava exultante com o lado sombrio e animalesco do Sith, que ela sabia que ninguém mais, nem mesmo a guarda-costas Naboan conseguia fazer aflorar nele. O beijo terminou breve, e ele, de forma rude, falou:

  • Eu quero nomes, Sacerdotisa. – Ele demandou.

  • Mais tarde. – Ela respondeu – Agora, você tem que lidar com Mary, e eu tenho que fazer o papel de protetora.

Antes que ele pudesse falar, ela acertou-lhe um soco no baço, pegando-o de surpresa e o chutou contra a parede. O Executor grunhiu ao bater contra o metal, e grunhiu:

  • Você vai pagar caro por isso, Bin Laden. – Ele falou, com ira na voz.

  • Eu vou cobrar isso mais tarde, Pateesa – Carol falou, com um sorriso, meio segundo antes das portas do elevador se abrirem

Ela notou os dois guardas à porta, e pôde sentir a presença de Darth Lumiya (Elllen Luthor) com a Profetisa, e rapidamente ela saltou, de forma acrobática, usando a força para pular na direção da porta, ao que o Executor marchou contra ela e os guardas. Uma das coisas sobre o Sith que surpreendiam Isaard era a rapidez que ele demonstrava ter em certos momentos. Ela mal viu quando ele se aproximou dela, somente sentindo a mão forte dele a agarrar pelo pescoço, com uma pegada de aço. Os dois guardas não tiveram nenhuma chance, ao que ele usou a Força contra eles, colocando-os fora de combate antes mesmo deles baterem na porta, abrindo-a com o impacto. Daí em diante, foi uma breve lutar, onde Carol teve a chance de dar provas de seu imenso talento como artista, que infelizmente só pôde ser admirado por seu cúmplice.

O combate terminou em poucos minutos, deixando Mary presa contra a parede e devidamente indefesa, Ela, Carol, amarrada e também devidamente indefesa e parcialmente despida (um detalhe que ela tinha certeza que ele tinha feito de propósito), e Ellen ferida, com um inchaço feio no rosto e fora de combate. O Executor tinha colocado uma cadeira à frente das três CHLOISers, retirado seu manto, que estava agora sobre a mesa, e estava sentado de frente para elas. Só restava a Carol agora esperar para que Darth Warlock desse seu golpe de misericórdia….

Ela observou ao que o Executor cruzou a perna e escorou a cabeça em uma das mão que estava com o cotovelo apoiado num dos braços da poltrona. Ele claramente estava sem pressa, ao que ele olhou as três em silêncio por mais de um minuto. Mary e Ellen ficaram em silêncio por aquele minuto, e Carol também não falou nada. Finalmente, ele deve ter decidido que já tinha tido muito silêncio, ao que mudou de posição, colocando os dois pés no chão, curvou-se um pouco, e com os dois cotovelos apoiados nos braços da poltrona, ele juntou as mãos com as palmas abertas, tocando apenas os dedos, fazendo isso diversas vezes, enquanto um sorriso predatório se formou em seu rosto.

  • Mary Komehini, Carol Bin Laden e Ellen Luthor… o que é que eu vou fazer com vocês? – O Sith perguntou, retoricamente.

Ele olhou para Lumiya, que estava no chão, tremendo e com um inchaço no olho e na bochecha do mesmo lado do rosto, e cortes na testa, e fez um gesto, com os dedos, para que ela se aproximasse. Carol observou, com uma satisfação secreta ao que a antes geniosa, mimada e egocêntrica Sacerdotisa levantou-se de forma subserviente e respeitosa, fazendo esforço para ignorar seus ferimentos, especialmente o corte em sua perna que parecia profundo. Ela quase foi ao chão por conta do ferimento, mas o Lorde Sith a segurou, usando a Força para traze-la até ele. Carol tinha planos antes de usar o então Cavaleiro para ensinar à sua irmã humildade e auto-controle, mas a realidade estava se mostrando ainda melhor que seus planos, ao que ela viu a Lady Sith se ajoelhar de cabeça baixa perante seu mestre.

  • Olhe para mim, Lady Lumiya. – Ele a ordenou.

Ela o obedeceu, fitando os olhos vermelhos fantasmagóricos, que já não brilhavam com a fúria de antes, mas tinha a expressão fria e calculista de sempre. Ele levou a mão ao queixo dela, movendo a cabeça da Sacerdotisa levemente para um lado e para o outro, e perguntou:

  • Onde mais você está ferida? – Ele perguntou.

  • Na barriga, na perna, e eu acho, nas costelas, Milorde. – Lumiya respondeu.

Ele fez um gesto para que ela se levantasse, o que ela fez com esforço, e tocando a palma de sua mão no ventre dela, o Sith concentrou-se. Lumiya grunhiu de dor ao que ela sentiu seu corpo arder como se estivesse em chamas, mas não se moveu, resistindo bravamente. Um brilho intenso se formou na palma da mão do Sith, que terminou não brevemente quanto começou. Ela olhou novamente nos olhos vermelhos, ainda sentindo dores, mas nada tão debilitante quanto antes.

  • Sente-se no sofá e utilize o transe curativo que eu lhe ensinei. – O Executor a ordenou.

Carol observou ao que Ellen se afastou, ainda mancando, na direção do sofá, e o Lorde Sith, olhando para ela, Carol, e Mary, fez um gesto com sua mão, usando a Força para livrar as duas mulheres das amarras que as prendiam. De imediato a Guerreira trouxe suas mãos para frente, abrindo e fechando as mãos, deixando o sangue circular mais livremente. Mary ainda não estava muito bem, ao que ela não fez sequer um esforço para se levantar.

  • Eu não lhe tinha ordenado, Profetisa, que você deixasse a Imperatriz em paz? – O Sith perguntou.

  • Não fui eu quem ordenei o atentado contra Amidala. – Mary respondeu

  • Mas você facilitou o atentado. – Ele respondeu, de forma acusadora – Você achou que eu não iria reconhecer o seu toque pessoal nas alterações genéticas dos assassinos? Ou a forma como eles lutavam?

  • Você não pode ditar como nós fazemos nossos negócios. – Krayth respondeu.

  • Não me interessa se vocês matam ou destroem em seus negócios, muito pelo contrário. Eu aprecio a perícia e profissionalismo dos operativos CHLOISers. – O Sith respondeu – Mas quem vocês matam e o que vocês destroem é assunto meu, especialmente se envolve meus interesses. De agora em diante, qualquer contrato que vocês aceitarem que envolva Imperiais ou Zodians passam por mim primeiro, fui claro?

O olhar que Krayth deu ao Chiss deixou claro que ela não estava feliz com ele, e Carol orou silenciosamente para que ela não lhe pedisse para ir contra o Lorde Negro da Força; Ela amava demais sua irmã, e iria devasta-la ter de mata-la em honra do pacto dela com Darth Warlock. Felizmente, Mary deu provas uma vez mais que ela era inteligente o suficiente para saber quando recuar, ao que ela abaixou a cabeça respeitosamente e falou:

  • Claro como cristal, Milorde. – Mary falou.

O Sith se levantou da cadeira, e Carol ajudou a Profetisa a se levantar. Ela viu ao que ele deixou um padd na mesa, e falou:

  • As cargas sísmicas que vocês instalaram em Vozryd não criaram caos o suficiente para atrair a Liga da Justiça. – Ele falou

  • O que você tem em mente então? – Mary perguntou.

  • Violência generalizada ao longo da Expansion Zone, em Contruum, Taboon e Kashyyyk. – O Sith falou, olhando de volta para a Profetiza – As tensões políticas nestes três planetas servirão de cortina de fumaça. Eu deixei uma lista de execuções e de culpados das execuções no padd.

Mary pegou o padd, e analisando a lista, ela falou:

  • Causar guerra civil em três planetas não vai ser fácil, nem barato. – A Profetisa falou – E nem trás mais poder para Chloe Sullivan, como você prometeu.

  • Os fundos já estão disponíveis nas contas secretas, e uma vez que haja três insurreições, e que a Liga da Justiça se prove ineficiente em manter a ordem, os governos da Expansion Zone vão praticamente implorar ao parlamento galáctico que poderes de emergência sejam dados á líder do parlamento na região, sua amada Chloe Sullivan. – O Executor falou.

A Profetisa acenou com a cabeça uma vez mais, e Carol então falou:

  • E quanto à Lana Lang? – Carol perguntou, sabendo que esta era uma das grandes preocupações de Mary – Meus espiões a estão rastreando com o equipamento roubado na Hydian Way.

  • Eu usarei os heróis contra ela no momento certo, e então nós livraremos o universo dos grandes perigos que são a Liga da Justiça e Princesa Lana Lang. – Darth Warlock falou.

Mary pareceu satisfeita com a resposta do Executor, que se aproximou de sua Aprendiz, e a chamou:

  • Lumiya. – Ele disse.

  • Sim, Milorde? – A Sith respondeu.

  • Você fica aqui se recuperando e volte para a Cavalaria logo em seguida. – Ele disse – Não fale com ninguém lá.

  • Como queira, Milorde. – Ela disse.

Isaard viu a Profetisa se aproxima do Executor, e lhe falar:

  • Carol pode tomar conta dos ferimentos dela. – Mary falou.

  • Isaard vem comigo. – O Sith respondeu, olhando para Carol de relance – Nós temos rastros a apagar antes que os Cavaleiros Imperiais possam interferir.

  • Muito bem então. – Krayth disse – Carol, reporte à mim pela manhã.

  • Sim, Milady. – Isaard falou.

Ela pegou na mesa a capa do Sith, entregando-a, ao que ele caminhou na direção da porta. A Tusken olhou de relance para suas duas irmãs, e deixou a sala com o Lorde Negro, deixando um sorriso sombrio no rosto ao que as portas se fecharam atrás dela e de seu cúmplice

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9 Comentários

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9 Respostas para “E-I;C-2;Ato IV-g

  1. Helena

    E Amidala vai ouvir de seu Arqueiro a frase que ela mais odeia: "Eu te disse!"Eu ainda tô assim :oPelo que eu entendi: Vynn quer formar o Império Sith?! Está enganando e manipulando todo mundo pra conseguir se isolar mais tarde com o poder em suas mãos?Ele manipula os Zodians e as Chloisers, vai querer se livrar de Lana Lang e depois dos Luthors! Hummm!! Inteligente! Maléfico, mas inteligente! [quem andou dando maquiavel pra esse menino ler?!]

  2. Guilherme

    Império SIth? Revan presente, embora eu não saiba pra que lado vai meu personagem.E o Vynn está adquirindo tanto poder que fico imaginando quem poderá pará-lo.Talvez um certo alguém verde e de orlehas pontudas. heheheLado sombrio não mais forte ser. Sedutor ele é. by criatura verde.hehehehe. ps: Ansioso por cenas de luta de Revan

  3. Srtª Lois - Feh

    Império SIth? Eh, nem tinha pensado nisso (ainda estou em estado de choque com as mudanças de Vynn!) Vou ter que reler para acreditar!"E o Vynn está adquirindo tanto poder que fico imaginando quem poderá pará-lo.Talvez um certo alguém verde e de orlehas pontudas. hehehe" ahahahahahahahah – Será Guilherme!Tô botando fé na Galera de L.E.G.I.O.N que está vindo por aí, acho que eles vão dar um basta em Vynn.Mas Vynn é um personagem que eu gosto tanto que me recuso a acreditar que estou lendo essas coisas! 😮

  4. Srtª Lois - Feh

    E que interesse é esse na Imperatriz?Pobre Imperatriz! :)E Amidala vai ouvir de seu Arqueiro a frase que ela mais odeia: "Eu te disse!" [2]ahahahahahahah – acho que vai mesmo!

  5. Vinnie

    Por pior que as coisas possam parecer ( e creiam-me, vao ficar muito mais feias no futuro proximo), Os personagens que estao em cena serao mais que suficientes para parar Darth Warlock. Obviamente, terah um preco a ser pago, que serah mais salgado pra uns que pra outros…

  6. Srtª Lois - Feh

    Vinnie, vc não está nos tranquilizando!

  7. Vinnie

    Eu estou sendo honesto. Mas nao se preocupe, Feh. Nao vai ser soh tragedia nao. ainda haverao muitos momentos felizes antes do inicio do fim

  8. Guilherme

    Medo do Vinnie…hehehehe"Obviamente, terah um preco a ser pago, que serah mais salgado pra uns que pra outros… " Vinnie em Jor-El mode on

  9. Helena

    Medo do Vinnie… [2]

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