E-I;C-2;Ato III-c

 

[Ato III-c]

[Coruscant – Manhã]

[Palácio Imperial]

Darth Lumiya, também conhecida como Ellen Luthor, sobrevoou a Cidade Galáctica, aproximando-se do Palácio Imperial. Entre tantas mudanças drásticas em sua vida nas últimas duas semanas, o flyingbelt foi umda das poucas realmente boas mudanças. Seu mestre havia construído para ela, assim como ele tinha feito para a namorada dele…. o cinto fazia bem mais que voar, na verdade. Ela tinha um escudo de força que era capaz de bloquear, refletir e absorver tantos tipos de energia e ataque que ela ainda ficava impressionada a cada vez que ele funcionava efetivamente. Obviamente, ela tinha capacidade de suportar os rigores de ambientes extremos como o vácuo do espaço ou as pressões monstruosas das profundesas dos mares ou a gravidade de um Gigante Gasoso, e a capacidade de Cloak e camuflagem que era como seu uniforme-padrão da Cavalaria assumia as tonalidades negras semelhantes ao uniforme do Executor. E finalmente, ela tinha acesso à Sev’Rance, o computador vivo de seu mestre.

A jovem Sacerdotisa começou a descer, e de imediato ela sentiu a presença na Força de seu mestre. Sem pensar duas vezes, ela mudou sua trajetória, circulando o palácio até que ela viu a figura encapuzada num dos terraços do palácio. Se aproximando, ela pousou e de imediato se ajoelhou perante seu mestre:

  • A Força está conosco, Mestre – Ela o saudou.

A frente dela, Vynn Nuruodo Dox, chamado Darth Warlock por seus compatriotas Zodians, observou sua acólita. Seu rosto estava encoberto pelo capuz negro, e o tom negro-cobalto de sua pele se misturava a sombra do capuz, deixando apenas seus olhos vermelhos e o brilho fantasmagórico que eles emanavam visíveis, assim como os de um Chiss típico, ainda que Dox não tivesse nada de típico. Sua pele era mais negra que o azul cobalto dos Chiss e seu cabelo não era Negro como Breu, tendo um leve tom vinho.

  • Erga-se – A voz profunda do Executor falou, uma das muitas mudanças em sua fisiologia.

Lumiya levantou-se, e o Executor virou-se, caminhando para dentro do palácio. A Huttesa seguiu ao seu lado, ao que ele falou:

  • Eu senti profunda tristeza emanando de você esta manhã – Ele falou, num tom frio, desprovido de emoção.

  • Eu estava conversando com Mestra Tiik – Lumiya falou.

  • Sobre? – Ele perguntou, sem se virar para ela.

  • Sobre minha viagem à Nar Shaddaa. – Ela falou – Eu lembrei de Lex e…

O Chiss a interrompeu, ainda sem olhar para ela:

  • Você tomou o lugar dele, e garantiu a segurança de Lex Luthor e de todos os outros membros de sua família contra a vingança que era direito do povo Zodian. – Ele a falou – Agora eles estão lidando com o Círculo Interno como iguais. O futuro deles depende exclusivamente das ações que eles tomarem de agora em diante.

  • Eu estou ciente disso. – Lumiya respondeu. – Mas eu não posso impedir meu coração de sentir o que eu sinto.

Com um gesto de mão, Warlock abriu as portas de um dos aposentos através da Força:

  • Eu não estou lhe dizendo para deixar de sentir – Ele a falou – Seus sentimentos são parte de quem você é. Use sua tristeza, guarde-a, foque-a contra seus adversários, esta é a trilha que eu lhe ensinei.

  • A trilha dos Sith. – Lumiya falou.

  • Exato – Warlock lhe respondeu.

  • E no entanto, Milorde afirma que nós não somos com os Siths das lendas da Galáxia. – A Aprendiz comentou.

O Chiss repetiu o gesto de mão, fechando as portas do aposento. Ele então retirou seu capuz, revelando suas feições e seus cabelos negro-vinho. Virando-se para sua aprendiz, ele falou:

  • Como era a Galáxia na época destes Siths? – Ele a perguntou.

Recitando de cabeça as descrições que eram sempre semelhantes em todas as lendas, ela falou:

  • Na Galáxia Selvagem e sem Lei, onde os Fortes se alimentavam dos Fracos… – Lumiya falou.

  • A Galáxia Selvagem. – Warlock disse – Uma Galáxia sem lei, sem governos de alcançe universal, nem denominadores comuns, onde a lei do mais forte prevalecia na luta pela sobrevivência. Nós não estamos nesta Galáxia.

  • Qualquer um que assistir uma seção do Parlamento Galáctico discordaria de Milorde. – A aprendiz falou, com um sorriso de escárnio.

  • O Parlamento Galáctico é ineficiente, mas existe. – O Chiss falou – A necessidade de estabelecer a Lei e a Ordem não existe mais, nem a necessidade de um Sith de criar uma regência para que exista ordem.

  • Eu compreendo. – A Huttesa falou – Então, qual o nosso papel na Galáxia?

  • Por agora, Nós somos o instrumento de Lei e Ordem. – Warlock falou – Para o futuro, pergunte-me amanhã.

Para o Futuro, Pergunte-me amanhã. A resposta típica de Lorde Warlock quando ele não desejava revelar mais do que ela precisava saber (segundo o julgamento dele, obviamente). Lumiya se deu por vencida, sabendo da futilidade que seria tentar conseguir qualquer outra resposta direta dele sobre o assunto, ao que ele podia deixar a mente dela em parafuso com as dissertações filosóficas… Ellen não se importava de ter um Mestre com um Intelecto Nível 12 (Um QI tão exageradamente alto, uma vez que Sev’Rance disse que todo o Intelecto coletivo dos cidadãos de Coruscant juntos só conseguiam chegar à nível 9).

Ter um super-gênio como Mestre tinha suas vantagens, como acesso à flyingbelts e outros dispositivos que pareciam saído de Holofilmes de Ficção, mas que se tornavam na Oficina de Darth Warlock. Contudo, o lado ruim era que era virtualmente impossível ganhar uma discussão com ele (Srta Lois tinha conseguido, alguns dias atrás, mas Lumiya duvidava que um beijo seu iria surtir o mesmo efeito que o beijo da Naboan).

  • Eu tenho um presente para você, Lumiya. – Warlock falou.

  • Presente? – Lumiya perguntou, intrigada.

O Chiss retirou de um de seus coldres ocultos um cilindro metálico, que Ellen imediatamente reconheceu como sendo seu Lightwhip, o sabre de luz modificado para funcionar como um chicote de luz, que havia sido um presente de Lex para ela, e que havia sido destruído durane a retomada do Centro de Detenção 15.

  • Meu Lightwhip!!! – Ellen exclamou, excitada – Milorde o reconstruiu!

  • Reconstruí…. e fiz alguns upgrades… – Ele respondeu.

Ela pegou a armada das mãos do Chiss, e observou o cilindro, sem nenhum arranhão sequer ou qualquer sinal de que quase havia virado sucata menos de um mês atrás. Acionando o a arma, ela deixou a lâmina irrelgular de luz se formar, e a girou, sentindo o balanço da arma. Ela notou o brilho rubi da arma, e falou:

  • Cristal vermelho? Adequado para uma Sith… – Lumiya falou.

  • E bem mais resistente que a lâmina de luz típica. – Warlock lhe respondeu – Eu adicionei a capacidade de mudar a forma da lâmina sem ter de reiniciar o ciclo de energia. Isso lhe dará uma vantagem extra sobre seus adversários.

  • Obrigada, Mestre. – Ela falou, desligando o sabre e colocando em seu coldre.

Um brilho violeta surgiu, e logo se desenvolveu na imagem holográfica de uma jovem, de pele clara e cabelos loiros quase brancos. Ela vestia uma malha colante que parecia ser feita de circuitos tecnorgânicos, e uma pequena tatuagem de uma estrela na parte infeior da bocheca direita. Ellen de imediato reconheceu Sev’Rance, o computador vivo que servia seu mestre:

  • Saudações Vynn Dox, Saudações, Ellen Luthor. – Sev’Rance falou, com seu tom suave.

  • Serv’Rance… – O Chiss falou.

  • A conferência se inciará em cinco minutos. – Sev’Rance falou.

  • Muito bem. – Warlock falou. Ele virou-se para sua aprendiz e falou – Junte-se aos outros, Lumiya, eu estarei lá em breve.

A jovem aprendiz curvou a cabeça respeitosamente, e deixou a sala…

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3 Comentários

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3 Respostas para “E-I;C-2;Ato III-c

  1. Helena

    Ellen deixou o Trio Ternura?!!!Tomara que esqueçam de Amidala tb!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Srtª Lois - Feh

    "(Srta Lois tinha conseguido, alguns dias atrás, mas Lumiya duvidava que um beijo seu iria surtir o mesmo efeito que o beijo da Naboan)"Isso é que jeito de se ganhar uma discussão! :)Mas Ellen deixou o Trio Ternura?!!! [2]Eu ainda temo Ellen Luthor! 😮

  3. Srtª Lois - Feh

    Uma coisinha: Helena vai deixar assim a prima dela namorar um Lord Sith?Como "Amidala" ela deve saber que isso pode não acabar bem! 🙂

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